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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Arqueólogos gregos afirmam ter encontrado mausoléu de Aristóteles, em Estagira, na Grécia

Arqueólogos gregos acreditam ter descoberto o túmulo de Aristóteles em escavações realizadas durante mais de duas décadas na antiga cidade de Estagira, local de nascimento do filósofo.
Busto de Aristóteles (Foto: National Museum of Rome)        Busto de Aristóteles (Foto: National Museum of Rome).
"Não temos provas, mas indícios muito fortes de que beiram a certeza", declarou o diretor das escavações, Konstandinos Sismanidis, a veículos de imprensa locais.
Sismanidis apresentou hoje os resultados no congresso internacional "Aristóteles - 2.400 anos", realizado na Universidade de Salônica.
A equipe em torno de Sismanidis chegou à conclusão de que uma construção descoberta em 1996 nas citadas escavações não pode ser outra coisa que o mausoléu de Aristóteles, após analisar dois manuscritos que faziam alusão à transferência das cinzas do filósofo para sua cidade natal.
Os arqueólogos que trabalhavam em Estagira desde o início dos anos 1990 ficaram surpresos que no meio de uma fortificação do período bizantino houvesse destroços de uma edificação, cujas características não coincidiam com essa época nem com eras posteriores.
As descobertas no interior das ruínas da construção - moedas de Alexandre, o Grande, e de seus sucessores - situam seu erguimento no começo do período helenístico.
Os destroços do teto achados neste sítio arqueológico demonstraram que a construção tinha sido coberta com telhas da fábrica real, o que demonstra que se tratava de um prédio público.
O local fica entre uma galeria do século V a.C. e um templo de Zeus do século VI a.C., dentro da antiga cidade, perto de sua ágora, e com vista panorâmica.
No piso do local há um retângulo de 1,30 por 1,70 metro, o que corresponde a um altar.
Todas estas indicações e o fato de que a forma da construção não permitia atribuir-lhe outro uso que o de um túmulo, fizeram os arqueólogos suspeitar de que se tratava de um mausoléu.
Finalmente, chegaram à conclusão que provavelmente a pessoa à qual era dedicado o mausoléu era Aristóteles, com a ajuda de dois documentos antigos: uma tradução em árabe do século XI d.C. de uma biografia do filósofo grego e o manuscrito N. 257 da Biblioteca Nazionale Marciana, de Veneza.
Ambos os documentos dizem que quando Aristóteles morreu em 322 a.C. na cidade de Calcis (atual Calcídia) os moradores de Estagira transferiram suas cinzas para uma urna de cobre, a puseram em um mausoléu e a ao lado delas construíram um altar.
Fonte: Globo

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Selo do rei Ezequias, da Bíblia, é encontrado em Jerusalém

gospel
Descobertas arqueológicas em Jerusalém não são novidades, afinal de contas a cidade tem mais de 3 mil anos e foi palco de muitos conflitos e conquistas. Contudo, arqueólogos israelenses divulgaram hoje (2) um selo do rei bíblico Ezequias.
Ele governou o reino do Sul (Judá) por volta do ano 700 a.C. As Escrituras o descrevem como um monarca diferenciado, que se dedicou a eliminar a idolatria em seu reino (2 Reis, 18:5).
Chamada de ‘bula’ esse tipo de impressão numa peça de argila mede cerca de um centímetro de diâmetro. As inscrições podem ter sido feitas pelo próprio rei, afirma Eilat Mazar, da Universidade Hebraica de Jerusalém.
“Essa é a primeira vez que a impressão de um selo de um rei israelita ou da Judéia é revelada em uma escavação arqueológica científica”, comemora Mazar, que dirigiu a escavação onde a peça foi encontrada.
Outro aspecto que chama atenção é que ela foi achada na parte sul de um muro que cerca a Cidade Velha de Jerusalém. O local era uma área de descarte de dejetos nos tempos de Ezequias. Os especialistas acreditam que pode ter sido atirada de um edifício real adjacente.
Além de escritos em hebraico antigo, possui o desenho de um sol com duas asas. Esse símbolo representava antigamente a proteção divina sobre seu povo, já que era proibido para os judeus fazerem imagens de Deus, a simbologia da época era bem diversa.
Quando foi escavada, juntamente com 33 outras, não foi possível detectar-se do que realmente se tratava. Demorou cerca de cinco anos para que um membro da equipe a examinasse com mais cuidado. Utilizando uma lupa, discerniu pontos entre algumas letras, então seu significado ficou bastante claro. Esses pontos servem para a separar as palavras na escrita antiga. O texto diz: “Pertencente a Ezequias (filho de) Acaz, rei de Judá”. 
Fonte: GP

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

URGENTE: pesquisadores afirmam ter achado a cidade bíblica de Sodoma. E mais: a cidade teria sido destruída bruscamente, como afirma a Bíblia!!



O professor Steve Collins, da Universidade Trinity do Novo México, nos Estados Unidos, é líder de uma equipe de escavações que trabalhou no projeto 'Tall el-Hamman', no Vale do Jordão. Ele e o grupo de arqueólogos teriam descoberto a mítica cidade de Sodoma.
"A equipe de arqueólogos desenterrou uma mina de ouro de antigas estruturas monumentais, revelando uma cidade-estado que dataria da Idade de Bronze, e que dominou a região sul da Jordânia, no Vale do Jordão”, disse Collins em matéria do History. O estudioso também afirmou que a maioria dos mapas arqueológicos da região mantinha-se em branco até a expedição iniciar. A cidade-estado era desconhecida pelos arqueólogos até então.
O sítio escavado possui duas camadas. Uma inferior e uma cidade alta. A última é cercada por um muro de dez metros de altura, construído em tijolos de barro, de acordo com os estudiosos. Além disso também existem portas, torres e uma praça central.
"A construção exigiu milhões de tijolos e, obviamente, de trabalhadores. Foi uma enorme tarefa!", disse Collins.
As análises iniciais indicam que a cidade foi destruída de forma brusca. E, por um período de 700 anos, acredita-se que a região não voltou a ser habitada desde seu fim. No Antigo Testamento, a cidade de Sodoma, assim como Gomorra, foi destruída pela ira de Deus e foi destruída por uma chuva de fogo e enxofre.

Fonte: Yahoo!

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Bíblia de Martinho Lutero, de 1634, é encontrada na Alemanha

Bíblia de Martinho Lutero de 1634 é encontrada na AlemanhaBíblia de Martinho Lutero de 1634 é encontrada
Forças de segurança alemãs realizaram uma blitz na cidade de Lübeck, no norte do país, e conseguiram encontrar um exemplar de 1634 da Bíblia de Lutero.
O exemplar foi confiscado em agosto e desde então as autoridades tentam encontrar o legítimo proprietário da Bíblia, uma edição de couro editada pela Von Stern’sch Druckerei – editora fundada em 1614 – que tem uma anotação à mão na parte interior do livro.
A polícia não quis dar detalhes sobre a descoberta do livro e disse apenas que a investigação sobre o caso está em andamento.
Bíblia de Lutero
Bíblia de 1634
O que se sabe é que este exemplar é uma raridade, o especialista literário Wolfgang Schellmann, afirma que não se vê um exemplar em leilões há 20 anos. Ao que parece só foram publicados 60 exemplares da Bíblia pela editora Von Stern’sch desde sua fundação.
Fonte: GP

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Arqueologia - Placas antigas divulgam a vida dos exilados judeus na Babilônia


Uma pouco conhecida coleção de mais de 100 placas de argila em escrita cuneiforme, que remonta ao Exílio Babilônico cerca de 2.500 anos atrás, foi revelada, o que permite um vislumbre da vida cotidiana de uma das comunidades mais antigas de exilados do mundo.
Prof. Wayne Horowitz, um dos arqueólogos que estudaram as placas, diz que este é o arquivo judaico antigo mais importante desde a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto.
Graças ao costume babilônico de inscrever cada documento com a data, de acordo com o ano do monarca no poder, os arqueólogos puderam datar as placas entre 572 e 477 aC. A placa mais antiga na coleção foi escrita cerca de 15 anos após a destruição do Primeiro Templo por Nabucodonosor, o rei caldeu da era neo-babilônica, que deportou os judeus para a Babilônia. A mais recente foi escrita cerca de 60 anos após o retorno de alguns dos exilados a Sião, que foi permitido pelo rei Ciro da Pérsia em 538 aC.
Até agora, muito pouco era conhecido sobre a vida da comunidade judaica que tinha sido arrancada de Jerusalém e deportada para a Babilônia. A coleção também corresponde com o texto bíblico em que o profeta Ezequiel escreve:"como eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar" (capítulo 1, versículo 1). O "rio Quebar" ou "aldeia do rio Quebar" aparecem várias vezes sobre as placas.
Os estimados 80.000 judeus que permaneceram na Babilônia-Iraque após o retorno a Sião formaram o que viria a se tornar uma das comunidades mais antigas de exilados do mundo, existente por cerca de 2.500 anos sem interrupção até 1948. — www.haaretz.com, 29 de janeiro de 2015
Somos lembrados aqui do Salmo 126: 1-2 : "Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham. Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cântico; então se dizia entre os gentios: Grandes coisas fez o Senhor a estes." Esse foi o segundo retorno de Israel a Sião: o primeiro é o seu regresso do Egito para Israel.
Hoje em dia, o terceiro de retorno está ocorrendo. Este terceiro e último retorno dos judeus à terra de Israel é descrito nos dois últimos versos do profeta Amós: "E trarei do cativeiro meu povo Israel, e eles reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão, e plantarão vinhas, e beberão o seu vinho, e farão pomares, e lhes comerão o fruto. E plantá-los-ei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o Senhor teu Deus." (Amós 9: 14-15).
Fonte: Beth-Shalom

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Arca de Noé comportaria 70 mil animais

Desde que o filme Noé obteve grande sucesso nos cinemas, a história bíblica da salvação dos animais do Dilúvio voltou a ser comentada. Inclusive no meio acadêmico.
Estudantes do mestrado de Física e Astronomia na Universidade de Leicester, Inglaterra fez um aprofundado estudo sobre as dimensões exatas da grande barca descritas em Gênesis. Sua motivação era descobrir se uma construção tão grande e tão pesada poderia mesmo flutuar.
Deus instruiu Noé a construir uma arca com 300 côvados de comprimento por 50 de largura e 30 de altura. Mandou usar madeira de Gofer e revestir com pinche.
Os estudantes ingleses começaram tomando por base as medidas de côvado usadas pelos hebreus e egípcios. Estabeleceram uma média para tentar descobrir com exatidão o quanto ele mediria. Os hebreus adotavam a medida de 44,5 centímetros, enquanto que o dos egípcios tinha 52,3 centímetros. Os pesquisadores adotaram a média, ou seja, 48,2 centímetros.
Feita a multiplicação a partir desse referencial, concluíram que a Arca tinha 144,6 metros de comprimento por 24,1 m de altura e 24,1 m de largura. Isso seria semelhante ao tamanho dos grandes navios cargueiros que existem hoje, como Ark Royal.
Os pesquisadores dizem que Gofer poderia ser cedro, cipreste ou pinheiro. Para efeitos da pesquisa foi utilizado o cipreste, estimando que seria semelhante em densidade. O peso da arca vazia seria cerca de 1,2 milhão de quilos.
Pelas leis da física, para flutuar, um objeto precisa exercer uma força igual ao peso da água deslocada por ele. Portanto, a arca afundaria se sua densidade fosse maior que a da água ao seu redor.
O estudante Benjamin Jordan, 21, explica: “Usando as dimensões da Arca e a densidade da água, fomos capazes de calcular a força de empuxo. Isso, de acordo com o princípio de Arquimedes, é igual ao peso do volume de fluído deslocado pelo objeto”. “Não há dúvidas que o peso gravitacional superaria a força de empuxo, fazendo com que o ela não afundasse”
A pesquisa indicou que para abrigar todos os animais que a Bíblia pedia, seriam necessários 8.454 metros quadrados, com a capacidade de cerca de 34 metros cúbicos de espaço. Seria o equivalente a 445 vagões, ou 10 trens com 44 vagões cada.
Tendo um formato de “caixa”, poderia carregar 51 milhões de quilos, sem afundar. Isso seria o equivalente ao peso de 70 mil animais, levando em conta o tamanho e peso médio de cada espécie. Eles usaram esse referencial a partir de uma pesquisa anterior, a qual estima que havia cerca de 35 mil espécies de animais que precisariam ser salvos por Noé.
Presumindo que todas as espécies marinhas permaneceram no oceano, logo a arca acomodaria perfeitamente todas as espécies que existiam naquele tempo.
A conclusão dos ingleses é que um barco com essas dimensões e peso poderia sim flutuar. O estudante Thomas Morris, 22, esclarece “Não estamos tentando provar que ela realmente existiu, mas o que está relatado [na Bíblia] definitivamente funciona”. 
Fontes: Telegraph, GP

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Bilhões em ouro descobertos em Israel poderá financiar o Terceiro Templo, afirma rabino

Ouro descoberto servirá para construir Terceiro Templo
A descoberta de ouro com valor estimado na casa dos bilhões de dólares sob o Monte Eilat no sul de Israel chamou atenção esta semana. A entrevista do rabino Yehuda Glick, diretor executivo do Instituto Monte do Templo em Jerusalém, divulgada pelo site Breaking Israel News, indica que esse dinheiro poderia facilmente ser usado para a construção do Terceiro Templo.

Yehuda afirma que havia mantido isso em segredo durante os últimos anos, mas agora deseja que o governo seja pressionado para permitir que o ouro seja retirado. Embora bastante criticado por correntes do judaísmo, o rabino Glick é internacionalmente conhecido por sua dedicação em assegurar que o Monte do Templo seja acessível a todas as pessoas que desejem adorar no local sagrado na capital de Israel.
Seus esforços já despertaram a ira de muçulmanos a ponto de ele ter sido vítima de uma tentativa de assassinato em outubro de 2014, quando foi atacado por um terrorista palestino. Ele recebeu quatro tiros no peito, mas sobreviveu e acredita que isso só reforça sua disposição de ver o Monte do Templo servir novamente como “casa de oração para todos os povos”.


A descoberta do ouro ocorreu após Yehoshua Friedman, um dos pesquisadores do Instituto do Templo, fazer pesquisas sobre cada uma das 12 pedras que ficavam no peitoral do Sumo Sacerdote, conforme descrito no Antigo Testamento. Cada pedra representa uma das 12 tribos de Israel.Friedman e Glick afirmam que conhecendo os versículos bíblicos a respeito do ouro na Terra de Israel, percebeu que o assunto devia ser melhor investigado. A descoberta do ouro no Monte Eilat ocorreu pela primeira vez em 2007, na escavação de uma equipe da Austrália.

Rabino Yehuda Glick, diretor executivo do Instituto Monte do Templo em Jerusalém.
Como a exploração não foi levada adiante na época, agora o Instituto do Monte do Templo só aguarda uma autorização do Ministério de Energia e Infraestrutura para recomeçar. Eles já fizeram contato com várias outras empresas de mineração para analisar a estrutura geológica das montanhas de Eilat.

Quando perguntado o que pretende fazer com os bilhões de dólares que podem ser retirados do local, Glick asseverou: “Esperamos usar o ouro na construção do Terceiro Templo. Queremos usar esse ouro para fazer todos os utensílios necessários para o serviço [sacerdotal] e vender o restante. O dinheiro servirá para comprar os materiais e pagar a mão de obra necessária para reconstruir o Templo. Estamos ansiosos para este grande dia!”.


Todas as vezes que religiosos judeus começam a falar sobre o Terceiro Templo, isso implica em retirar do Monte duas mesquitas sagradas para os muçulmanos que estão atualmente no local. Os rumores já geraram uma ameaça de guerra. Alheio a isso, o Instituto do Templo já anunciou que tem quase tudo pronto para recomeçar os sacrifícios segundo o ritual bíblico, tendo inclusive treinado sacerdotes e levitas.


Fonte: Notícias Cristãs

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

“Sabemos onde está a Arca”, afirma Rabino sobre a lendária “Arca da Aliança”, de Moisés

ESTUDIOSOS PERTO DE DESCOBRIREM A LENDÁRIA "ARCA DA ALIANÇA"?
Em uma longa reportagem feita pelo jornal inglês The Telegraph, ele revelou alguns de seus segredos. Em uma das salas onde estão guardadas as peças principais do novo Templo, repousa a Arca da Aliança. “Esta não é a verdadeira arca perdida”, diz ele ao repórter. ”Ela está escondida a cerca de um quilômetro daqui, em câmaras subterrâneas cavadas ainda nos dias de Salomão”. Ele vai mais além “É verdade. Os judeus têm uma cadeia ininterrupta de informações gravadas e transmitidas de geração em geração, indicando a sua localização exata. Há um grande fascínio com a descoberta da arca perdida, mas ninguém pergunta aos judeus. Nós sabemos onde ela está há milhares de anos. Poderíamos escavá-la no alto do Monte do Templo [Moriá], mas essa área ainda é controlada pelos muçulmanos”.
Richman, 54, é o responsável pelo Instituto do Templo, organização que já fez todos os preparativos para sua reconstrução, incluindo as peças que seguem as orientações da Bíblia e o treinamento dos sacerdotes que servirão ali dia e noite.  Para muitos ele seria hoje o candidato mais forte a sumo-sacerdote, retomando a tradição que iniciou com Arão, o irmão de Moisés. Contudo, o novo templo terá algumas diferenças do original. Não no projeto arquitetônico, mas na utilização de tecnologia de ponta. O rabino, por exemplo, usa em seu smartphone um aplicativo especialmente projetado para acender as luzes e abrir as cortinas.  Ele também já tem pronto o projeto de um monotrilho, para transportar os visitantes até a porta. Uma caixa d’agua totalmente informatizada para controlar o uso de um bem tão precioso em Israel.  Richman explica que basta um toque e a torneira vai liberar a quantidade exata de água estipulada pela lei judaica para as lavagens rituais.
maquete do templo Sabemos onde está a Arca da Aliança, revela rabino
“Não há razão alguma para não usarmos a tecnologia, que é um milagre moderno, juntamente com os milagres celestiais. É parte da nossa visão [do templo] levando em conta a realidade de nosso tempo. Tenho certeza de termos elevadores de última geração e um moderno sistema de controle do estacionamento”, comemora. Outro motivo de orgulho para o Instituto do Templo são todos os utensílios sagrados já prontos. As vestes do sumo-sacerdote, feitas estritamente segundo a tradição dos levitas, estão prontas. Incluindo as peças de ouro e o peitoral com 12 pedras preciosas. Seu custo foi estimado em quase 450 mil reais. [€ 160.000]. Há também trombetas de prata e harpas de madeira, bandejas para coletar o sangue dos sacrifícios, um incensário e a mesa onde fica o pão ritual. Lá fora,  repousa um candelabro cuidadosamente esculpido, com 90 kg de ouro e pesando 1,5 tonelada. Seu custo aproximado foi 3 milhões de reais [€ 1,4 mi].
Os 20 estudiosos do Talmude, que trabalham para o Instituto em tempo integral, elaboraram em detalhes todos os procedimentos seguindo as leis elaboradas cerca de 3.000 anos atrás. O Instituto liderado por Richman afirma que gastou mais de 30 milhões de dólares até o momento. Já se passaram 22 anos desde sua fundação. Aberto ao público, eles calculam que mais de um milhão de pessoas visitaram o local na última década. Há uma expectativa crescente em Israel pela reedificação do Templo, garante ele. Mas ao mesmo tempo um temor quanto aos extremistas israelenses. Em 1984, um plano do grupo Jewish Underground para explodir o Domo da Rocha foi descoberto pela polícia. Outros palestinos acreditam que a ameaça vem do próprio governo israelense. Já no ano 2000, quando então líder da oposição, Ariel Sharon, visitou o local para enfatizar o controle de Israel sobre a área, iniciou-se a segunda intifada, na qual morreram 1.000 israelenses e 3.000 palestinos.
Nos últimos dois anos, uma série de líderes  políticos e religiosos vem lutando para reconquistar o direito dos judeus orarem livremente no Monte do Templo. As tentativas têm gerado conflitos entre árabes e judeus, quase sempre com a intervenção da polícia. Os líderes palestinos tem acompanhado de perto a situação. “[O desejo judeu é] totalmente inaceitável, e poderia transformar a região em um barril de pólvora”, disse em maio o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.  O Sheikh Mohamad Hussein, o Grande Mufti de Jerusalém foi mais enfático: ”Os muçulmanos na Palestina e em outros lugares do mundo nunca aceitarão essa provocação e vamos impedir isso… Esta é a linha vermelha final para nós. Os israelenses e o mundo devem escutar atentamente o que estou dizendo”. No entanto, mesmo entre a comunidade religiosa judaica, há quem se oponha.  Michael Melchior, um rabino ortodoxo e ex-membro do Parlamento, considera Richman e sua organização “irresponsáveis”. “No momento em que você anuncia que deseja construir um templo, perturba o equilíbrio delicado que nós criamos aqui”.
Palestinian Muslim men pray in front of the Dome of the Rock in Jerusalem
Monte do Templo, com muçulmanos orando ante a mesquita de Omar, local onde, anteriormente, fora construído o Templo de Salomão.
Porém, muitos questionam as afirmações do Instituto do Templo, e receiam que uma guerra contra os muçulmanos que juram defender até a morte o Domo da Rocha e a mesquita de Al Aqsa, atualmente no local do Templo.  Sobre a localização da Arca da Aliança, Shimon Gibson, um arqueólogo renomado do Instituto Albright, em Israel, defende que a Arca foi destruída em 587 a.C. quando os babilônios saquearam Jerusalém e tiraram todo o ouro que estava no templo, derretendo todos os utensílios. Outros estudiosos acreditam que ela foi levada para a África. Uma antiga reivindicação dos cristãos ortodoxos da Etiópia defende que eles são os guardiões da Arca há séculos. Até hoje elaestaria na cidade de Aksum, na conhecida “Capela das Tábuas da Lei” As muitas tradições religiosas sobre o local prevalecem entre os judeus mais ortodoxos, e também a confiança nas profecias bíblicas que o Templo voltará ser erguido.  Desde a destruição do Segundo Templo, no ano 70, o acesso dos judeus foi severamente restringido ou mesmo proibido por governantes cristãos e islâmicos que governaram Israel. “Trata-se do território de Deus. O Islã aproveitou nosso exílio e se apoderou do Monte do Templo e diz que os judeus nunca estiveram aqui”, lamenta Richman. “Estamos prontos para restaurar este lugar à sua antiga glória… temos condições de construir o templo se realmente quisermos! Deus deve estar se perguntando o que estamos esperando”.
Fonte: GPThe Telegraph

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Se for verdade, revolucionará a História conhecida da Humanidade (VÍDEO)

PIRÂMIDES NA ANTÁRTIDA?

Pirâmides na Antártida?
Nos últimos dias começou a ganhar voz, com força e insistência, a notícia da suposta descoberta de pirâmides na Antártida. Apesar de a informação não ter sido confirmada ou desmentida por nenhuma fontes oficial, muitos websites têm feito eco a esta possibilidade com a divulgação de algumas imagens que apontam para a veracidade desta versão. Pelas fotos, é possível observar estruturas piramidais no continente gelado, algumas delas obtidas pelo Programa Integrado de Perfuração Oceânica (Integrated Ocean Drilling Program), um projeto internacional de exploração submarina.

Várias hipóteses foram formuladas em torno destas imagens, como a de que a Antártida pode ter oferecido um clima favorável para o desenvolvimento de uma civilização há milhares de anos e que, agora, poderíamos começar a encontrar vestígios disso. Além disso, há também a especulação de que haveria existido o contato de seus habitantes com os de outros lugares do mundo antigo, como México, Egito, Indonésia, e demais localidades onde foram, recentemente, encontradas outras construções, como na Bósnia.

Ainda falta, certamente, uma confirmação deste feito na Antártida, o que seria uma revelação sem precedentes para o estudo da história da humanidade, mesmo que a afirmação deste fato pareça algo distante. De qualquer maneira, real ou não, isso coloca à vista o que poderia ser imaginado neste momento e confirma que o continente gelado da Terra é um dos lugares mais misteriosos do nosso planeta e que gera imensa curiosidade, assim como as pirâmides, cuja construção ainda é um dos mais poderosos enigmas da história.


Evidências arqueológicas são convincentes

ARQUEÓLOGOS AFIRMAM TER ENCONTRADO A CASA DO PROFETA ELISEU

Arqueólogos afirmam ter encontrado casa do profeta EliseuArqueólogos afirmam ter encontrado casa do profeta Eliseu
Durante 16 anos de escavação no sítio arqueológico de Tel Rehov, no Vale do Jordão, um grupo de arqueólogos descobriram uma cidade de 3000 anos de idade. Nela, encontraram um edifício diferente dos demais, que acreditam ter sido a casa do profeta Eliseu. “A casa estava cheia de objetos diferenciados … dois altares de cerâmica usados ​​para queimar incenso”, explicou o arqueólogo Ami Mazar à CBN News“Encontramos pequenas esculturas de barro e grandes vasos, que provavelmente eram usados ​​para servir comida. Não apenas para uma família típica, mas provavelmente  para uma comunidade maior”, disse ele.
Mazar também destacou que a casa tinha uma estrutura distinta das demais. “Normalmente, as casas tinham uma entrada que conduzia a um grande espaço com salas. Porém esta casa foi dividida em duas alas. Elas estavam ligadas uma à outra por corredores e cada uma tinha uma saída para a rua”. Os altares de incenso possivelmente eram usados ​​para se fazer uma oferta a Deus antes de entrar na casa, o que era típico nos tempos dos profetas bíblicos. Durante as escavações, os arqueólogos descobriram uma sala especial dentro da casa. Ela tinha uma mesa e um banco. Também descobriram um fragmento de cerâmica com o nome de Eliseu sobre ele, datada do século 9 antes de Cristo. Esse seria o indício mais forte que se trata da residência do profeta Eliseu.
“Descobrimos uma inscrição escrita com tinta vermelha na cerâmica, mas infelizmente está quebrada”, disse Mazar. ”Mesmo assim é possível ler o nome Eliseu”. Segundo a tradição, o profeta Eliseu nasceu cerca de sete quilômetros do local da escavação, em Avel Mehola e viajou por todo o reino de Israel. Para o arqueólogo Stephen Pfann, as evidências são convincentes. “Existiam apenas seis outras pessoas com o nome Eliseu conhecidas na época. Durante séculos isso permaneceu quase inalterada, podemos acreditar que esse local diferenciado tratava-se da casa de um homem santo cujo nome era Eliseu, provavelmente o conhecido profeta”, asseverou.
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Arqueólogos afirmam ter encontrado vestígios do Tabernáculo do Testemunho

ARQUEÓLOGOS AFIRMAM TER ENCONTRADO VESTÍGIOS DO TABERNÁCULO, NA CIDADE DE SILÓ

Arqueólogos revelam ter encontrado vestígios do Tabernáculo em Siló
Um dos maiores símbolos de fé do Antigo Testamento, o Tabernáculo, espécie de “santuário portátil” que Moisés construiu segundo as orientações recebidas de Deus, sempre foi envolvido em mistério. Dentro dele, segundo o Livro de Êxodo, estaria a Arca da Aliança, que representaria a presença do próprio Deus andando com o povo. Durante os 40 anos que os judeus peregrinaram pelo deserto antes de entrar na Terra Prometida, o Tabernáculo foi montado e desmontado em vários lugares. O Livro de Josué diz que ele ficou muito tempo na cidade de Siló, cidade que foi atacada e quase totalmente destruída pelo filisteus por volta do ano 1100 a. C.  O tabernáculo saiu de lá de maneira definitiva para Jerusalém apenas durante o período em que viveu o rei Davi e foi substituído pelo Templo construído por Salomão.
Durante séculos arqueólogos procuraram por vestígios e muitas teorias surgiram sobre sua localização. Mas este mês um grupo de pesquisadores encontrou indícios reais do Tabernáculo dos israelitas no local onde ficava a antiga Siló. Segundo o jornal Yisrael Hayom, os arqueólogos mostraram os resultados de sua pesquisa na semana passada durante uma conferência realizada pela “Organização Siló”. As maiores descobertas são buracos escavados na rocha no local onde provavelmente eram colocadas as vigas de madeira usadas na estrutura do Tabernáculo. Próximo aos buracos localizados na porção norte do sitio arqueológico de Tel Siló, existem outros vestígios que confirmariam o período narrado pela Bíblia.
Vasos de barro e três grandes fornos foram encontrados em uma das estruturas. Os pesquisadores acreditam que eram grandes demais para uso doméstico. Isso torna mais provável que tais estruturas eram parte de um serviço religioso público. Além disso, foram encontradas ruinas do que parece ser o canto sudoeste da muralha que cercava a cidade de Siló, além de indicações de onde seria o portão de entrada da cidade, mais um indicio que comprovaria a localização do Tabernáculo. Existe abundancia de ossos de animais que deviam ter sido sacrificados nas cerimônias dos israelitas.  Hananya Hizmi, oficial do departamento de arqueologia da Administração Civil da Judéia e Samaria comemorou essa importante descoberta.  Os arqueólogos precisam   completar a escavação no local, o que demorará algum tempo, para que possam determinar mais detalhes sobre as condições que envolveram a estada do Tabernáculo em Siló.
Fonte: GP

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Controvérsia arqueológica em uma (re)descoberta, na Judéia

DESCOBERTA DE PARTE DE UM EDIFÍCIO MONUMENTAL EM ISRAEL GERA CONTROVÉRSIAS SOBRE O LIBERALISMO DAS DATAÇÕES LIBERAIS DOS ARQUEÓLOGOS MODERNOS

Descoberta arqueológica gera controvérsia na cidade onde Jesus nasceu
O guia turístico Binyamin Tropper comemorou por achar que era o primeiro a descobrir uma enorme coluna enterrada nos limites da cidade de Belém, onde nasceu Cristo. Porém, ficou surpreso ao saber que as autoridades judaicas tinham conhecimento de sua existência há décadas, mas a mantinha em segredo. Acreditando na importância deste pilar, ele procurou a Autoridade de Antiguidades de Israel, que respondeu: “Muito bem, mas não vamos mais falar disso.” Tropper desobedeceu o pedido de permanecer em silêncio sobre esta descoberta, pois ele acredita que uma escavação na área é mais importante que os conflitos políticos na área.
No entanto, Tropper preferiu não revelar a localização exata da coluna para evitar assim atrair ladrões de antiguidades. De modo especial por que estaria na propriedade de um agricultor palestino. A coluna (ou pilar) possui cerca de 2800 anos, está enterrada a dois metros de profundidade e pesa aproximadamente cinco toneladas.  Tropper disse que durante os últimos 30 anos, Israel tem discutido sobre o tamanho e a importância do reinado do rei Davi e de seu filho Salomão. Isso confronta o que a Bíblia diz sobre eles. O projeto desta coluna revelada por Tropper tem uma arquitetura típica da época do Primeiro Templo e fornece evidências inequívocas do reino de Davi e Salomão na região da Judeia.
A dificuldade de exploração é porque Belém fica na Cisjordânia, terra disputada por judeus e palestinos. Embora seja um local sagrado para cristãos.  A coluna está perto de uma aldeia árabe e esse seria o principal motivo que o governo israelense pode ter fugido da divulgação, pois uma escavação geraria um grande problema político. Mesmo assim, Tropper foi à imprensa hebraica, e o assunto ganhou atenção nas últimas semanas.
No início deste mês, vários arqueólogos israelenses foram inspecionar o local. Entre eles estava Yosef Garfinkel, professor de arqueologia da Universidade Hebraica. “Não há dúvida que se trata de uma construção monumental da época do Primeiro Templo", disse Garfinkel. Curiosamente, não há registros históricos sobre um prédio desse tipo naquela época.
Garfinkel explica que há um túnel que lembra um projeto similar do período do Primeiro Templo: o chamado Poço de  Siloé, em Jerusalém. Segundo a Bíblia, pode se tratar de uma obra do rei Ezequias, que canalizaria a água para a cidade durante o cerco assírio no século 8 a. C, registrado no livro bíblico de 1 ReisA existência de um grande túnel de água no novo local sugere a presença próxima de uma grande fazenda ou palácio, disse Garfinkel.
Enquanto o movimento sionista luta para provar a profundidade de raízes judaicas naquela região, os palestinos continuam tentando negar a existência de qualquer história judaica antiga na chamada Cisjordânia. A Autoridade de Antiguidades de Israel admitiu que existem sérios problemas políticos que impedem uma escavação. “Este é realmente um achado importante, as informações preliminares ligam ao tempo dos reis de Judá. Ao mesmo tempo, deve ser lembrado que a região é alvo de conflitos. Autoridade de Antiguidades, junto com todas as outras autoridades competentes, tem lidado com isso há algum tempo, numa tentativa de fazer a escavação completa do sitio arqueológico em segurança”, disse o comunicado oficial. 
Fonte: GP

sábado, 15 de junho de 2013

Análise bíblico-teológica e histórica dos dias anteriores e imediatamente posteriores ao dilúvio bíblico (VÍDEOS)

A QUESTÃO DAS ORIGENS: COMO ERAM REALMENTE OS DIAS PRÉ-DILUVIANOS?
Uma questão que intriga muita, muita gente é a questão dos dias antes do dilúvio bíblico, a catástrofe descrita na Bíblia, segundo a qual Deus puniu a maldade da raça humana, nos dias de Noé. As controvérsias surgem a partir de uma leitura rápida do texto no qual está presente o relato do dilúvio, no livro do Gênesis, capítulo 6. Neste texto vemos que Noé tinha seiscentos anos quando Deus enviou o dilúvio. Bem, mesmo que a idade espante, se dermos uma olhada em textos precedentes do Gênesis, veremos que os antepassados de Noé viveram, em média, novecentos anos!! A Bíblia diz:
"Este é o livro das gerações de Adão. No dia em que Deus criou o homem,  à semelhança de Deus o fez.  Homem e mulher os criou; e os abençoou e chamou o seu nome Adão, no dia  em que foram criados. E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança,  conforme a sua imagem, e pós-lhe o nome de Sete. E foram os dias de Adão, depois que gerou a Sete, oitocentos anos, e  gerou filhos e filhas. E foram todos os dias que Adão viveu, novecentos e trinta anos, e morreu. E viveu Sete cento e cinco anos, e gerou a Enos. E viveu Sete, depois que gerou a Enos, oitocentos e sete anos, e gerou  filhos e filhas. E foram todos os dias de Sete novecentos e doze anos, e morreu. E viveu Enos noventa anos, e gerou a Cainã. E viveu Enos, depois que gerou a Cainã, oitocentos e quinze anos, e gerou  filhos e filhas. E foram todos os dias de Enos novecentos e cinco anos, e morreu. E viveu Cainã setenta anos, e gerou a Maalalel. E viveu Cainã, depois que gerou a Maalalel, oitocentos e quarenta anos,  e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Cainã novecentos e dez anos, e morreu. E viveu Maalalel sessenta e cinco anos, e gerou a Jerede. E viveu Maalalel, depois que gerou a Jerede, oitocentos e trinta anos,  e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Maalalel oitocentos e noventa e cinco anos, e  morreu. E viveu Jerede cento e sessenta e dois anos, e gerou a Enoque. E viveu Jerede, depois que gerou a Enoque, oitocentos anos, e gerou filhos  e filhas. E foram todos os dias de Jerede novecentos e sessenta e dois anos, e  morreu.  E viveu Enoque sessenta e cinco anos, e gerou a Matusalém. E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos,  e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o  tomou. E viveu Matusalém cento e oitenta e sete anos, e gerou a Lameque. E viveu Matusalém, depois que gerou a Lameque, setecentos e oitenta e  dois anos, e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Matusalém novecentos e sessenta e nove anos, e  morreu. E viveu Lameque cento e oitenta e dois anos, e gerou um filho, A quem chamou Noé, dizendo: Este nos consolará acerca de nossas obras e  do trabalho de nossas mãos, por causa da terra que o SENHOR amaldiçoou. E viveu Lameque, depois que gerou a Noé, quinhentos e noventa e cinco  anos, e gerou filhos e filhas". Gn. 5:1-30.
As "gerações de Adão" contabilizam, neste caso, os descendentes de Sete, o terceiro filho de Adão e Eva, após Caim e Abel. Esta linhagem é "pura", é "perfeita", conforme nos dirá o Gênesis 6:9. A palavra usada para "perfeito" ou "íntegro", no livro do Gênesis, provém do hebraico "tamiym", que, segundo o Léxico do prof. Strong, significa "completo", "perfeito" (fisicamente), "acabado", "inteiro". Embora a palavra pudesse ser usada para características morais (como provavelmente indica Gn. 17:1), no contexto de Gn. 9 é mais provável que tenha sido usada num outro significado, haja vista que, para descrever Noé, a Bíblia afirma que  "Noé era homem justo e perfeito...". A palavra "justo" vem do hebraico "tsaddiyq", e quer dizer "justo", "correto", "reto". É difícil imaginar uma redundância linguística deliberada, onde Deus ordenaria a Noé que ele fosse "justo" e "completo", no sentido apenas moral da palavra. É a mesma coisa de dizermos que "fulano é correto e direito"... ou seja, não faz sentido. A única explicação é que a palavra "tamiym", traduzida em algumas versões por "íntegro" e em outras por "perfeito" tenha uma conotação física, e não moral. Mas, por que dizemos isso?...

Em Gênesis 6:4-5 está escrito:
"Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos  de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram  os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.  E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e  que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente".
Ora, sobre quais "dias" refere-se o autor do Gênesis? Bem, o contexto é o do dilúvio, portanto, os dias sobre os quais ele se refere obviamente são os que antecederam ao dilúvio. A expressão "naqueles dias" deve vir associada à "E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra...". O autor está relatando os dias pré-diluvianos. Assim sendo, havia gigantes nos dias pré-diluvianos... "e também depois", isto é, após o dilúvio. Estes "valentes" da antiguidade, ao que tudo indica, referem-se aos homens que criaram sua reputação (guerreiros, crueis, exímios caçadores, reis déspotas etc.) ou antes do dilúvio (o que é pouco provável), ou depois do dilúvio. Lembremos que, conservadoramente, afirmamos que foi Moisés quem escreveu o Gênesis, perto de 1450 a.C. Abraão viveu aproximadamente 450 anos antes, isto é, próximo de 2.000 a.C. Noé viveu - de acordo com a cronologia conservadora - c. de 1.000 anos antes de Abraão, isto é, algo em torno de 3.000 antes de Cristo. Esta questão das genealogias bíblicas do Gênesis é um assunto complicado, mas há quem diga que Noé tenha vivido muito, muito antes, c. de 7, 8, 9 mil anos antes de Cristo... ou ainda mais, uma vez que as genealogias antigas privilegiaram apenas os nomes daqueles que foram importantes na História. 

Seja como for, é interessante notarmos que, como nos diz a Bíblia, logo após o dilúvio observa-se uma queda acentuada na longevidade humana (o que, podemos supor, veio acompanhada também de uma queda na longevidade da fauna, de um modo geral, bem como no tamanho das criaturas que havia sobre na terra. Vejamos o que nos diz a Bíblia:
"E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala. E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de  Sinar; e habitaram ali. E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E  foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal. E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque  nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre  a face de toda a terra. Então desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens  edificavam; E o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e  isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo  o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a  língua do outro. Assim o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram  de edificar a cidade. Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a  língua de toda a terra, e dali os espalhou o SENHOR sobre a face de toda  a terra. Estas são as gerações de Sem: Sem era da idade de cem anos e gerou a  Arfaxade, dois anos depois do dilúvio. E viveu Sem, depois que gerou a Arfaxade, quinhentos anos, e gerou filhos  e filhas.
12  E viveu Arfaxade trinta e cinco anos, e gerou a Selá. E viveu Arfaxade depois que gerou a Selá, quatrocentos e três anos, e  gerou filhos e filhas. E viveu Selá trinta anos, e gerou a Éber; E viveu Selá, depois que gerou a Éber, quatrocentos e três anos, e gerou  filhos e filhas. E viveu Éber trinta e quatro anos, e gerou a Pelegue. E viveu Éber, depois que gerou a Pelegue, quatrocentos e trinta anos, e  gerou filhos e filhas. E viveu Pelegue trinta anos, e gerou a Reú. E viveu Pelegue, depois que gerou a Reú, duzentos e nove anos, e gerou  filhos e filhas. E viveu Reú trinta e dois anos, e gerou a Serugue. E viveu Reú, depois que gerou a Serugue, duzentos e sete anos, e gerou  filhos e filhas. E viveu Serugue trinta anos, e gerou a Naor. E viveu Serugue, depois que gerou a Naor, duzentos anos, e gerou filhos  e filhas. E viveu Naor vinte e nove anos, e gerou a Terá. E viveu Naor, depois que gerou a Terá, cento e dezenove anos, e gerou  filhos e filhas. E viveu Terá setenta anos, e gerou a Abrão, a Naor, e a Harã". Gn. 11:1-26.
Está clara uma coisa, a partir deste texto vemos que os antigos, alguns anos após o dilúvio, tinham técnicas de construção avançada (queriam construir uma torre cujo cume tocasse os céus), eram organizados e, infelizmente, continuavam presunçosamente ambiciosos, pois o plano descrito neste texto é o de deixar seus feitos registrados em monumentos gigantescos, é a partir daí que se deve entender a expressão "façamos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a terra". Este sentimento megalômano não era salutar aos olhos de Deus e, com certeza, relembrava os dias pré-diluvianos, nos quais reis devem ter lutado sanguinária e violentamente para que seus respectivos legados durassem mais do que suas próprias expectativas de vida, que, relembro, já era de centenas de anos! Outro ponto que ressalta aos nossos olhos é a clara queda na longevidade humana, o que se nos é dito a partir da descendência de Sem, um dos filhos de Noé. O próprio Sem viveu "apenas" 500 anos - quase a metade do que fora, por exemplo, a vida de seu pai, que vivera 950 anos (Gn. 9:28). Esta, aliás, é a média da longevidade dos antediluvianos. Contudo, algo deve ter acontecido no clima (principalmente), que afetou drasticamente a expectativa de vida dos homens, e, talvez, inúmeros outros aspectos da vida humana, como nossa capacidade cognitiva, nossa fisiologia e por aí vai. Assim sendo, deveríamos procurar, no passado de nossa História, evidências de pessoas que viveram a) mais, b) melhor e c) em muitos aspectos, de maneira bem, bem diferente de nós. Ora, toda a evidência fóssil afirma que os animais, no passado, eram maiores, mais robustos e, com certeza, mais longevos do que os atuais.... por que, em relação ao Homem, a "evolução" foi o contrário? Por que, de acordo com a filosofia evolucionista, nossos "antepassados" primatas eram menores e viviam menos do que nós? Bem, creio firmemente (embora não seja paleontólogo, nem formado em ciências biológicas) que nossa ciência não está realmente alinhada às evidências do que nos mostram os registros fósseis e a Arqueologia.... temos construções megalíticas antiquíssimas (inexplicáveis para os padrões atuais), extraordinariamente elaboradas, cuja arquitetura não faz sentido algum (para os padrões atuais), além do registro fóssil que revela MAMÍFEROS GIGANTES (dos mais diversos tipos, inclusive primatas!!), sendo o Homem, segundo a teoria que nos é imposta, uma das parcas e inexplicáveis exceções!! A própria Bíblia revela-nos que o homem antigo tinha o know-how e a logística necessária para construir monumentos imensos e, se o texto bíblico acima referir-se às construções sumerianas dos dias de Nimrode, então, muito provavelmente está se referindo a um zigurate, uma construção em formato de pirâmide que serviu, talvez, de modelo para várias outras construções piramidais, que se tornaram quase que uma constante nas misteriosas culturas antigas que mostraram inexplicáveis conhecimentos de engenharia e arqueoastronomia. 

 
Exemplo do zigurate de Ur, na antiga Mesopotâmia, hoje Iraque, construído pelos antigos sumérios. O zigurate de Ur foi destruído e reconstruído duas vezes, mas estima-se que era muito mais alto.


O zigurate em proporção, com homens medianos na escadaria. Estima-se que sua construção tenha sido terminada em 2.100 antes de Cristo, mas sua construção pode ser muito, muito mais antiga. Há indícios de vários zigurates construídos na Mesopotâmia.


A pirâmide em degraus ou escalonada, de Djoser, em Saqqara (Egito), 30 Km do Cairo. Ela é considerada pelos egiptólogos como a primeira construção realmente piramidal do Egito e, segundo datações dos estudiosos, data de 2.630 antes de Cristo. Cerca de 200 anos antes das grandes pirâmides de Gizé.

Foto tirada por russos sobre a grande pirâmide de Gizé, ainda hoje (à frente, a pirâmide de Quéfren), a maior construção de pedra da Terra. Com 147 metros de altura, a grande pirâmide foi construída, de acordo com os egiptólogos, por Khufu (ou Queóps, em grego) e é composta de 2,3 milhões de blocos de granito.

O vídeo nos dá uma boa idéia das pedras da base da grande pirâmide de Khufu. De acordo com os cálculos de alguns egiptólogos, funcionários (na sua maioria, fazendeiros e, talvez, alguns escravos) trabalhando de 3 a 4 meses por ano, em turnos de 10 horas diárias, construíram a pirâmide em 20 anos. Isto, porque, de acordo com a cronologia conservadora dos egiptólogos, as datas precisam coincidir com o período do reinado de Khufu, entre 2551 e 2528 antes de Cristo. Contudo, se foi assim, cada um desses blocos - alguns pesando 20 ou 30 toneladas - tiveram de ser postos a cada 2 segundos! Simplesmente não faz sentido!

Mas, voltando à questão da longevidade antediluviana: quais fatores poderiam estar associados e que se perderam após o dilúvio? Uma resposta que nos vem à mente, de imediato, é o clima! Uma catástrofe como um dilúvio global causaria profundas e duradouras transformações em todo o planeta... e em seus habitantes. Várias pesquisas foram feitas na tentativa de se reproduzir o clima do período antediluviano e como eram a fauna e a flora daqueles dias. É possível que um mundo com uma condição climática bem diferente da dos nossos dias tenha produzido gigantes? Se sim, seriam estas construções megalíticas da antiguidade, espalhadas por todo o mundo, o resultado de um conhecimento antigo. Há indícios deste conhecimento, além, é claro, dos próprios monumentos? Há algo indícios em escritos antigos (paleografia), como hieróglifos, petróglifos ou pictogramas que apontem para construções antigas, feitas por gigantes? A resposta a tudo isso parece ser um sonoro "sim"!

Primeiramente, vejamos o que nos diz, novamente, a Bíblia:
"E saiu Caim de diante da face do SENHOR, e habitou na terra de Node, do lado oriental do Éden. E conheceu Caim a sua mulher, e ela concebeu, e deu à luz a Enoque; e ele edificou uma cidade, e chamou o nome da cidade conforme o nome de seu filho Enoque; E a Enoque nasceu Irade, e Irade gerou a Meujael, e Meujael gerou a Metusael e Metusael gerou a Lameque. E tomou Lameque para si duas mulheres; o nome de uma era Ada, e o nome da outra, Zilá. E Ada deu à luz a Jabal; este foi o pai dos que habitam em tendas e têm gado. E o nome do seu irmão era Jubal; este foi o pai de todos os que tocam harpa e órgão. E Zilá também deu à luz a Tubalcaim, mestre de toda a obra de cobre e ferro; e a irmã de Tubalcaim foi Noema. E disse Lameque a suas mulheres Ada e Zilá: Ouvi a minha voz; vós, mulheres de Lameque, escutai as minhas palavras; porque eu matei um homem por me ferir, e um jovem por me pisar. Porque sete vezes Caim será castigado; mas Lameque setenta vezes sete". Gênesis 4:16-24
Se seguirmos a cronologia conservadoramente, então estes descendentes de Caim seguem uma linhagem de poucas gerações (embora essas gerações sejam pré-diluvianas e, portanto, tenham existido em centenas ou milhares de anos). Como fruto da corrupção do homem, vemos que foi um dos descendentes de Caim, Lameque, talvez o primeiro bígamo da História.  Lembremos que o texto afirma que Caim saiu "de diante da face do Senhor", numa clara alusão ao seu estado desolador de castigo e rebeldia, após o assassinato de seu irmão, Abel. A descendência de Caim, ao que tudo indica, foi composta de homens maus, desobedientes e, como se vê pelo discurso de Lameque, vingativos e sanguinários. Também existiram precursores em várias especialidades humanas, como se vê no texto. Os pioneiros entre os fazendeiros, músicos e metalúrgicos, segundo a Bíblia, estão entre os descendentes de Caim e, se aqueles homens foram antediluvianos - e ao que tudo indica, foram -, então esta informação só pode ter sido repassada ao autor do Gênesis através de histórias muito mais antigas do que ele próprio, ou seja, oriundas do próprio Noé. Sendo assim, não causaria espanto se Noé e seus filhos, juntamente com com suas respectivas esposas, viessem a ser lembrados por gerações posteriores como "guardiões" de um saber ou de um passado que os homens pós-diluvianos não teriam como saber por si sós. Talvez, muitos dos monumentos construídos antes e imediatamente após o dilúvio seja um reflexo direto de todo o conhecimento que o homem antigo possuia, haja vista que a expectativa de vida era de centenas de anos. Com a redução da longevidade humana, talvez os inúmeros conhecimentos técnico-científicos, repassados com uma determinada cadência de uma geração à outra, fossem se perdendo no tempo, com a homens vivendo cada vez menos e, portanto, com menos tempo para aprenderem sobre tudo o que seus antepassados desenvolveram e construíram. A humanidade estava fadada a redescobrir, na verdade, vários tipos de conhecimento em várias áreas do saber. Uma espécie de retrabalho, fruto direto da punição divina da ambição e violência humanas. Talvez seja por isso que saibamos tão pouco sobre nosso próprio passado, posto que a História tem sido escrita através das vidas de homens que vivem poucas décadas, hoje, e cuja volatilidade os impede, até em tempos da computação eletrônica da informação, de construir um registro seguro para a posteridade. 



Vídeos amadores que tentam lançar luz à questão da longevidade humana em tempos antigos. Fruto de uma boa pesquisa, o autor do vídeo utiliza-se das informações de vários tipos de documentários para ajudar na formulação de sua hipótese: a Bíblia tem razão em seus relatos. Será que as evidências dos gigantes, na verdade, estão presentes em todos os cantos, precisando apenas de pessoas (cientistas, pesquisadores e schoolars) que se insurjam contra o stablishment moderno. 

CONTINUA.....

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