quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Após mega explosão na China, corrupção e suspeitas apavoram o país. Bolsas desabam na incerteza geral


A potência das explosões foi de 21 toneladas de TNT
A potência das explosões foi de 21 toneladas de TNT
Sucessivas explosões abalaram a cidade Tianjin, quinta maior cidade da China e um de seus polos mais dinâmicos.

Tianjin é o porto de Pequim, do qual dista pouco mais de 110 quilômetros. Por ele passam 540 milhões de toneladas de mercadorias por ano. É o quarto maior porto do mundo.

O fogo teria começado nos depósitos portuários da Rui Hai Logistics especializada no transporte de produtos perigosos, que chegam ou saem por barco, caminhão ou trem.

Todo ano, a empresa transporta um milhão de toneladas de mercadorias desse tipo.

A empresa vinha sendo apontada há anos pela falta de segurança de seus procedimentos, mas nenhuma medida foi tomada a respeito. Tal carência é comum na China onde a corrupção grassa na administração pública e no Partido Comunista garantindo a impunidade, como referiu o jornal de Paris, Le Monde. 

O local da explosão ficou parecendo um campo de batalha, segundo o jornal de Paris Le Figaro.Milhares de carros carbonizados, prédios devastados incontáveis contêineres desfeitos e empilhados. 

Calcula-se que a potência da série de explosões foi de 21 toneladas de TNT. A terra tremeu como num terremoto e as ondas expansivas devastaram tudo num raio de 2 quilômetros do epicentro. 

O presidente Xi Jinping prometeu um inquérito implacável e “ uma informação transparente para o público”.

Ato contínuo, as autoridades locais confiaram o inquérito ao exército que baniu os jornalistas do local e cerceou a informação independente.

Tudo parece feito para nada ficar claro: causas, origem do incêndio, materiais envolvidos, responsáveis, até o número real de mortos e feridos.

Não se entende como tantos materiais perigosos podiam ser armazenados perto da residência de milhares de pessoas
Não se entende como tantos materiais perigosos podiam ser armazenados
perto da residência de milhares de pessoas



























A China tem uma longa e triste história de catástrofes industriais que levaram enorme número de vidas, atribuíveis a falta de segurança básica e à corrupção generalizada na administração pública e no aparato do Partido Comunista.

Nas calamidades precedentes, as autoridades socialistas concentraram sua intervenção no abafamento dos fatos. A população não acredita mais no que lhe é dito.

Há um ano, um explosão numa fábrica de peças para carros em Kunshan, a uma hora de Xangai, deixou 75 mortos. Segundo a Justiça houve desrespeitos flagrantes às normas de segurança. Mas, nada de sério foi feito. Depois foi a sinistra vez de Tianjin.

E três semanas depois foi a vez de uma fábrica química na cidade de Zibo, província de Shandong. Repetiu-se o esquema mortal da explosão de Tianjin, a maior das duas calamidades.  

Não se entende como materiais perigosos podem ser armazenados em tão grandes proporções perto da residência de milhares de pessoas, em Tianjin, Zibo e em outras localidades. Segundo o grupo de mídiaCaixin, de Pequim, os funcionários da empresa responsável jamais receberam instrução específica no quesito segurança. 

Cinco dias depois da calamidade, a China ainda contava os mortos – 123 segundo o computo oficial – e os feridos – mais de 700. Tal vez nunca se saberá o número real. No local, os restos de cianeto, ao qual se atribui o desastre, equivaliam a 356 vezes a quantidade limite tolerável.

Para Claude Meyer, do Centre Asie do Institut Français des Relations Internationales – IFRI e professor de Ciências Políticas da Sorbonne, a catástrofe interessa a perto de 300 multinacionais das mais importantes do mundo, noticiou 20minutes.fr. 

“É difícil conhecer as consequências econômicas do desastre, especialmente porque as informações fornecidas pelas autoridades são muito parciais”, observou.

O problema segundo ele não é tanto o dano material – imenso, mas assimilável – mas o fato de “ter sido posto em evidência e de maneira espetacular o problema da segurança na China”.

Incidentes análogos já aconteceram em outras partes do país, mas ficaram menos conhecidos. Agora, o regime não pode abafá-lo.

Enquanto a população ainda se recuperava do impacto foi assaltada pelo pavor de uma contaminação química geral. As primeiras chuvas formaram sobre o solo uma estranha espuma branca.

Peixes mortos à beira do rio Haihe perto do local das explosões
Peixes mortos à beira do rio Haihe perto do local das explosões





















Os jornais locais publicaram numerosas fotos, as redes sociais estavam cheias de especulações. Muitos falavam de assaduras e queimaduras da pele, escreveu Le Figaro. 

E os temores não eram só psicológicos. O chefe do Escritório de Proteção do Meio Ambiente de Tianjin, Bao Jingling, aconselhou os habitantes a não se expor à chuva e nem misturar com água a poeira espalhada pela explosão. 

Não demorou muito para as beiras do rio Haihe próximo do local das explosões aparecerem cobertas com imensas quantidades de peixes mortos.

NBC News noticiou que “a divisão de luta química do exército foi enviada ao local e que a situação estava gerando muita preocupação”.

O governo admite a presença de centenas de toneladas de cianeto, altamente tóxico, usado pela indústria civil. O recurso a uma equipe de 217 militares especialistas em armas nucleares, bacteriológicas e químicas, junto com o silenciamento das fontes independentes de informação faz pensar em algo inconfessável.

Em várias contas de Weibo, espécie de Twitter chinês, há queixas de censura de fotos. 

Segundo a agência oficial China News, os principais donos da Rui Hai agiam sob nomes falsos e faziam parte da nomenklatura comunista que governa o país. 

Dong Shexuan, 34, que controla 45% da Rui Hai é filho do antigo chefe de polícia de Tianjin e usava o nome de um colega, por causa do pai. De fato, Dong reconheceu ter obtido as licenças por meio de suas relações políticas na polícia e nos bombeiros, noticiou Le Figaro. 

O primeiro ministro Li Keqiang contempla a magnitude do desastre. O presidente Xi Jinping prometeu transparência total mas mandou silenciar a imprensa
O primeiro ministro Li Keqiang contempla a magnitude do desastre.
O presidente Xi Jinping prometeu transparência total mas mandou silenciar a imprensa
A outra parte da empresa pertence a Yu Xuewei, ex-diretor daSinochem, o gigante da indústria química chinesa que agia dissimulado por trás do nome de um terceiro.

Rui Hai International Logistics chegou a trabalhar sem licença nenhuma, informou aChina News. Yu Xuewei justificou-se, dizendo que “muitas outras empresas agem assim”.

O próprio prefeito de Tianjin fez um mea culpa sinuoso e público. “Não posso eludir minhas responsabilidades”, disse Huang Xingguo, enquanto os moradores evacuados de suas casas tornadas inabitáveis manifestavam enfurecidos diante do luxuoso hotel onde o prefeito fazia sua conferência de imprensa. 

Por sua vez, o governo central tenta passar toda a responsabilidade aos dirigentes socialistas locais. Pequim quer driblar a cólera popular e o vespeiro de denúncias da irresponsabilidade geral do sistema comunista a nível nacional. 

A opacidade com que o governo trata do caso atiça a desconfiança da população, como aconteceu há pouco no terremoto de Sichuan e é um dos fatores mais aterrorizantes do pesadelo que sofre a grande nação chinesa sob a bota comunista.


Fonte: Pesadelo Chinês

Rabino famoso em Israel diz ter recebido aviso de Deus: "A guerra é iminente"

O rabino Amram Vaknin, 76 anos, é conhecido por ter previsto conflitos armados em Israel, como a Operação Pilar de Defesa (2012) e Operação Borda de Proteção (2014). Recentemente, em sua modesta casa na cidade portuária de Ashdod, ele disse que recebeu um novo alerta: “a guerra está chegando a Israel em breve”.  Embora controversas, as previsões místicas de Vaknin são bastante respeitadas por segmentos do judaísmo.
Gil Nachman, um aluno do rabino Vaknin deu ao site Breaking News Israel os detalhes. Segundo ele, “Os muçulmanos vão contaminar a água e a comida. Eles vão danificar a eletricidade. Haverá pessoas morrendo nas ruas, milhares de pessoas em todo o Israel”. Ele inclusive aponta para Hanin Zoabi, deputado árabe membro do Knesset, como o líder dessa investida. Afirmou ainda que Zoabi é um espião a serviço do Estado Islâmico e do Hamas e estaria fornecendo aos grupos terroristas as informações que necessitam para planejar os ataques.
Ressaltou ainda que Deus permitirá isso para que os líderes desta geração “se arrependam”. “Hashem (Deus) quer levá-los pelo caminho certo. Todos nós precisamos fazer a teshuva (ritual de arrependimento pelos pecados)”. Nachman lembrou que, no passado, líderes judeus como Moisés e Davi sabiam os decretos contra o povo judeu antes que eles acontecessem. Esses grandes líderes sempre demonstravam arrependimento, mas os líderes de hoje não agem assim.
Ressaltou que Deus sempre dá avisos. “Cada terremoto, cada incidente terrorista, cada batalha, é um aviso para acordarmos”, asseverou. “A guerra está muito próxima. Não temos escolha. O teshuva do povo judeu irá determinar a vinda de rachamim (misericórdia divina). Mas a guerra está definitivamente chegando”, insistiu Nachman. Fez também um alerta: “Parem de pensar somente nas coisas materiais. Isso não vai lhes dar vida. Quando o Mashiach (Messias) vier, não trará bens materiais para ninguém… Estamos chegando perto do grande dia do Mashiach.  Temos de estar prontos e preparados”.
Este é o segundo aviso sobre a chegada do Messias feito por um rabino influente este ano. Em julho, o rabino Chaim Kanievsky, uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo, também alertou sobre o fim dos tempos e apontou para o evento que marcará “o final do ano sabático”, em 29 de Elul no calendário judeu (12 de setembro de 2015).
Fonte: MsM

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Homem interrompe pregação de John McArthur e o repreende publicamente (VÍDEO)

“Profeta” repreende John MacArthur por pregar que os dons cessaram

Um vídeo se tornou viral nos Estados Unidos mostrando mais um pastor famoso sendo repreendido. Mês passado, seis homens foram presos depois de chamar Joel Osteen de “mentiroso”Desta vez, um homem natural da Escócia, alegando ser um profeta enviado por Deus, interrompeu o culto da igreja Grace to You, liderada pelo pastor John MacArthur. Seu nome não foi revelado, mas o vídeo mostra que ele traz uma repreensão pelo fato de McArthur defender cessacionismo. Essa doutrina afirma que os dons do Espírito Santo mencionados na Bíblia cessaram com os apóstolos.
McArthur é um grande crítico do movimento pentecostal, tendo escrito livros e pregado continuamente sobre o assuntoDo púlpito, o pastor ouviu a repreensão em silêncio. Enquanto os seguranças da igreja tiravam o homem da nave, ele continuou a chamar o pregador ao arrependimento. Em seguida, o pastor MacArthur, respondeu com bom humor, assegurando aos congregantes que a equipe de segurança iria lidar com o intruso com gentileza.
Também ele explicou que, de acordo com 1 Coríntios 14, o espírito está sujeito ao profeta. Logo, se aquele homem fosse um profeta verdadeiro, não teria se comportado daquela maneira. Limitou-se a dizer que aquela era uma “situação triste” e que não era a primeira vez que algo semelhante ocorria. O incidente acabou virando motivo de piada nas redes sociais, mas tocou num ponto crucial da teologia. Vários teólogos pentecostais criticaram a decisão do “profeta escocês” de se manifestar desta forma, mas insistem que se McArthur estivesse certo as igrejas pentecostais não seriam as que mais crescem no mundo.
Também lembraram que a maioria das igrejas que negam os dons do Espírito Santo na atualidade abraçaram a teologia liberal, que inclui a aceitação da homossexualidade. Ainda que tenha lidado com o profeta que invadiu o culto com humor e paciência, em seus escritos, MacArthur sempre usou uma forma contundente e até agressiva. Por isso é chamado de divisionista, uma vez que ridiculariza e condena seus irmãos pentecostais. 
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 25 de agosto de 2015

A mãe do "Bebê de Rosemary"

Para quem tem 35 anos ou mais e que aprecia filmes inteligentes e bem conduzidos, sejam de terror ou não, o filme de terror de finais da década de sessenta "O Bebê de Rosemary" é daqueles que não se desatualizam. Dirigido pelo controverso Roman Polanski, cuja mulher, Sharon Tate, morrera num ritual macabro pelas mãos da trupe psicopática de Charles Manson, o filme é sobre a vida de um casal que se muda para um prédio normal, em Nova York, o agora famoso "prédio Dakota" e lida com estranhos vizinhos. Sem querer fazer mais do mesmo - pois existem inúmeras e muito boas críticas ao filme, nestes quase 50 anos após ser lançado -, o fato que aqui destaco e sobre o qual me detenho um pouco diz não só respeito à atualidade sinistra do filme, como o que vejo nele representado.

Na película, satanistas são representados como vizinhos normais, pessoas integradas à sociedade e que andam entre nós diariamente, Brilhantemente, o controvertido Roman Polanski mostra-nos um satanismo que, ao meu ver, é muito fiel àquilo que existe, de acordo com quem viveu o próprio satanismo tradicional. São pessoas que vivem, conscientemente, não com piercings e à música de rocks estridentes e psicodélicos satânicos, mas sob a égide da mais perfeita aparência de boa vizinhança. Sedentos de poder, mas meticulosos e pacientes, aqueles bruxos que orquestram um ritual, drogando Rosemary para que ela tenha relações com o Demônio e engravide, gerando o "Filho das Trevas", o Anticristo, raptam a criança e deixam Rosemary (interpretada pela atriz Mia Farrow - foto abaixo) às cegas, sem saber o que é realidade ou delírios esquizofrênicos, os quais é levada a acreditar que adquiriu. Com o marido aliciado pela seita de bruxos, posto que fora-lhe prometido vir a ser um grande ator, Rosemary encontra-se só, confusa, atordoada, sem saber o que é desequilíbrio, loucura ou realidade.


Porém, o que choca, contudo, é o final. Não pelas bobagens holywoodianas costumeiras de filmes recentes do gênero. Rosemary, na trama, há muito desconfia de seus vizinhos, aparentemente "inocentes", mas algo em si diz-lhe que eles são maus, mais que apenas sinistros. Após ter dado a luz, ela encontra uma passagem para o apartamento vizinho a partir do seu e, com uma faca em punho, vai até lá, apenas para encontrar seu marido e todos da seita de velhos bruxos satanistas, alguns mais jovens, recebendo outros bruxos do mundo inteiro, radiantes, finos e educados, bem como uma criança em um berço preto. Ao se aproximar da criança, Rosemary percebe que seus olhos são vermelhos, e as pupilas como de uma serpente. Ouvindo gritos de "Satâ vive; Deus está morto", primeiramente desnorteada e horrorizada, ela é então persuadida a cuidar a criança e, devagar, aproxima-se do berço, balançando o infante devagar para que pare de chorar e olhando com ternura para quem ela sabia ser o "Filho das Trevas", revelando-nos, pelo olhar, que aceitou a empreitada.... ainda que soubesse de quem também era aquela criança.

É neste carrossel de sentimentos aos quais a personagem principal é submetida que está a genialidade distorcida de Polansky, encontrando eco em um telespectador que, no mais da vezes, é pego desatento, envolvido pela apatia espiritual de nosso tempo, posto que nós, como Rosemary, temos nos tornado inconsequentes com as implicações das decisões que tomamos. Do medo ao pavor, deste ao repúdio e do repúdio à condescendência, Rosemary ("Maria Rosa" ou "Rosa Maria", numa alusão clara à Maria, mãe de Jesus) parece representar a própria trajetória da humanidade moderna: distanciada de Deus, vive em um estado de torpor irreal, que, ocasionalmente se apresenta com a crueldade de quem, segundo a Escritura, domina-lhe com a máxima autoridade maligna. Mas, a humanidade, cética do que ela própria sente, vê-se cair em uma espiral de decadência para, ao fim, levada pelo "instinto" da adequação e adaptabilidade, finalmente ceder à força daquele que se lhe apresenta com com o poder e indulgência de um falso deus.

Nada melhor para representar tudo isso do que a dissonância do tema musical do filme, criado por Krzysztof Komeda, que com improvisos e mistura cadenciada de ritmos, tudo embalado por uma "canção de ninar", faz-nos pensar (com medo), como parece que estamos sendo conduzidos para um terrível e dramático desfecho, não da história de um filme, mas de nossa própria história como raça.


OBS: que a glória do que se nos foi conquistado na cruz do calvário resplandeça sobre todos os que se encontram sob a crescente e forte influência das trevas, que a todos tenta sobrepujar. Tal intento, ao fim, terá sido em vão (Ap. 21:1-4)!

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