Quando o tópico da evolução humana era abordado nas carteiras da escola, costumávamos ver imagens de homens primitivos de aspecto grotesco que mais não faziam do que pintar paredes de cavernas, caçar e brincar com o fogo (se tanto). Essas imagens ocuparam a nossa mente desde cedo na nossa vida e induzem-nos (mal) a pensarmos que os seres humanos do passado realmente eram broncos primitivos sem grande inteligência, raciocínio e capacidade de aprendizagem.
Pois bem, essa é a histórinha evolucionista… que precisa apelar ao poder da visualização para convencer as pessoas de forma mais eficiente. Neste processo, as observações científicas são relegadas para o 2º plano.
Evidência de amputação.
O artigo não consegue evitar dizer que estas observações sugerem que “os verdadeiros Flintstones eram mais desenvolvidos do que se pensava anteriormente” e que, ao contrário do que se pensava, “obviamente eles tinham conhecimento médico“.
Publicado no jornal Antiquity.
CONCLUSÃO
Mais uma vez os evolucionistas ficam surpreendidos ao detectarem conhecimento tão avançado há tantos anos a esta parte (Também já tinham ficado surpreendidos com evidências de prática de medicina dentária, operações à cabeça e outros feitos semelhantes).
Por que razão elas ficam constantemente surpreendidos? Porque têm em mente uma determinada concepção da história da Terra e do ser humano. Esta concepção prévia da História da Humanidade origina o seu constante espanto pelo nível de conhecimento demonstrado pelos antigos.
Sempre que abordo casos como este, há sempre algum evolucionista residente que tenta negar o Holocausto e põe-se com tretas do género: “Nunca um evolucionista disse que não era suposto encontrar altos índices de conhecimento e inteligência na pré-História“, coisa que é facilmente desmentida pelo constante espanto demonstrado pelos evolucionistas aquando destas descobertas.
Fonte: A Lógica do Sabino
Em Cristo Jesus,
Pr. Artur Eduardo
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