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sábado, 18 de outubro de 2008

Rússia propõe à ONU um ´Conselho de Religiões´

MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES DA RÚSSIA PROPÕE À ONU A CRIAÇÃO DE UM ´CONSELHO CONSULTIVO DAS RELIGIÕES´ PARA QUE SE PROMOVA A ´ALIANÇA DAS NAÇÕES´




O ministro de Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, propôs hoje que a ONU crie um conselho consultivo sobre religião a fim de promover no mundo a Aliança de Civilizações. "Consideramos oportuno estudar a criação de um conselho consultivo de religião no marco das atividades da ONU para a promoção da Aliança de Civilizações", assinalou o ministro durante uma conferência internacional em Astana, capital do Cazaquistão.

Lavrov lamenta que a noção Aliança de Civilizações "seja olhada com receio", já que "não procura substituir os atuais mecanismos nem se alega nenhuma prerrogativa". "Também não persegue obter uma posição dominante para alguém na esfera do diálogo inter-religioso", disse. O ministro russo considera que uma plataforma como essa contribuiria para a solução dos conflitos com conteúdo religioso. "Achamos que as coincidências objetivas de interesses comuns permitem criar plataformas permanentes para o diálogo entre os líderes religiosos", apontou.

Lavrov asseverou que "nenhum dos problemas internacionais pode ser resolvido através do uso da força, já que o papel das armas está se reduzindo na política global e regional". Além disso, criticou a "política de blocos" praticada pelo Ocidente e insistiu em que a Rússia decidiu reconhecer a independência das regiões separatistas georgianas da Abkházia e Ossétia do Sul por "razões legais, morais e práticas".

Fonte: Notícias Cristãs

NOTA: Em primeiro lugar, se já existem órgãos que lidam com isso, para quê criar uma agência "reguladora" específica? É óbvio que tal proposta será vista com desconfiança. Segundo, o uso pelas armas é feito por ´extremistas´ - que, todo mundo sabe, pertencem em sua gigantesca maioria, às religiões islâmica e hindu. Assim, o correto (e é algo que há muito já vem sendo solicitado) seria promover o fortalecimento de mecanismos governamentais, principalmente aqueles ligados a estes dois principais blocos nos quais acontecem os maiores conflitos, para que os mais moderados assumam posições de mais destaque, bem como suas idéias. Enquanto cléricos e sadus extremistas, que abertamente pregam o ódio irracional contra o próximo, estiverem em posições de destaque, com influência que transcende as fronteiras nacionais, o problema será insolúvel. Não se dialoga com extremistas e terroristas. Combate-se os seus atos. É necessário uma aproximação com a maior parte da população que, diga-se de passagem, NÃO É EXTREMISTA E/OU TERRORISTA, mas muitas vezes demonstram, no máximo, inércia quando vêem seus compatriotas ou irmãos na fé cometem atos de barbárie.

Em Cristo Jesus,
Pr. Artur Eduardo

Um comentário:

Alesson disse...

De fato, o necessário é justiça e tolerância. Mas acho isso tão improvável por causa da natureza humana, entretanto creio que homens moderados possam no máximo 'acalmar' essa situação.

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