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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

As muitas mentiras (aceitas) de Ahmadinejad

PINÓQUIO ATÔMICO

Iranian nukes by Cox  ForkumNeste fim de semana a Venezuela recebe dois presidentes indesejáveis: Ollanta Humala, do Peru, que chegou ontem (7) para estreitar laços com Chávez após acertos feitos durante a inútil reunião da CELAC, e hoje à noite o ditador do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Ele diz que vem “estreitar laços” com os países da América Latina, mas na verdade o que significa sua presença na Venezuela, Nicarágua, Cuba e Equador, é conspirar junto com seus aliados contra os Estados Unidos e Israel.

A esse respeito, existe muita preocupação por parte dos venezuelanos residentes no país e exilados no exterior, mas muito mais por parte de congressistas republicanos, notadamente a cubano-americana Ileana Ros-Lehtinen, que faz parte do Comitê de Relações Exteriores dos Estados Unidos. Todos pedem ao governo Obama que tome medidas mais drásticas em relação às investidas de Ahmadinejad que, como retaliação “preventiva”, fez um ensaio de mísseis de Teerã no Estreito de Ormuz. Ahmadinejad já anunciou que empregaria toda sua força caso Washington não renuncie à presença de sua força naval no Golfo Pérsico, coisa que a Casa Branca já alertou que não fará, e o ditador iraniano ameaçou fechar o Estreito de Ormuz por onde transita 35% do tráfego marítimo de petróleo.

É sabido há anos que a Venezuela é rica não só em petróleo mas também em urânio, e que o interesse do Irã por aquele país não é somente por afinidades ideológicas com Chávez. Desde 2005 eu venho alertando sobre os negócios do urânio entre Venezuela e Irã, que pode-se ler numa nota desta edição aqui. Depois disso eu falei mais a respeito, inclusive nos misteriosos vôos Teerã-Caracas, nas fábricas de cimento, tratores e bicicletas, e os estados ricos nesse mineral, mas o tempo exíguo de que disponho para fazer esta edição não me permitiu pesquisar mais para re-publicar.

Entretanto, como esse tema agora tem tido comprovações e denúncias daquilo que os venezuelanos já desconfiam há tempo, publico nesta edição um artigo publicado pelo jornal espanhol ABC em 12 de dezembro passado que é praticamente uma seqüência de outro publicado simultaneamente pelos sites Mídia Sem Máscara e Papéis Avulsos do Heitor De Paola. A foto que ilustra esta edição é uma vista aérea da “fábrica de tratores Venirán” que é, na verdade, uma empresa de fachada. Não deixem de ler os links indicados para compreender toda a trama por trás desta “inocente” visita, e o perigo que todos nós sul-americanos corremos com estas alianças nefastas. Fiquem com Deus e até a próxima!

O Irã procura urânio na Venezuela para desenvolver seu programa nuclear

O regime de Teerã utiliza suas concessões para a extração de ouro no país bolivariano e emprega várias empresas civis como fachada

Emili J. Blasco/Correspondente em Washington

Técnicos iranianos estabeleceram quais são as áreas de maior riqueza de urânio na Venezuela e já estariam extraindo o estratégico mineral sob a cobertura do regime de Hugo Chávez, de acordo com documentação confidencial à qual o jornal ABC da Espanha teve acesso. Não só o acordo de colaboração nuclear firmado entre ambos os países viola as sanções internacionais impostas a Teerã, senão que, além disso, uma complexa trama de empresas e bancos estaria permitindo ao Irã a lavagem de dinheiro para seu alívio financeiro.

Os últimos dados sobre colaboração militar, com a venda de aviões não-tripulados à Venezuela (transações comprovadas por este jornal) e a possibilidade de que também mísseis de fabricação iraniana já estejam em solo venezuelano (assim apontam algumas fontes mas sem evidência gráfica), fizeram soar os alarmes nos Estados Unidos. Esta semana a consulesa da Venezuela em Miami, Livia Acosta, poderia ser expulsa do país, depois que um documentário de Univisión revelou com uma câmera oculta sua implicação na obtenção de informação para cometer atentados em solo norte-americano.

A conexão do regime de Chávez com elementos do Hizbolah, já levou Washington a tomar medidas no passado, porém em meio à presente crise entre o Irã e os Estados Unidos a vinculação entre a república islâmica e a bolivariana começa a atrair a atenção da CIA. Assim revelou Roger Noriega, alto funcionário na administração Bush, que agora investiga a penetração do Irã na América Latina, em uma recente intervenção no American Enterprise Institute. A aproximação entre os dois países consumou-se em 2005, ano em que o presidente Jatami visitou Caracas. Chávez devolveu a visita em 2009, correspondida meses depois pelo presidente Ahmadinejad. Na documentação oficial desses encontros, que ABC pôde consultar, se contabilizavam alguns projetos de colaboração de 30 bilhões de dólares, cifra desmedida quando se analisa pormenorizadamente cada investimento. As vultosas quantias teriam como finalidade facilitar divisas ao Irã.

Vista-aerea-fabrica-tratores-Veniran

Vista aérea da "fábrica de tratores Venirán" (Crédito: jornal ABC da Espanha)

Entre os suspeitos investimentos está a fábrica de cimento Cerro Azul (na foto), no estado Monagas. Seu orçamento é de 750 milhões de dólares, o que no julgamento de consultores externos é desproporcional para a produção que deseja realizar. O fato de que há seis anos seja planejada e ainda não tenha começado a produzir levou os grupos opositores a pensar que pode se tratar de uma empresa de fachada, principalmente quando, ademais, está proibido seu sobrevôo. Suspeitas não confirmadas apontam que a instalação, com fácil acesso ao rio Orinoco, poderia servir como lugar de carga do urânio que o Irã poderia estar obtendo no vizinho estado Bolívar, em uma concessão para a suposta extração de ouro.

Esta mina, igualmente sem permissão de sobrevôo, encontra-se em uma das áreas mais ricas em urânio da Venezuela. Embora a zona conte com jazidas de ouro, curiosamente a empresa pública iraniana que a explora, IMPASCO, não aparece na relação de companhias que extraem ouro na Venezuela. A IMPASCO, além de se ocupar de diversos minerais, está vinculada ao programa nuclear iraniano.

Determinar precisamente onde se encontram os pontos mais eficientes para a obtenção de urânio foi tarefa dos técnicos iranianos que realizaram estudo geológico em 2007, para o Instituto de Indústria e Minas (INGEOMIN). O estudo foi apresentado depois por Chávez ante a OIEA para explicar seu projeto de erigir uma usina nuclear própria, cuja construção se encarregou a mesma companhia russa que levantou a central iraniana de Bushehr. Outra das zonas com potencial de urânio é em Baúl, no estado Cojedes.

Similar falta de atividade normal para o que seria sua produção declarada é a fábrica de tratores Venirán. Supostamente, o acoplamento de peças trazidas do Irã permitiria tirar da cadeia de montagem cerca de 3 mil tratores por ano, segundo os dados oficiais. Porém, o escasso número de trabalhadores e as medidas especiais de segurança fazem pensar em outro uso. Com duplo muro de segurança, o exterior está custodiado pela Guarda Nacional Venezuelana. Parte de seu interior só é acessível a pessoal iraniano. Em 2008, um total de 22 contêineres que partiam do Irã e se dirigiam à fábrica de tratores foram interceptados na Turquia: tratava-se de material químico supostamente para a fabricação de explosivos.

Fonte: MsM

7 comentários:

beto1169 disse...

Luiz Alberto,

O senhor não consegue enxergar as atrocidades cometidas pelos EUA e seus aliados no mundo, tais como: Assassinatos de líderes governamentais, produção de armas de destruição em massa, desestabilização de governos legitimamente eleitos, terrorismo, genocídios, ou a morte de 200 mil soldados iraquianos, 120 mil japoneses em 45, 2 milhões de vietcongs, a fome na África (por ganância e má distribuição de renda) são atos humanitários e gozam das bênçãos divinas? Espero que tenha coragem de aprovar este comentário...

Artur Eduardo disse...

Primeiro, geralmente se assina no fim da mensagem e não no início. Não sabia se era você o Luiz Alberto ou se vc estava falando para algum Luiz Alberto...

Segundo, seu comentário foi publicado não por causa de "coragem", mar porque vc não usou perjorações ou algo similar. Se o fizesse ou o fizer, seus comentário nunca serão publicados.

Terceiro, informe-se melhor antes de falar dos "pobre-coitados" dos japoneses e dos vietcongs... esses japoneses apoiaram o nazismo e, por aquela geração nipônica, TODOS, hoje, estariam sob as ordens do fürer nazista. É necessário um altíssimo nível de alienação para culpar os EUA pelo que houve e, ao mesmo tempo, isentar completamente o Japão de ter entrado na guerra, arbitrariamente, inclusive atacando os EUA covardemente em Pearl Harbour. Os "bonzinhos" vietcongs não se importavam em torturar, matar e estuprar sua própria gente, na guerra suja do Vietnã, na qual envolveram-se cambojanos do Khmer (depois, traído pelo próprio regime socialista do Vietnã). As pretensões dos comunistas, antes da guerra, eram, dentre outras, a engenharia social típica do comunismo satalinista, como empregado no Camboja, que resultou na morte de mais de 2 milhões de pessoas. Se os EUA eram "maus", aqueles regimes foram simplesmente monstruosos e desumanos.... mas não vi nenhum comentário seu acerca dos tais. Por fim, parece que você quer defender Ahmadinejad, líder de um regime ditatorial, misógino, terrorista, cujas "leis sagradas" defendem a inferioridade da mulher, a morte para homossexuais (porque não vejo nenhum grupo gay brasileiro falar COISA ALGUMA sobre isso????) e a conversão ou morte para todos os não muçulmanos,como prescreve o Corão!! Esse bandido (Ahmadinejad) passeia pelo Ocidente, aproveitando-se de nossa defesa irrestrita à liberdade de expressão, para vociferar até aqui que sua meta é a "islamização" do mundo, como o fez na Univ. de Colúmbia, numa palestra que proferiu por lá. Sabe-se que Ahmadinejad financia o Hezbollah, ajuda na ditadura síria (uma das mais violentas do Oriente Médio), mente em relação ao seu programa nuclear e é um forte ponto de desestabilização na já frágil política da região (sim, posto que os islâmicos brigam mais entre si, por poder e petróleo, do que nós com eles).

Informe-se, meu caro. Leia, estude, pesquise e, com certeza, seus posicionamentos não serão clichês minimalistas "anti-imperialistas" repetidos pelos movimentos anticristãos tão presentes em nossa sociedade.

beto1169 disse...

Luiz Alberto diz:
Estes são relatos de alienados desinformados iguais a mim, caro pastor!

O povo estadunidense já estava sendo “envenenado” há muito tempo por sua mídia tendenciosa que os fazia crer que a bomba atômica daria fim a uma guerra e salvaria vidas, já que seus filhos voltariam da guerra. De acordo com Peter Scowen, autor do Livro Negro dos Estados Unidos, “para os estadunidenses, a detonação das bombas em Hiroshima e Nagasaki foram ações militares realizadas contra uma nação despótica que só podia culpar a si mesmo pelo sofrimento de seu povo. (...) Havia até um fervor religioso no desempenho estadunidense, pelo menos na cabeça de Truman: “... Agradecemos a Deus por [a bomba] ter vindo a nós ao invés de nossos inimigos; e oramos para que Ele nos guie para usa-la a Sua maneira e com Seus propósitos...” . Pior que isso, só mesmo uma reveladora pesquisa que mostra o desejo dos estadunidenses em substituir um genocídio por outro. Ainda de acordo com Scowen, “...Uma pesquisa do Gallup feita em dezembro de 1944 revelou que 13% dos estadunidenses eram a favor da eliminação do povo japonês por meio do genocídio...” .
Na época foi alegada a resistência dos japoneses em aceitar rendição incondicional, já que os Estados Unidos exigia a deposição do imperador japonês e eles não aceitavam essa condição. Dwight Eisenhower, general americano que futuramente se tornaria presidente, disse que “O Japão estava buscando alguma forma de render-se com uma perda mínima de aparência (...) não era necessário golpeá-lo com aquela coisa”.
Assim, no fatídico dia 06 de Agosto de 1945, movidos além de tudo por um sentimento indissimulável de vingança pelo ataque japonês à base militar de Pearl Harbor, aviões estadunidenses se aproximaram do primeiro alvo a sofrer os horrores das armas nucleares. Hiroshima, a então sétima maior cidade japonesa, com 350 mil habitantes, foi atacada por Little Boy, que até o fim do ano de 1945, decretou a morte de aproximadamente 150 mil japoneses, dos quais apenas 20 mil eram militares.

Não satisfeitos com tamanha atrocidade e apenas três dias depois do primeiro ataque, como se fosse possível preparar uma declaração total de rendição incondicional em três dias, os estadunidenses atacaram a segunda cidade-alvo no dia 09 de agosto. Nagasaki e seus 175 mil habitantes foram a vítima de Fat Man, segunda e mais poderosa bomba, que vitimou aproximadamente 70 mil seres humanos na contabilidade macabra feita em dezembro de 1945.(http://www.duplipensar.net.)

Ed Oliveira disse...

Pastor,

Eu estou com o Luiz Alberto. O senhor é politicamente caolho e na sua resposta isto está de forma explícita.

Implícita, está sua arrogância nos termos "informe-se, estude, pesquise", típico do peremptório religioso! Na igreja não há debate. O discurso tem que ser aceito "em nome de Deus". Não é verdade?

Como o senhor fez uma salada na resposta, quero separar, apenas dois pontos.

Primeiro ponto que o senhor citou. "e a conversão ou morte para todos os não muçulmanos,como prescreve o Corão!!".
Pois bem. Talvez, o senhor esteja se baseando em Sura 9:5 "Matai os idólatras onde quer que os encontreis..."? Concordo. É violento. E quanto ao Antigo Testamento e seus relatos violentos repulsivos? I Samuel 15:3
"Vai...e matarás homens, mulheres, meninos e (olha o absurdo!) crianças de peito..." A matança continua nos versículos 8 contra o rei Agague e o seu povo! Tudo em nome de Deus! Que lindo isso!
E no livro de Deuteronômio? 2:34-36: "E naquele tempo tomamos todas as suas cidades, e cada uma destruímos com os seus homens, mulheres e crianças; não deixamos a ninguém.
Somente tomamos por presa o gado para nós, e o despojo das cidades que tínhamos tomado.
Desde Aroer, que está à margem do ribeiro de Arnom, e a cidade que está junto ao ribeiro, até Gileade, nenhuma cidade houve que de nós escapasse; tudo isto o SENHOR nosso Deus nos entregou." E tem mais recomendações para matar os "idólatras" nos capítulos 13, 20 e etc . Nos livros que são divinamente revelados (acreditam judeus e cristãos) Êxodo, Levítico e Números, em toda parte está a pena de morte! Usando suas palavras, isto não é "simplesmente monstruosos e desumanos?
O ALCORÃO BEBEU NESTA FONTE, PASTOR! NADA DE NOVO!
O senhor busca, apenas, as diferenças. Mas, estude também os pontos de convergências!

E o segundo ponto. "inferioridade da mulher". Nossa, com a maioria das igrejas evangélicas são diferente? É só olhar o papel da mulher nessas igrejas. Quantas são líderes e pastoras por aí? Tem delas que seguem a risca o 'mandamento' paulino, de que" as mulheres estejam caladas nas igrejas. Não lhes é permitido falar..."
Isto não é "inferioridade da mulher"?

Ed Oliveira disse...
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Artur Eduardo disse...

É, tem de ser muito alienado e desinformado, mesmo, para reverberar o que o esquerdismo mundial posterior cunhou. "Minha inferência" em vc ter defendido o Japão??... o que foi este seu último comentário, sr.?...

Bem, tenho certeza de que você não sabe a informação a seguir, e por isso mesmo a posto para que, repetindo, vc se informe mais e pare de dizer asneiras como as que tem dito.

http://artureduardo.blogspot.com/2011/07/documentario-submarinos-secretos-do.html

Artur Eduardo disse...

Não há nada de arrogante em minha resposta, Ed. Não há nada de "peremptório religioso", nem essa de que "na igreja não há debate". Sua visão acerca da Igreja é que me impressiona, por - esta sim - ser "caolha", discriminatória e tão distante da realidade. Vc deveria conhecer melhor a Igreja cristã para emitir uma opinião mais conduzente com a realidade.

Em segundo lugar, vc está falando de textos (como Samuel e Deuteronômio) que tem práticas exclusivas aos seus respectivos contextos históricos. Os cananeus introduziram cultos com sacrifícios humanos e até de infantes. Aquilo, naquela época, constitui-se, da perspectiva teológica conservadora, um juízo divino, haja vista que Deus não mandou matar "qualquer povo" e de maneira indiscriminada. Veja os nazistas, por exemplo. Após a Guerra, os aliados obrigaram os alemães a trabalharaem praticamente 18 horas por dia, uma vez que a inflação subiu aos patamares da Somália, hoje. Isto, de certa forma, não foi condenar o povo a um trabalho "desumano", usando a sua lógica? De forma nenhuma, haja vista que os alemães, mesmo os que não eram políticos, estavam ´uivando com os lobos´, durante o período nazista. E observe que o caos em que foi deixada a Alemanha deveu-se apenas a questões econômicas (as étnicas não foram levadas em consideração, salvo nos tribunais onde POUCOS oficiais nazistas pagaram realmente por seus crimes hediondos). Nos tempos de Moisés, Josué e até de Davi (este, c. de 400 anos após os primeiros, ou seja, em torno de 1000 a.C.), as leis de guerra eram outras, o entendimento humano era outro e muito se não compreendia de influência a médio e longo prazo. Por descumprir parte do mandato de erradicar completamente as práticas caananéias, o próprio povo de Israel incorreu, anos após ter se apossado da terra, nos mesmos erros daqueles povos, com reis fazendo sacrifícios humanos no território hebreu (como foi o caso de Manassés, em Judá). Aviltaram-se práticas execráveis dentre os israelitas, que foram corajosamente escritas e denunciadas por escribas e profetas que, diferentemente dos povos vizinhos e impérios da antiguidade, não tinham "pudor seletivo", ou seja, não excluiam as histórias que se lhes denegrissem a imagem. É por isso que a Bíblia é um livro diferene e tem uma proposta de Verdade como não se vê na literatural antiga, mesmo a crônica, posta que esta só acentua os feitos gloriosos de seus respectivos povos, enquanto a bíblica mostra-nos o efeito destrutivo da pecaminosidade humana, sejam eles povos gentios ou os próprios judeus.

Quanto à questão da mulher, mais desinformação de sua parte: as mulheres têm cada vez mais posição de liderança, nas igrejas evangélic. Há inúmeras denominações com diaconisas, pastoras, professoras, evangelistas, missionárias, etc. Mais uma vez, afirmo que seu comentário vem recheado de discriminação misturado com um profundo desconhecimento do assunto sobre o qual está versando.

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