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segunda-feira, 2 de maio de 2016

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sábado, 30 de abril de 2016

Armadilhas da inspiração moderna

As pessoas gostam de coisas estranhas. Alguns meninos do interior do Brasil gostam de comer barro (de capitais também); há mulheres que gostam de futebol e homens que gostam de novelas; há pessoas que gostam de…. nada. Isso mesmo. De certa forma, nossa cultura contemporânea é, em grande parte, fruto da melancolia do fim da modernidade. Notável é que, quanto mais melancólicas, mais algumas pessoas conseguem criar belas artes, cujo impacto cultural não pode ser mensurado facilmente. Este impacto, contudo, uma vez fruto de um “velho-novo” hábito artístico nas mentes (pós)modernas, torna-se simultaneamente causa e consequência daquilo mesmo que o originou. No caso, refiro-me à melancolia moderna. A expressão maior deste sentimento, muito presente nas vidas e obras de artistas contemporâneos, é o famoso niilismo, o qual posso resumir numa inexplicável fascinação pelo nada. Isso mesmo! O nada, o vazio, o fim absoluto é justamente o ponto de partida para muitas obras que, por sua vez, influenciarão mais pessoas a uma maior e mais abrangente fascinação pelo nada, pelo vazio, pelo fim absoluto,numa espiral aparentemente paradoxal, onde o nada torna-se,  “causa” de algo (que o velho Parmênides me perdoe!…).
Contudo, creio que posso me redimir ante Parmênides, filósofo pré-socrático tão avesso à ideia de vazio, do não-ser. Na verdade não é o nada que está causando algo, mas o fascínio pelo nada, o que já é algo. Fascinar-se, aliás, é essencialmente a mola propulsora que move o escritor, o autor, o escultor, o pintor, o músico, o ator, enfim, o artista que será a causa eficiente de uma obra que, dada a genialidade devida, parecerá criar vida própria, sendo mais do que um mero “porta-voz” de determinado estado de espírito de quem o(a) criou. É por isso que não devemos subestimar nenhuma forma de arte que o Homem produz, pois a arte tem essa característica um tanto mágica, misteriosa, de transmitir mensagens como que por vida própria. E estas mensagens soam de modos diferentes para pessoas diferentes. Tais diferenças, em geral, às que me refiro aqui, não são porém de qualidade, mas de quantidade. Não há, ao meu ver, como alguém pode extrair felicidade de uma peça feita, criada para destacar morbidez. Sentir alegria do mórbido é puro nonsense. Daí a conclusão que me parece óbvia: uma peça mórbida irá provocar consequentemente mais ou menos morbidez na maioria das pessoas normais, sendo que esta mesma morbidez, por sua vez, será causa de mais ou menos morbidez de pessoa para pessoa.

Hoje, inspirar é relativamente fácil, se você tiver talento e for esperto o suficiente para usar os meios necessários de que dispomos – principalmente os tecnológicos – a fim de fazer conhecidas suas ideias e expor seu talento. Decidi, então, usar um exemplo qualquer de determinada peça artística que fosse fruto de alguém ou algum grupo que, certamente, é ou foi motivo de inspiração para muita gente. Na pós-modernidade o niilismo avançou com força total, evolução da ideia de mera abstração filosófica dos moldes do século XIX, para um enlace pragmático avassalador nas letras e performances de bandas de pop rock do mundo contemporâneo. Sendo assim, não foi tão difícil valer-me de uma canção dessas bandas, cuja melodia é envolvente, justamente porque a inspiração moderna está presente numa elevadíssima intensidade. O resultado não poderia ser outro: genialidade misturada à melancolia do niilismo que é tão ovacionado por uma juventude que gosta de curtir a morbidez do vazio (ainda que em sua maioria desconheça os significados de “niilismo” e “mórbido”). Mas, como a questão não é semântica e sim de ordem prática, o legado melancólico do niilismo filosófico do século XIX desembocou como uma avassaladora força pragmática em uma considerável parcela artística da música do século XXI…….e você quer um exemplo melhor de arte pragmática do que um show de pop rock?

A música em questão tem até um título sugestivo, Empty (Vazios), e é da cultuada banda The Cranberries, cuja sonoridade vocal da líder, Dolores O´Riordan, é uma marca indelével de boa parcela da preferência musical dos jovens ocidentais. Ei-la:

Empty

Something has left my life
And I dont know where it went to
Somebody caused me strife
And its not what I was seeking
Didn’t you see me? Didn’t you hear me?
Didn’t you see me standing there?
Why did you turn out the lights?
Did you know that I was sleeping?
Say a prayer for me
Help me to feel the strength I did
My identity has it been taken
Is my heart breaking
On me?
All my plans, they fell through my hands
They fell through my hands
On me
All my dreams, it suddenly seems, it suddenly seems
Empty.


Vazios

Algo levou minha vida
E eu não sei para onde ela foi
Alguém me causou um conflito
E não é o que eu estava procurando
Você não me enxergou? Você não me escutou?
Você não me enxergou parada lá?
Porque você desligou as luzes?
Você sabia que eu estava dormindo?
Faça uma oração por mim
Me ajude a sentir a força que eu sentia
Minha identidade foi levada
Meu coração está se partindo
Em mim?
Todos os meus planos caíram das minhas mãos
Eles caíram das minhas mãos em mim
Todos os meus sonhos de repente parecem, De repente parecem
Vazios
Vazios.
  
Quanta intensidade para falar do….. vazio! Notou que é sobre isso que a música trata? Identidade, planos, sonhos….vazios. Mas, curiosamente, misturada à melodia instrumental e, obviamente, à performance da vocalista, a música ganha certo sentido! Faz sentido escutá-la, mesmo que ela essencialmente trate do…..nada! O que sobra, então, senão nada? É aqui que vemos o paradoxo aparente: nada causando algo. Mas, o paradoxo é só aparente. De fato, algo está causando algosentimento acerca do nada, que, com toda a probabilidade foi um, senão o maior, motivo de inspiração da canção, e é o que, na verdade, inspirará outros tantos a divulgarem o trabalho do The Cranberries (o que, diga-se de passagem, já tem sido feito: o grupo agradece). O que, portanto, torna o feito de uma música de determinado grupo da Irlanda ser celebrada mundo afora, quando sua mensagem é basicamente sobre “vidas, planos e sonhos vazios“? A resposta não pode ser só a letra ou o conteúdo imediato do centro da canção, muito menos apenas a forma como aquela mesma mensagem vem “embrulhada para presente”, isto é, o arranjo melódico para os ouvidos de adolescentes e jovens, homens e mulheres, que com certeza inspirar-se-ão escutando Vazio do The Cranberries. Ora, mas se a coisa não está presente no conteúdo apenas, ou somente na forma, onde estaria? Resposta: no legado contemporâneo da melancolia niilista da modernidade, cujo apelo encontrou sua “galinha dos ovos de ouro” nas pragmáticas performances dos palcos de bandas de pop rock “deprê”, as quais, por sua vez, encontram guarida nos corações de adolescentes e jovens ocidentais, os tornaram-se cultores do niiliismo. Este perpetua-se, como na canção do Cranberries: ocasionalmente sendo a principal causa de verdadeiras “obras-primas contemporâneas” . 

Opa, espere aí!…. Antes de deduzir se gosto ou não do Cranberries, chamo a atenção para algo para uma pergunta muito mais importante do que uma simples questão de preferência mundana. Por quê? Por que há tantos adolescentes e jovens que juntam-se para ouvir uma bela melodia sobre o nada? Ou por que afastam-se do mundo real e perdem-se no ilusório encanto que parece ter o vazio? Jovens absortos e cultores do vazio tornar-se-ão pais, mães, sociólogos, psicólogos, filósofos, professores, pedagogos não menos entusiastas do mesmo vazio, o qual podemos chamar de niilismo pragmático, dada a força com que se propaga, auxiliado pela inestimável contribuição da tecnologia, o que o faz chegar não só aos recônditos da Terra, como, na mesma proporção, aos recônditos da alma. À medida em que a cultura do niilismo pragmático se dissemina, aumenta o nível de inspiração que este mesmo sentimento quanto ao niilismo causa, o que gerará ainda mais niilismo, ao ponto de vermos, como temos cansativamente visto, nosso sentimento em relação ao vazio como uma das maiores fontes de inspiração para um sem número de adolescentes e jovens filhos da modernidade, tornando-se infelizmente “a geração do nada”. Ora, se cultuamos de um modo geral o nada, não é necessário ser um Ph.D. em astrofísica para saber que é muito fácil observarmos que tudo o que advém da cultura do nada encontra espaço proeminente no campo da inspiração artística (pós)moderna. Logo, o nada passa a ser objeto central de um “culto” (“cultura”, entendeu?) que evocará o vazio para quaisquer áreas dos nossos sentimentos. Não é sem explicação, por exemplo, que o tema da morte seja tão cultuado nos dias atuais. E tornou-se, aliás, uma obsessão para muitos pensadores, filósofos do século XX, os quais tentaram encontrar resposta às suas indagações na serenidade do vazio incognoscível da morte.


Como um fim inevitável, a morte passou a ser algo, para nós como sociedade, um assunto que beira a veneração. Voltemos à chamada cultura pop no cinema. Há décadas que não se celebra a vida, mas a morte, ou, ao menos, as situações ridiculamente desesperadores em que os personagens de variadas películas, ou perderam suas vidas ou passaram um bom tempo em situações de iminência da morte. São estas mesmas situações que fazem com que venhamos a prestar nosso “culto” à determinado filme, e, aqui, digo “culto” no sentido de “reverenciarmos”. Não me entenda mal, prezado leitor. Não falo de “reverência” no sentido formal da palavra, mas no sentido prático. Se desprendermos horas e horas anuais para assistirmos fugas eletrizantes, tiroteios inimagináveis, destruições apocalípticas, mortes nos mais elevados graus de criatividade, associando isso tudo a vampirismo, licantropia (ou “lobisoinismo”..rs), bruxaria e suas evocações de mortos, além da moda do momento, zumbis, então podemos afirmar que a indústria da 7ª Arte entendeu que, não somente reverenciamos a morte – e tudo o que ela filosoficamente representa -, como estamos dispostos a pagar montanhas de dinheiro para nos aproximarmos dela e do quanto ela nos fascina.

 

Você, prezado(a) leitor(a), talvez ainda não tenha feito todas as associações sugeridas neste breve texto; mas, de tudo o que foi dito, gostaria de que meditasse na assertiva que tentei defender, ao longo do texto, ou seja, que este legado moderno influenciou muitos e os mais variados aspectos de nossa cultura: da política às relações intrafamiliares, o niilismo pragmático inspirou ideias que, a médio e longo prazos, dividiriam reinados, destruiriam nações (vide a histórias nas nações politicamente niilistas, como as comunistas), ceifariam milhões de vidas e que, por fim, alastrar-se-iam por todo o hemisfério ocidental, agarrando-se à alma do jovem contemporâneo para fazê-lo “curtir” a condição de estar perdido dentro de si mesmo. O niilismo é uma espiral sem fundo que surge diante da consciência humana como uma armadilha mortal. Os que nela caem, a princípio não se machucam, mas, curiosa e estranhamente, veem-se diante de uma espécie de poço sem fundo, no qual, durante a queda, desapercebidamente passamos por uma infinidade de outras armadilhas. 

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Pesquisa recente sobre Escatologia revela: maioria dos pastores não acredita em "arrebatamento pré-tribulacional, mas crê no período literal do "Milênio"

A maioria dos pastores acredita que Jesus vai voltar no futuro. Mas poucos estão de acordo sobre os detalhes do Apocalipse. Um terço dos líderes evangélicos esperam que os cristãos sejam arrebatados, ou levados para o céu ao encontro de Jesus, antes que comece o período da Grande Tribulação. Cerca de metade deles acredita que um falso messias conhecido como o Anticristo aparecerá em algum momento no futuro.
Estas são algumas das conclusões de uma nova pesquisa sobe a teologia do fim dos tempos promovida pelo Instituto LifeWay Research. Os estudiosos ouviram mil pastores, das principais denominações, incluindo luteranos, metodistas, batistas, presbiterianos, assembleianos e outros pentecostais.
Segundo Scott McConnell, vice-presidente da LifeWay, as questões teológicas do final dos tempos continuam sendo assuntos populares entre os fiéis. “A maioria das pessoas querem que o seu pastor pregue sobre o livro do Apocalipse e o fim do mundo”, diz ele. “Mas essa é uma tarefa complicada. Os pastores e os estudiosos muitas vezes discordam sobre como os acontecimentos relativos ao fim irão se desenrolar”.
McConnell entende que não é algo totalmente ruim que os pastores discordem sobre os detalhes do Apocalipse. A maioria concorda com os principais ensinamentos sobre a Segunda Vinda. Para ele, os outros detalhes não afetam diretamente a vida cotidiana da maioria dos cristãos.
O foco da pesquisa abordou três aspectos principais:
O momento do arrebatamento (1 Tessalonicenses 4: 15-17 e Mateus 24)
A natureza do Anticristo (1 João e 2 João e outros textos)
O milênio, quando Jesus reinará por 1.000 anos (Apocalipse 20: 1-10)

Arrebatamento é assunto que mais divide opiniões

Cerca de um terço (36%) dos pastores acredita no pré-tribulacionismo, ou seja, o arrebatamento antes da Grande Tribulação. Nesse cenário, os cristãos verdadeiros não passam pelo período de turbulência onde os que ficaram na terra sofrem grandes problemas. Um quarto dos pastores (25%) acredita que o arrebatamento não é literal.
Ao mesmo tempo, dezoito por cento acham que o arrebatamento acontecerá depois da tribulação (18%). Uma minoria defende que o arrebatamento já aconteceu (1%), ou que irá ocorrer durante a tribulação (4%), ou antes da ira de Deus ser derramada sobre a terra (4%). Um grupo não concorda com nenhum destes pontos de vista (8%), ou não tem certeza sobre o que vai acontecer (4%).

A maioria espera o Anticristo, mas discorda sobre datas

Os pesquisadores também descobriram diversos pontos de vista conflitantes sobre o Anticristo. Cerca de metade dos pastores (49%) dizem que o Anticristo é uma figura humana que vai surgir no futuro. Outros dizem que não há um Anticristo (12%), mas seria apenas uma personificação do mal (14%), ou de uma instituição (7%). Seis por cento dizem que o Anticristo já esteve aqui.

Pré-milenismo é comum

Os pastores também discordam sobre os detalhes do reino milenar. Cerca de metade (48%) acreditam no pré-milenismo, visão de que um reino de Cristo por 1.000 anos acontece no futuro. Quase um terço (31%) defende o amilenismo, ideia de que não há um milênio literal, mas sim que Jesus já governa os corações e mentes dos cristãos.
Um em cada 10 (11%) acredita no pós-milenismo, perspectiva de que o mundo irá gradualmente tornar-se mais cristão, até que Jesus volte.
Fonte: GP

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Palestra IALTH - "Verdade e Ciência", com o prof. dr. Fernando Raul (UFPE)



Há quem diga que, depois de Immanuel Kant, o maior filósofo do século XVIII, ciência (conhecimento humano) e teologia (fé) divorciaram-se indefinidamente, tendo a ciência se tornado no único paradigma da verdade; e os cientistas, nos "novos escolásticos". Até que ponto isto se justifica? Só existem verdades científicas? Quais os LIMITES DA VERDADE NA CIÊNCIA?

No dia 28 de Maio (sábado), às 09:00, o IALTH (Inst. Aliança de Linguística, Teologia e Humanidades) promoverá mais uma palestra exclusiva, desta vez com a presença do prof. dr. Fernando Raul (UFPE), que palestrará sobre "CIÊNCIA E VERDADE", abordando as relações sobre os tipos de conhecimento. Imperdível.

QUANDO: 28 de Maio, às 09:00 da manhã. Haverá uma pausa para um café (teremos cantina diversificada funcionando).

ONDE: IALTH - Rua Odon Rodrigues de Moraes Rego, 20, Cidade Universitária.

INVESTIMENTO: apenas R$ 20,00. As inscrições já estão sendo feitas no IALTH.


VAGAS LIMITADAS!!! Não perca esta manhã única!!!

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Site "Yahoo!" sensacionalismo editorial, burrice ou um desserviço informativo propositado?

Imagem do Yahoo!, de 21/04/2016. CLIQUE NA IMAGEM para ampliá-la.

Há um tempo que venho observando as "reportagens" tendenciosas do Yahoo! Que o site (brasileiro) é pró-Dilma e PT, isto ninguém duvida, mas às vezes esses caras superam-se no quesito analfabetismo funcional. Esta manchete de uma dessas reportagens do Yahoo! não me deixa mentir. Propositalmente ambígua, a manchete diz: "Schahin confirma ´proprina´ de U$ 2,5 milhões a Moro". O que você entende quando lê assim, amigo internauta. É que o delator estaria dizendo que o juiz Sérgio Moro recebera uma propina milionária, não é isto? E eu não quero nem entrar no mérito de uma manchete conter a palavra "propina" escrita assim: "proprina". Que o analfabetismo no meio midiático (principalmente o jornalístico) é gritante, isso ninguém duvida. Mas, penso que aqui a coisa é mais séria. Não é somente o fato de haver uma má construção frasal, não - A REPORTAGEM, NA VERDADE, FALA QUE O DELATOR "CONFIRMOU A MORO, EM JUÍZO, UMA PROPINA DE U$ 2,5 MILHÕES" -; mas, muito mais do que isso, sabedores dos maus costumes dos brasileiros, os editores do Yahoo! sabem que a maioria, infelizmente, não lê devidamente as reportagens. Lê as manchetes. E, ao meu ver, esse é exatamente o intuito: propagar algo propositalmente ambíguo para se criar um clima de disse-me-disse, incertezas, controvérsias, boatos, etc. Esta baixeza é inimaginável para o um veículo midiático que alegadamente se presta a ser uma agência a serviço da informação. Vê-se, claramente, que por essas e outras, o Yahoo! está a serviço da desinformação, da histeria, do sensacionalismo barato (para se dizer o mínimo), e pior: isto às custas da idoneidade de uma das mais importantes figuras públicas dos tempos recentes, cujo serviço incansável tem sido um vento de esperança de que, apesar de tudo (inclusive de sites como o Yahoo!), talvez se possa fazer algumas coisa por essa tão combalida nação. 

Nota "0", Yahoo!... Em tudo: ombridade, jornalismo, informação e inclusive no Português. 

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Pai se passa por filha de 11 anos, marca encontro com pedófilo em rodoviária e suspeito é espancado por transeuntes

Um homem de 28 anos, suspeito de pedofilia, foi espancado na rodoviária de Mogi das Cruzes, em São Paulo, na tarde deste sábado (16), depois de ter marcado um encontro com uma criança de 11 anos através do Whatsapp. Na verdade, quem trocava as mensagens com ele eram o pai e a madrasta da garota, que tiveram acesso ao teor das conversas iniciadas no final do mês passado.
De acordo com o G1, o pai da menina contou na delegacia que na madrugada de 27 de março um estranho fez contato com o celular da filha dele pelo Whatsapp. Segundo ele, havia a mensagem “oi” e a foto de um pênis. O pai ainda relatou que a filha viu a mensagem por volta das 10h e entregou o celular para a madrasta, que respondeu “oi, quem é?”.
Pai levou para a polícia mensagens que teriam sido trocadas pelo WhatsApp com suspeito de pedofilia em Mogi; mensagens foram anexadas a boletim de ocorrência (Foto: Reprodução/Polícia Civil)
(Foto: Reprodução)
Ainda de acordo com o pai, houve resposta apenas às 11h19. Segundo o boletim de ocorrência, a madrasta se passou pela criança e começou a conversar com o suspeito. O pai disse que ele próprio também se passou pela filha na tentativa de descobrir o que o homem queria com a criança. Desde então, segundo o pai, a criança não falou com o suspeito. Ainda de acordo com o pai, as conversas foram se prolongando e o homem pedia abertamente fotos da menina pelada, perguntava sobre o corpo, etc.
Segundo o pai, na madrugada deste sábado, o homem propôs um encontro e eles marcaram na rodoviária. O suspeito chegou a mandar uma foto do próprio busto para ser reconhecido.
Na hora marcada, a madrasta e o pai esperavam o homem no terminal, perto do banheiro. A madrasta falava com o suspeito ao telefone se passando pela criança. Quando ficou frente a frente com a madrasta, o pai relatou que o suspeito gesticulou como se fosse abraçá-la e foi segurado.
O pai acrescentou que pessoas que passavam pelo local perguntaram o que estava acontecendo e a madrasta disse: “pedófilo!”. Segundo o pai, populares começaram a agredir o suspeito até a chegada da Polícia Militar. O pai disse que tentou evitar a agressão porque já havia chamado a polícia, mas havia uma dez pessoas agredindo o homem. Ele relatou à polícia que “fez o que pode para tentar evitar a agressão pois seu objetivo era a prisão do indivíduo.”
Pai levou para a polícia mensagens que teriam sido trocadas pelo WhatsApp com suspeito de pedofilia em Mogi; mensagens foram anexadas a boletim de ocorrência (Foto: Reprodução/Polícia Civil)
(Foto: Reprodução)
O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Mogi das Cruzes com base no artigo do Estatuto da Criança e do Adolescente que trata de “aliciar, assediar, instigar ou constranger.” O suspeito não foi levado para a delegacia porque precisou ser hospitalizado no Hospital Luzia de Pinho Melo, mas no boletim de ocorrência consta que ele é “averiguado”. O pai da menina levou para a delegacia os pertences do suspeitos, que incluiam celular com dois chips, chip avulso, preservativos e bolsa de pano, que serão encaminhados para perícia.

Fonte: Correio 24h

terça-feira, 12 de abril de 2016

Crescimento do número de ateus no Brasil preocupa Igreja Católica

Crescimento de ateus no país estaria preocupando Igreja Católica
Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o crescimento no número de ateus no Brasil preocupa a liderança da Igreja Católica. Dados de um levantamento, revelados durante a 54.ª Assembleia-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que está ocorrendo em Aparecida (SP), mostram que 8,9% da população se declararia ateísta.
O último número oficial sobre os brasileiros que se afirmam ser “sem religião” é de 7,9%, do Censo de 2010. Segundo a CNBB, a proporção subiu para 8,9% em 2014.  Talvez por falta de informação (ou má fé), o Estado afirma que esses “sem religião” são ateus. Na verdade, segundo o IBGE, em 2010, os ateus e agnósticos somavam apenas 740.000 de uma população de 190 milhões de pessoas (0,39%).
Uma vez que os dados da CNBB não estão disponíveis para o público, certamente o aumento foi no número dos “sem religião”, algo já previsto por estudiosos das religiões no país. Na verdade, seguiria uma tendência mundial. Isso não significa que a pessoa não creia em Deus, apenas não se identifica com nenhuma forma de religião organizada.
Seja como for, o bispo de Santo André, dom Pedro Cipollini, da Comissão de Doutrina e Fé da CNBB, atribui essa situação como efeito de um pluralismo religioso cada vez maior. “Durante 400 anos, todo mundo no Brasil era obrigado a ser católico, como mostra a história. Hoje vivemos um regime democrático também na religião e é natural que, com mais opções, haja uma distribuição”, declarou.
Segundo os bispos católicos, o ateísmo brasileiro não é agressivo ao ponto de fazer campanha contra quem acredita em Deus. Obviamente, ele desconhece o crescente número de campanhas nas redes sociais contra a religião, sobretudo contra os evangélicos.
Dom Pedro Cipollini reconhece, contudo, que esse aumento pode ser um fruto direto da “ideologia marxista” que tomou conta da educação no Brasil nos últimos anos. Promovida pelo partido que ora ocupa o poder, não é permitido que se fale em Deus no processo educacional.
“Vivemos num estado laicista, que é deletério, porque proíbe falar de Deus, que é elemento constitutivo da natureza humana”, critica. Ele conta que há casos emblemáticos, como uma creche que, por ter um quadro de Jesus, foi ameaçada de perder a subvenção da prefeitura.
Para o líder católico, “Se não fizermos nada, vai ser proibido falar em religião e não se pode educar uma pessoa sem falar no aspecto religioso.”

Questão filosófica

Já dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre (RS), atribui a queda no número de católicos às mudanças no conceito de família e as sucessivas campanhas pelo respeito às diferenças. Essa é outra bandeira de viés marxista bastante forte nas campanhas oficiais do governo.
A coordenadora do programa de pós-graduação em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Irene Dias de Oliveira, defende que o ateísmo contemporâneo “reflete mais que uma negação de Deus”. Trata-se de “uma insatisfação da pessoa pelo Deus que lhe foi pregado ou apresentado”.
Conclui então que essa forma de ateísmo tenta justificar-se mais em problemas sociais, culturais e históricos do que em uma contestação consciente e profunda de Deus.
“O ateísmo contemporâneo poderia sugerir também a insatisfação ou a impotência de algumas pessoas em não encontrar respostas ‘adequadas’ e cientificamente satisfatórias a uma pergunta sobre a existência de Deus, o mal e o sofrimento dos inocentes”, assevera a especialista. 

Fonte: GP

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