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sábado, 18 de agosto de 2018

Satanistas avançam nos EUA!

Estátua de Satanás é inaugurada ao lado de monumento aos 10 Mandamentos


Ateus e satanistas celebrando BaphometAdoradores de Satanás estão lutando na justiça americana pelo reconhecimento como uma prática religiosa igual ao cristianismo. Nesta quinta (16), eles conseguiram permissão judicial para colocar uma estátua de bronze de Baphomet, um dos símbolos mais conhecidos do satanismo. A escultura ficará em frente à sede do governo do Estado de Arkansas, na capital Little Rock. Financiada pela organização Templo Satânico, a estátua seria um protesto contra um monumento aos Dez Mandamentos que já se encontrava no local.
Medindo cerca de 2,5 metros, o ícone da criatura com rosto de bode sentada em um trono e ladeada por duas crianças ficará em frente ao Capitólio temporariamente. Contudo, seus idealizadores entraram com processos para que seja uma exibição permanente, pois deveriam usufruir os mesmos direitos de liberdade religiosa que as demais formas de culto.
A co-fundadora do Templo Satânico no Arkansas, Ivy Forrester, argumentou ao Independent: “Se você concorda com um monumento religioso em local público, então deve permitir outros. Se você não concordar com isso, então não deveríamos ter nenhum.”
Obviamente, a estátua representando Satanás gerou protesto da comunidade cristã, enquanto Jason Rapert, um importante político conservador classificou a imagem de “ofensiva” e prometeu lutar para que ela seja retirada. Ele foi o autor do projeto que permitiu a colocação de um monumento com os 10 Mandamentos no mesmo local.
Rapert disse que respeita os direitos de todos praticarem sua religião, mas acredita que o Templo Satânico é formado por “extremistas”. Além dos satanistas, um grupo de ativistas ateus também participou da inauguração da estátua nesta quinta-feira diante do Capitólio. Vários oradores fizeram discursos, argumentando que o monumento bíblico ao lado violava a separação entre Igreja e Estado.
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Fenômeno natural ou ação demoníaca? (VÍDEO)

ESTRANHO REDEMOINHO DE POEIRA SURGE ANTES DE CRUZADA EVANGELÍSTICA E FENÔMENO É GRAVADO EM VÍDEO

Não há muitas informações sobre o vídeo a seguir. Diz-se que se trata de uma cruzada evangelística em um país africano. Momentos antes, este estranhíssimo redemoinho surge e espalha praticamente todas as cadeiras do evento. Assiste e tire suas próprias conclusões.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Análise do filme "A Bruxa", sob uma perspectiva cristã




"...para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios",
2 Coríntios 2:11b

Primeiro, gostaria de tranquilizar o leitor acerca deste texto e explicar-lhe o que ele não é. Não é nenhuma "crítica" ao filme "A Bruxa", até porque não sou crítico de cinema. Por isso mesmo, fico à vontade para falar sobre spoilers, e você fica à vontade para lê-los ou não. Começo também dizendo que não indico ver o filme àquelas pessoas que são impressionáveis, pois o filme impressiona. Já havia lido algo da crítica especializada e, de tanto falarem sobre clichês, incorreram num clichê da crítica: reclamaram sobre o final, por que, em sua maioria, queriam que tudo ficasse mais implícito. Mas a proposta do filme não deixar nada "implícito", pelo contrário, é explicitar tudo mesmo, mas desenvolvendo uma história que já começa densa e termina ainda mais densa. Logo, este ensaio não é um elogio, uma crítica especializada, uma detratação. Nada disso. É uma análise a partir da ótica da apologética cristã. 

Já fui um cinéfilo. Assistia filmes porque gostava. Hoje, nem de longe sou como eu era em relação a filmes. Mas, há muito tempo constatei algo acerca de filmes bons, blockbusters, clássicos, de arte, rentáveis, cult, etc., é que ninguém gasta milhões, dezenas de milhões ou até uma centena de milhão   de dólares com um único propósito de "entreter". Conta outra! Se somas são milionariamente sérias para a composição de filmes, então aqueles que ganham fama, dinheiro e prestígio pelos tais são os mais meticulosos em relação a mensagens. 


Desde a década de 60, com a real popularização dos filmes de terror, um grande filme - ao meu ver - surgiu, por década. Nos anos 60, foi "O Bebê de Rosimary". Aquele filme inaugurou uma nova estética que, popularmente, estava sendo vista (e massificada) no cinema, que não era outra senão a nova forma de se falar no satanismo. O satanismo dito "tradicional" saía dos esgotos de onde surgira, para ser glamourizado. Mostrar senhores e senhores de avançada idade em tramas envolvendo atores de 7, 8, 9, 12, 15 anos, revelando um ocultismo mais psicológico do que visualmente visceral foi um trunfo para o polêmico diretor Roman Polanski. Na década de 70, veio "A Profecia", que, baseado na Bíblia, mostrava o anticristo sendo adotado por uma família em que o homem era um importante político americano, que se tornaria embaixador na Grã-Bretanha. Lá, Satanás desenvolveria seu plano para que a criança se tornasse, futuramente, o presidente dos Estados Unidos. Na década de 80, o filme "Adoradores do Diabo" revelou o lado oculto mas real da bruxaria africana na Europa e nos EUA, com seus esquemas de tráfico de pessoas (da África) para sacrifícios em países ricos, por famílias de políticos, empresários e outras pessoas influentes, ávidas por mais poder e prestígio. Na década de 90, o diretor de "O Bebê de Rosemary" volta à polemizar, desta vez com "O Último Portal", um filme que revela os meandros do satanismo tradicional na Europa. Realmente - e entendam o que digo -, parece que houve uma "inspiração satânica" para a realização desta película, recheada de falsas ideias, como a de que Satanás é praticamente onipotente e onisciente, tal qual Deus. Os anos 2000 foram um pouco escassos quanto a filmes que revelassem o satanismo tradicional, mas esta escassez foi suprida com o sinistro "A Bruxa", ainda nos cinemas no começo de Abril de 2016. 


"A Bruxa" é um filme forte também porque é visualmente forte. O detalhismo em reconstruir a adaptação de uma família de puritanos ingleses no interior dos Estados Unidos, no século XVII (1630, para ser mais exato) é primoroso. As nuances cinzas, que acompanham todo o filme, dão o ar melancólico que requer a trama. A fotografia da película, inclusive com as cenas à luz de velas, já foi muito comentada e elogiada mundo afora. A bruxa, do título, na verdade não é uma, mas várias, que vivem na floresta, adorando o diabo. Até aí, nada novo. A questão diferencial de "A Bruxa" é o que acontece à tradicional família puritana que é expulsa do vilarejo onde vive, ao que tudo indica, por discordância do patriarca com a liderança da igreja local, que também liderava o vilarejo. O pai, a mãe e 5 filhos - uma adolescente com seus 18 anos, um irmão menor, dois gêmeos crianças e um bebê - afastam-se e vão morar ao lado de um bosque sombrio. O diretor afirma que parte dos diálogos foram extraídos de julgamentos reais que aconteceram na região da Nova Inglaterra, no século XVII, fruto de pesquisa da produção. A partir daí, os elementos foram montados com perfeição: a mini-fazenda que é criada pela família, de imediato revela sua fragilidade ante o oculto, representado pelo bosque ao lado. A bruxa que rouba o bebê do casal para com as entranhas do mesmo fazer uma mistura com a qual se banha para adquirir, certamente, mais poder vindo das trevas, vale-se de todas as artimanhas que se pode imaginar. Além disso, se nos é sugerido que demônios transformam-se em animais, causando um terror mais psicológico do que físico nas personagens envolvidas. 


Na desmoronação familiar que se segue após o sumiço do bebê da família, percebemos que as estruturas tradicionais da sociedade (Igreja, família, a sexualidade, etc) são desconstruídos, para entendermos como os mesmos estão engessados, deformados pela consciência cristã que varreu o Ocidente. O fanatismo religioso do casal não os impede de serem extraordinariamente duros, principalmente com a filha mais velha, em quem é despejada a culpa pelo desaparecimento do bebê, por ter sido a última a estar com ele. O menino, crente fervoroso e com dúvidas sinceras sobre a fé de sua família, à certa altura se vê atraído sexualmente pela irmã, o que nos é mostrado com naturalidade. Mas, íntegro, tenta ajudar o pai com uma mentira que o mesmo conta à esposa, repreende como pode a irmã mais velha, que mostra tendências a não obedecer espontaneamente a fé que procurava servir. Mas, é enfeitiçado e, numa confusa cena que mais parece um exorcismo, o menino expira ante seus irmãos e pais, com aqueles não podendo orar a Deus (porque também se revelariam enfeitiçados) e estes, seus pais, aprisionados cada vez mais em sua supersticiosidade legalista. Ao invés de conquistar os filhos, praticamente os entregam de bandeja aos caprichos de Satanás, que, segundo o filme, passa a rondar literalmente a casa, sob a forma de um bode preto, intitulado pelas crianças de "Black Phillip" ("Filipe Negro"). No fim, o que parece loucura vence e as neuroses supersticiosas, que de certa forma tinham eco na realidade, abrem espaço para que a adolescente da família, diante de todos mortos e com nada a perder, invoque o demônio que age sob a forma do "Black Phillip" e a direcione para uma vida comunhão total com o mal, com direito à assinatura no livro das bruxas, black shabbath na selva e levitação. 


O contraste entre o irmão mais novo da adolescente chamada "Thomasin", que termina virando bruxa, é gritante. Seu encontro com Cristo, antes de sua morte, é uma metáfora de desdém, pelo que percebi. Não há nada de "belo" na morte do garoto, salvo suas palavras. Sem saber se o mesmo delirava por causa da feitiçaria que lhe fizeram (antes de morrer, ele expele uma maçã podre), a família e o expectador veem, morbidamente, o menino, depois de orar desesperado, afirmar que estava vendo o Senhor Jesus vindo lhe buscar. Suas palavras parecem sinceras (palmas para a atuação do pré-adolescente que interpreta magistralmente a cena) e entende-se que, de fato, estava tendo uma visão. Mas, logo após a mesma, ele sucumbe, deixando seus pais confusos, os irmãos desmaiados e o patriarca sem saber o que fazer. Obviamente, esta cena é completamente diferente da final, onde a comunhão da irmã mais velha com Satanás é revelada com toda a força que, supostamente, há nos rituais de magia negra em que o demônio se manifesta. Não é à toa que o alvoroço acerca do que se significa a experiência cinematográfica de "A Bruxa" é tão controversa: para uma geração "rasa", que cultua vampiros e lobisomens gays e emos, o filme parecerá completamente sem sentido, pois suas mentes não alcançam o nível de crítica que se quis fazer às estruturas da sociedade ocidental, principalmente a religiosa protestante que colonizou os Estados Unidos. Para curiosos "neutros" quando o assunto é religião, uma incursão no ocultismo é obviamente sugerido por quem fez o filme, quase como se a floresta ao lado da fazenda onde se instaura a família atormentada do filme, fizesse às pessoas um convite para que, por sua conta e risco, "entrassem" e se "aventurassem" com as forças ocultas que ali habitam. 


Como seres racionais, somos ambíguos: o que nos dá medo, de certa forma também nos fascina e parece que estamos buscando aquilo que, em nossas mentes, sabemos que não deveríamos. O ato de se entregar completamente, depois do cansaço físico e emocional,  àquele que está diante de nós, oferecendo-nos "uma vida de deleites e luxúria", como é dito à protagonista do filme, parece ser retratado como a saída lógica, a única ação que, por mais controversa que pareça, faz sentido, pois o que se deixa "pra trás" é uma religiosidade hipócrita, feita e vivida por pessoas sem afeição natural, sem misericórdia, mais fanáticas do que amorosas, que falam de Deus, mas que de fato nada conhecem de Deus. É exatamente nisto que Satanás tem se valido para, através de filmes como "A Bruxa", expelir todo o seu veneno psicológico, inspirando espiritualmente, com ares de brilhantismo cinematográfico, cineastas que, muitas vezes, tiveram ou têm fortes experiências com o oculto e péssimas experiências pessoais com comunidades religiosas, das quais, muitos de Hollywood vieram. Essa soma de fatores peculiares produz uma meca cinematográfica que, hoje, está total e completamente comprometida em desconstruir paradigmas, inclusive o Cristianismo, para retratá-lo à luz desta mesma inspiração luciferiana, que obviamente ressalta o lado desfuncional, enfermo da Igreja, que são as pessoas que se cercam e veneram mais as suas tradições do que aquilo para o que as tradições apontam: o real cristianismo.


"A Bruxa" será um filme amado por uns, odiado por outros, mas, da forma que deve ser visto, será amado/odiado por poucos. Isto é, poucas pessoas o verão da forma como deve ser visto, para amá-lo ou odiá-lo da forma correta. Em relação aos cristãos, creio que o odiarão, sim, mas pelos motivos errados. Pelo (pouco) terror que mostra, com sangue e vísceras que impressionam muito mais, de um modo geral, do que o intuito com que, por exemplo, estão sendo usados. Como não há um visão clara do valor estético das obras, hoje, sua real mensagem passará despercebida. Mas, ainda que subliminarmente, a mensagem mais superficial que permeia todo o filme será compreendida; e não é outra, senão um claro e inequívoco convite para se conhecer as forças que, segundo nos é mostrado, são as que "abraçam os seres humanos em seus momentos mais agudos de dor e desespero", que são as forças das trevas. O que é facilmente esquecido, contudo, por quem avidamente abraça essas forças por sugestão de filmes assim, é que os mesmos ainda assim revelam que foram aquelas mesmas forças das trevas que causaram toda a dor e desespero, impingidos nos seres humanos, que, posteriormente, confusos e desesperados, por elas mesmas são abraçados. 

Cartaz de divulgação do filme "A Bruxa", com o subtítulo: "Um Conto Folclórico da Nova Inglaterra" e, mais abaixo, "O Mal Assume Muitas Formas".

Vale mais uma vez lembramos as palavras do Apóstolo Paulo: "...para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios", 2 Coríntios 2:11b.

Artur Eduardo

terça-feira, 15 de março de 2016

Assassinatos ligados ao satanismo aumentam assustadoramente no México

  • O crescimento da religião que cultua a Santa Muerte tem levado a um aumento significativo do número de assassinatos no México.
Assassinatos ligados ao satanismo aumentam no México
A caveira vestida como noiva é adorada por milhares de pessoas que são consideradas como satanistas pela igreja local.
O padre José Antonio Fortea, principal exorcista do país, fez alertas sobre a quantidade de mortes por rituais satânicos e afirmou que o número de exorcismos tem crescido.
Além da Santa Muerte, outros cultos são realizados onde os participantes precisam matar ou morrer. Recentemente um jovem de 24 anos foi morto ao tentar iniciar na seita satânica “Filhos do Bafomete 1”.
Nessa iniciação ele foi agredido, asfixiado e depois degolado com uma garrafa. Segundo o jornal The Sun, que divulgou o crime, o jovem participaria de uma cerimônia que o transformaria em “um vampiro”.
Dois homens e uma mulher foram presos e confessaram que fazem parte da seita. “O crime ocorreu durante a cerimônia de iniciação dirigida por uma seita satânica chamada Filhos do Bafomete 1, durante a qual a vítima devia transformar-se em vampiro”, disse o chefe da Polícia local Pablo Rocha.
Esse crime só exemplifica a situação espiritual do México, país onde os cartéis de drogas cultuam a Santa Muerte e pedem proteção contra a polícia e contra a morte.
Em contrapartida, muitos assassinatos são realizados a mando deste e de outros cultos satânicos que proliferam no país.
“Quanto mais a sociedade abandona o caminho de Deus, mais são os casos de satanismo. Quanto mais cristã é uma nação, menores são os casos de culto do Diabo”, diz o padre Fortea.
O padre tem sido requisitado com frequência para realizar sessões de exorcismo. Ele chega a comentar que a demanda por seus serviços é sem precedentes.
Fonte: GP

terça-feira, 25 de agosto de 2015

A mãe do "Bebê de Rosemary"

Para quem tem 35 anos ou mais e que aprecia filmes inteligentes e bem conduzidos, sejam de terror ou não, o filme de terror de finais da década de sessenta "O Bebê de Rosemary" é daqueles que não se desatualizam. Dirigido pelo controverso Roman Polanski, cuja mulher, Sharon Tate, morrera num ritual macabro pelas mãos da trupe psicopática de Charles Manson, o filme é sobre a vida de um casal que se muda para um prédio normal, em Nova York, o agora famoso "prédio Dakota" e lida com estranhos vizinhos. Sem querer fazer mais do mesmo - pois existem inúmeras e muito boas críticas ao filme, nestes quase 50 anos após ser lançado -, o fato que aqui destaco e sobre o qual me detenho um pouco diz não só respeito à atualidade sinistra do filme, como o que vejo nele representado.

Na película, satanistas são representados como vizinhos normais, pessoas integradas à sociedade e que andam entre nós diariamente, Brilhantemente, o controvertido Roman Polanski mostra-nos um satanismo que, ao meu ver, é muito fiel àquilo que existe, de acordo com quem viveu o próprio satanismo tradicional. São pessoas que vivem, conscientemente, não com piercings e à música de rocks estridentes e psicodélicos satânicos, mas sob a égide da mais perfeita aparência de boa vizinhança. Sedentos de poder, mas meticulosos e pacientes, aqueles bruxos que orquestram um ritual, drogando Rosemary para que ela tenha relações com o Demônio e engravide, gerando o "Filho das Trevas", o Anticristo, raptam a criança e deixam Rosemary (interpretada pela atriz Mia Farrow - foto abaixo) às cegas, sem saber o que é realidade ou delírios esquizofrênicos, os quais é levada a acreditar que adquiriu. Com o marido aliciado pela seita de bruxos, posto que fora-lhe prometido vir a ser um grande ator, Rosemary encontra-se só, confusa, atordoada, sem saber o que é desequilíbrio, loucura ou realidade.


Porém, o que choca, contudo, é o final. Não pelas bobagens holywoodianas costumeiras de filmes recentes do gênero. Rosemary, na trama, há muito desconfia de seus vizinhos, aparentemente "inocentes", mas algo em si diz-lhe que eles são maus, mais que apenas sinistros. Após ter dado a luz, ela encontra uma passagem para o apartamento vizinho a partir do seu e, com uma faca em punho, vai até lá, apenas para encontrar seu marido e todos da seita de velhos bruxos satanistas, alguns mais jovens, recebendo outros bruxos do mundo inteiro, radiantes, finos e educados, bem como uma criança em um berço preto. Ao se aproximar da criança, Rosemary percebe que seus olhos são vermelhos, e as pupilas como de uma serpente. Ouvindo gritos de "Satâ vive; Deus está morto", primeiramente desnorteada e horrorizada, ela é então persuadida a cuidar a criança e, devagar, aproxima-se do berço, balançando o infante devagar para que pare de chorar e olhando com ternura para quem ela sabia ser o "Filho das Trevas", revelando-nos, pelo olhar, que aceitou a empreitada.... ainda que soubesse de quem também era aquela criança.

É neste carrossel de sentimentos aos quais a personagem principal é submetida que está a genialidade distorcida de Polansky, encontrando eco em um telespectador que, no mais da vezes, é pego desatento, envolvido pela apatia espiritual de nosso tempo, posto que nós, como Rosemary, temos nos tornado inconsequentes com as implicações das decisões que tomamos. Do medo ao pavor, deste ao repúdio e do repúdio à condescendência, Rosemary ("Maria Rosa" ou "Rosa Maria", numa alusão clara à Maria, mãe de Jesus) parece representar a própria trajetória da humanidade moderna: distanciada de Deus, vive em um estado de torpor irreal, que, ocasionalmente se apresenta com a crueldade de quem, segundo a Escritura, domina-lhe com a máxima autoridade maligna. Mas, a humanidade, cética do que ela própria sente, vê-se cair em uma espiral de decadência para, ao fim, levada pelo "instinto" da adequação e adaptabilidade, finalmente ceder à força daquele que se lhe apresenta com com o poder e indulgência de um falso deus.

Nada melhor para representar tudo isso do que a dissonância do tema musical do filme, criado por Krzysztof Komeda, que com improvisos e mistura cadenciada de ritmos, tudo embalado por uma "canção de ninar", faz-nos pensar (com medo), como parece que estamos sendo conduzidos para um terrível e dramático desfecho, não da história de um filme, mas de nossa própria história como raça.


OBS: que a glória do que se nos foi conquistado na cruz do calvário resplandeça sobre todos os que se encontram sob a crescente e forte influência das trevas, que a todos tenta sobrepujar. Tal intento, ao fim, terá sido em vão (Ap. 21:1-4)!

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Documentário: "A História do Ocultismo Nazista" (VÍDEOS)

A HISTÓRIA DO OCULTISMO NAZISTA

Assim que a Segunda Guerra Mundial terminou, o mundo descobriu o inacreditável e gigantesco genocídio perpetrado pelos nazistas de Adolf Hitler, que massacrou quase 20 milhões de homens, mulheres e crianças inocentes, considerados pelos nazistas "indignos de viver". Os historiadores ocidentais, horrorizados, nunca conseguiram compreender como a Alemanha cristã de Martinho Lutero pôde se transformar na Alemanha satânica de Adolf Hitler. Além disso, o povo alemão tinha um bom nível educacional, era versado nas artes e no entretenimento e parecia exemplificar o tipo de povo para o qual os humanistas apontariam com orgulho dizendo: "Veja, dizemos que o homem é inerentemente bom e, se for educado e exposto às melhores coisas da vida, desenvolverá naturalmente sua melhor natureza". Os produtores deste documentário decidiram procurar em outro lugar a explicação para o fato de os alemães terem tão rapidamente se tornado os assassinos monstruosos sob a liderança de Hitler. Goodrick-Clarke pesquisou cuidadosamente as raízes ocultistas do nazismo e descobriu que um ressurgimento satânico ocorreu na Alemanha entre 1890 e 1935, o que preparou o povo alemão para apoiar, amar e respeitar Adolf Hitler. Além disso, muitos jovens alemães apoiavam Hitler de tal forma que estavam dispostos a apertar o gatilho das armas e puxar as alavancas das câmaras de gás para massacrar as pessoas depreciadas pelo seu líder.  Conforme Goodrick-Clarke examina os líderes alemães que prepararam o povo para aceitar Hitler, relaciona suas crenças e objetivos. Quando lemos sobre essas crenças e objetivos, não é difícil que percebamos que são idênticos às crenças da Nova Era, no ressurgimento pós-moderno do atualmente chamado neopaganismo. Se você é um aderente da Nova Era ou de flerta com elementos neopagãos, perceberá a paridade exata dessas crenças e objetivos ocultistas.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Parte 7

Parte 8

Parte 9

Parte 10

Parte 11

terça-feira, 11 de junho de 2013

Que raios de "lógica" é essa??

A LÓGICA DAS LIDERANÇAS DA CHAMADA "NOVA ORDEM MUNDIAL"

Todos temos visto como o povo francês tem sido palco de um "cabo de guerra", no qual estão sendo medidas as forças do conservadorismo popular - ainda baseado no resquício de Cristianismo presente no Ocidente -, e as metas urgentes das lideranças da chamada "Nova Ordem Mundial" (uma elite déspota, ambiciosíssima e cruel que quer, a todo custo, a dominação global através da diminuição populacional e da reprogramação cultural de toda a sociedade, perpassando necessariamente por um ecumenismo materialista e, por fim, pela abolição das religiões. Um dos carros-chefe mais atuantes no cumprimento da agenda globalista é, sem dúvida alguma a Maçonaria (aquela que é realmente influente a nível mundial). 

A Maçonaria, uma grande pseudo-confraria de fins filantrópicos, tem trabalhado diligentemente, através de seus agentes na política, na indústria do entretenimento e na grande mídia, com o fim de concretizar os objetivos dessa famigerada "elite global", a qual é, antes de qualquer outra coisa, ocultista e profana. É exatamente esse pessoal que, hoje, exporta o lixo ocultista neopagão e anticristão que vemos sair de Hollywood, (p.s. veja o post anterior a este). Pois bem, recentemente, "o líder do Grande Oriente de França disse que quem é contra o “casamento” gay e contra a adopção de crianças por pares de invertidos, é da extrema-direita radical, e nazi.... E essa é a "Lógica" de tais lideranças: ou seja, a maçonaria considera que mais de metade do povo francês é inimiga do povo francês".

Fonte: Perspectivas

A atriz Roseane Barr denuncia o controle MK-ULTRA na indústria hollywoodiana (VÍDEO)

ATRIZ AMERICANA AFIRMA QUE CONTROLE "MK ULTRA" DOMINA HOLLYWOOD

Por "Danizudo", do blog Knowledge is Power
Adaptado por Artur Eduardo

Roseanne Barr é uma atriz e comediante que nunca se esquivou de enfrentar questões difíceis e controversas, mesmo que isso significasse ser impopular ou ser taxada de "louca" pelos meios de comunicação de massa. Embora eu não possa dizer que concordo com todos os seus pontos de vista, ela continua sendo uma das poucas pessoas em Hollywood que se atreve a falar sobre uma questão tão contundente: o controle mental MK-ULTRA.

Em uma entrevista recente para a RT, Roseanne falou sobre o lado obscuro da indústria do entretenimento e diretamente mencionou o MK-ULTRA como sendo uma grande força em Hollywood. Aqui está um trecho da entrevista: 

Roseanne basicamente diz que as estrelas de Hollywood têm medo de usar seu status para falar sobre questões importantes, porque há uma "cultura do medo" acontecendo por lá, em que "falar a verdade", quase automaticamente, é igual ser rejeitado por parte da indústria e ter uma carreira profissional destruída.

 O mais importante, ela acrescentou:
"É também uma grande cultura de Controle Mental. O Controle Mental MK-ULTRA domina Hollywood."
Isso significa que muitas estrelas não falam a verdade, porque elas literalmente não podem fazê-lo. Elas têm suas mentes controladas, o que significa que têm alter-personas programadas para que manipuladores sejam capazes de desencadear e controlar suas vontades. 

Mas, o que é o MK-ULTRA?
A Programação Monarca é um método de controle mental utilizado por numerosas organizações para fins ocultos. É uma continuação do projeto MK-ULTRA, um programa de controle mental desenvolvido pela CIA, e testado em civis e militares. Os métodos são incrivelmente sádicos (todo o seu propósito é traumatizar a vítima) e os resultados esperados são horríveis: a criação de um escravo de mente controlada que pode ser acionado a qualquer momento para executar qualquer ação exigida pelo manipulador. Enquanto a mídia de massa ignora essa questão, mais de 2 milhões de americanos têm passado pelos horrores desse programa. Este artigo mostra as origens da Programação Monarca e alguns dos seus métodos e simbolismos.

A Programação Monarca é uma técnica de controle mental que compreende elementos de abuso em rituais satânicos (Satanic Ritual Abuse) e Transtorno de Personalidade múltipla (Multiple Personality Disorder). Ela utiliza uma combinação de rituais, neurociência, psicologia e ocultismo para criar dentro dos escravos um alter-ego que pode ser acionado e programado por manipuladores. Escravos Monarcas são utilizados por várias organizações ligadas à elite mundial, em áreas tais como a escravidão sexual, militarismo e a indústria do entretenimento. Este artigo irá atentar às origens da Programação Monarca, suas técnicas e seu simbolismo.

Origens
Durante todo o curso da história, várias casos foram registrados, descrevendo rituais e práticas semelhantes ao de controle mental. Um dos primeiros escritos dando referência à utilização do ocultismo para manipulação da mente pode ser encontrada no Livro Egípcio dos Mortos. É uma compilação de rituais, muito estudada por sociedades secretas de hoje, que descreve os métodos de tortura e de intimidação (para criar o trauma), o uso de poções (drogas) e da feitiçaria (hipnotismo), resultando na escravidão total do iniciado. Outros eventos atribuídos à magia negra, bruxaria e possessão demoníaca (em que a vítima é animada por uma força externa) são também anteriores à Programação Monarca.

É, no entanto, durante o século 20 que o controle mental se tornou uma ciência no sentido moderno do termo, na qual milhares de pessoas têm sido sistematicamente observadas, documentadas e já a têm experimentado.

Um dos primeiros estudos metódicos no controle mental baseado no trauma foi realizado por Joseph Mengele, um médico que trabalhou nos campos de concentração nazista. Ele inicialmente ganhou notoriedade por ser um dos médicos da SS que supervisionava a seleção dos reclusos que chegavam, determinando quem seria morto e quem viria a se tornar um trabalhador forçado. No entanto, ele é conhecido principalmente pela realização de terríveis experimentos em humanos, presos nos campos de concentração, incluindo crianças, por quem Mengele era chamado de "Anjo da Morte".

Joseph Mengele, 1935

Mengele é famoso por seus sórdidos experimentos em prisioneiros humanos, nos campos de concentração, especialmente em gêmeos. Uma parte do seu trabalho que raramente é mencionado, no entanto, foi sua pesquisa sobre controle mental. Muitas de suas pesquisas nesse campo foram confiscadas pelos aliados e ainda são classificadas até os dias de hoje.

"DR. GREEN (Dr. Joseph Mengele): Foi o programador mais significativo, talvez pudessemos dar-lhe o título de pai da programação Monarca, Joseph Mengele, um ex-nazista, médico dos campos de concentração. Milhares de escravos de controle mental monarca dos EUA tinham o "Dr. Green" como o programador-chefe".

"Dr. Joseph Mengele de Auschwitz teve muita notoriedade, ele foi o principal desenvolvedor do Projeto Monarca baseado no trauma e dos programas de controle mental MK-Ultra da CIA. Mengele e cerca de 5.000 do alto escalão nazista secretamente mudaram para os Estados Unidos e América do Sul, no rescaldo da II Guerra Mundial, em uma operação designada 'Paperclip'. Os nazistas continuaram o seu trabalho no desenvolvimento de tecnologias de controle mental e tecnologias de foguetes nas bases militares subterrâneas secretas. A única coisa que nos disseram que eram apenas trabalhos de foguetes com celebridades-estrelas como o nazista Von Braun. Os assassinos, torturadores e mutiladores de seres humanos inocentes foram mantidos discretamente fora de vista, mas havia nos EUA, também, instalações militares subterrâneas que gradualmente se tornaram o lar de milhares e milhares de crianças americanas sequestradas, tiradas das ruas (cerca de um milhão por ano) e colocadas em gaiolas de barra de ferro, empilhadas do chão ao teto, como parte do "treinamento". Essas crianças seriam utilizadas para refinar e aperfeiçoar as técnicas de Mengele e de seu controle mental. Algumas crianças selecionadas (pelo menos as que sobreviveram ao "treinamento") se tornariam escravas de mente controlada, que futuramente poderiam ser usadas ​​em milhares de postos de trabalho diferentes, que variam de escravidão sexual à assassinatos. Uma parcela significativa dessas crianças, que eram consideradas dispensáveis, foram deliberadamente mortas em frente (e por) outras crianças, a fim de traumatizar o indivíduo selecionado em submissão e cumplicidade total”. 

A pesquisa de Mengele serviu de base para os planos secretos ilegais da CIA, o programa de investigação humana chamado MK-ULTRA.

MK-Ultra

Documento MK-Ultra que foi liberado.

O Projeto MK-ULTRA correu do início dos anos 50, pelo menos, até a década de 60, utilizando-se de cidadãos americanos e canadenses como cobaias. As evidências publicadas indicam que o Projeto MK-ULTRA envolveu a utilização de diversas metodologias para manipular os estados mentais individuais e alterar as funções cerebrais, incluindo a administração sub-reptícia de drogas e outras substâncias químicas, privação sensorial, isolamento, abuso verbal e sexual.

Os experimentos mais divulgados e conduzidos pelo MK-ULTRA, envolveram a administração de LSD em seres humanos inconscientes, inclusive em funcionários da CIA, militares, médicos, outros agentes do governo, prostitutas, doentes mentais, e no público em geral, a fim de estudar suas reações. No entanto, o escopo do MK-ULTRA, contudo, não não parou. Experimentos envolvendo eletrochoques violentos, tortura física e mental e abuso sexual foram utilizados de maneira sistemática, onde se incluía crianças.

Imagem revelada de uma jovem vítima MK-ULTRA , 1961.

Embora os objetivos admitidos dos projetos fossem desenvolver a tortura e os métodos de interrogatório a serem usados em inimigos do país, alguns historiadores afirmaram que o projeto teve como objetivo criar "candidatos da Manchúria", programados para realizar vários atos, como assassinatos e outras missões secretas. O MK-ULTRA foi trazido à luz por várias comissões na década de 70, incluindo a Comissão Rockefeller de 1975. Ainda que se alegue que a CIA deixou as experiências depois dessas comissões, alguns delatores afirmaram sucessivamente que o projeto simplesmente era "clandestino" e a Programação Monarca tornou-se a sucessora do MK-ULTRA.

A declaração mais incriminadora até à data foi efetuada por um funcionário do governo quanto à possível existência do Projeto Monarca foi extraída por Anton Chaitkin, um escritor da publicação The Federalist News. Quando o ex-diretor da CIA, William Colby, foi perguntado diretamente: "E sobre o monarca?", Respondeu ele com raiva e ambiguamente: "Nós paramos entre os anos 60 e início dos anos de 70." ³

Programação Monarca
Apesar de nunca ter havido qualquer admissão oficial da existência da Programação Monarca, pesquisadores de renome têm documentado o uso sistemático do trauma para fins de controle mental. Alguns sobreviventes, com a ajuda de terapeutas dedicados, foram capazes de "desprogramar" a si mesmos para divulgarem os detalhes horríveis de suas provações.

Escravos monarcas são utilizados principalmente pelas organizações para realizarem operações, como bodes expiatórios treinados para executar tarefas específicas, não questionam ordens, não lembram de suas ações e, se descobertos, devem automaticamente cometer suicídio. Eles são os bodes expiatórios perfeitos para os assassinatos de alto nível (veja o caso de Sirhan Sirhan), os candidatos ideais para a prostituição, a escravidão sexual e a pornografia. Eles também são os artistas fantoches perfeitos para a indústria do entretenimento.

"O que eu posso dizer é que agora eu acredito que a programação de abuso ritual está generalizada, é sistemática, é muito organizada, com informações altamente esotéricas, que não são publicadas em nenhum lugar, não foram escritas em qualquer programa, ou livro ou conversas que nós encontraríamos ao redor deste país e muito menos em um país estrangeiro.

As pessoas dizem: "Qual é a finalidade disso?" Meu melhor palpite é que o propósito disso é que eles querem um exército de 'candidatos da Manchúria', dezenas de milhares de robôs mentais que vão divulgar a prostituição, a pornografia infantil, contrabando de drogas, participação no contrabando internacional de armas, fazer filmes,  todo tipo de coisas muito lucrativas, fazer  seu lance e, eventualmente, os megalomaníacos no topo das elites acreditam que eles vão criar uma Ordem satânica que vai dominar o mundo".4

Programadores Monarcas causam traumas intensos nos indivíduos através da utilização de eletrochoque, tortura, abuso sexual e jogos mentais, a fim de forçá-los a dissociar-se da realidade - uma resposta natural em algumas pessoas, quando então se deparam com uma dor insuportável. A capacidade do sujeito de dissociar-se é um requisito importante e é, aparentemente, mais facilmente encontrada em crianças que vêm de famílias com várias gerações de abuso. A dissociação mental permite que os manipuladores criem personas (Alter-egos) que ficam em ''off '' na psique do indivíduo, e podem ser programadas e acionadas à vontade.

"A programação de controle da mente baseado em trauma pode ser definido como tortura sistemática que bloqueia a capacidade da vítima para o processamento consciente (tortura por meio do terror, dor, das drogas, da ilusão, privação sensorial, privação de oxigênio, frio, calor, estimulação cerebral, fiação, e, muitas vezes, EQM, experiência de quase-morte), e então empregam sugestão e/ou condicionamento clássico e operante (compatível com o princípios bem-estabelecidos de modificação comportamental) para implantar pensamentos, diretrizes e percepções na mente inconsciente, muitas vezes em trauma recém-formado, induzindo identidades dissociadas, o que força a vítima a fazer, sentir, pensar ou perceber as coisas para os fins do programador. O objetivo é que a vítima siga as diretivas sem consciência, incluindo a execução dos atos em clara violação dos princípios morais dela mesma, convicções espirituais e volição.

Instalação de programas de controle mental dependem da capacidade da vítima para dissociar, o que permite a criação de novas personalidades para "segurar" e "esconder" a programação. Já as crianças dissociativas são "candidatas" perfeitas para a programação". - 5

O controle mental é secretamente usado por vários grupos e organizações para diversos fins. Segundo Fritz Springmeier, esses grupos são conhecidos como "A Rede" e formam a espinha dorsal da Nova Ordem Mundial.

As Origens do Nome
A Programação monarca para o controle mental tem o nome referente à borboleta monarca - um inseto que começa sua vida como um verme (que representa um potencial não desenvolvido) e, após um período de encasulamento (programação) renasce como lindas borboletas (o escravo Monarca). Algumas características específicas da borboleta monarca também são aplicáveis ​​ao controle da mente:

"Uma das razões principais pela qual a programação monarca de controle mental foi denominada de programação Monarca foi por causa da borboleta monarca. A borboleta monarca aprende onde nasceu (suas raízes) e passa esse conhecimento através da genética sobre a sua descendência (de geração em geração). Esse foi um dos principais animais que intrigava cientistas afora, por causa de seu conhecimento que pode ser transmitido geneticamente. A programação Monarca tem os objetivos Illuminati e nazistas para criar uma raça superior, em parte, pela genética. Se o conhecimento pode ser transmitido geneticamente (e é), então é importante que os pais sejam encontrados, que possam passar o conhecimento correto para essas vítimas selecionadas para o controle mental Monarca ".6 


"Quando uma pessoa está passando por um trauma induzido por eletrochoque, uma sensação de atordoamento é evidenciada, como se estivesse flutuando ou esvoaçado como uma borboleta. Há também uma representação simbólica relativa à transformação ou metamorfose do lindo inseto: a partir de uma lagarta, de um casulo (dormência, inatividade) até uma borboleta (criação do novo) que irá retornar ao seu ponto de origem. Esse é o padrão migratório que faz com que essa espécie seja única ". 7

Método
A vítima/sobrevivente é chamada de "escravo" pelo programador/manipulador, que por sua vez, é percebido como "mestre" ou "deus". Cerca de 75% são do sexo feminino, já que possuem uma maior tolerância à dor e tendem a dissociar-se mais facilmente que os homens. Os manipuladores Monarcas buscam a compartimentação da psiquê em ''personas'' múltiplas e separadas, usando o trauma para  assim causar a dissociação.

A seguir está uma lista parcial das formas de tortura:
1. Abuso e tortura

2. Confinamento em caixas, gaiolas, caixões, etc, ou enterro (muitas vezes com uma abertura ou tubo de ar de oxigênio).

3. Contenção com cordas, correntes, algemas, etc.

4. Quase-afogamento.

5. Extremos de calor e frio, incluindo submersão em água gelada e queima de produtos químicos.

6. Esfolamento (apenas camadas superiores da pele são removidas em vítimas destinadas para sobreviver).

7. Fiação.

8. Luz ofuscante.

9. Choque elétrico.

10. Ingestão forçada de fluidos corporais ofensivos e matéria, tais como sangue, urina, fezes, carne, etc.

11. Pendurado em posições dolorosas ou de cabeça para baixo.

12. Fome e sede.

13. A privação de sono.

14 Compressão com pesos e dispositivos.

15. Privação sensorial.

16. Drogas para criar ilusão, confusão e amnésia, frequentemente administradas por injecção intravenosa.

17. Ingestão ou substâncias químicas tóxicas intravenosas para criar dor ou doença, incluindo agentes quimioterápicos.

18. Membros puxados ou deslocados.

19. Aplicação de cobras, aranhas, larvas, ratos e outros animais para provocar o medo e o nojo.

20. Experiências de quase-morte, comumente asfixia por sufocamento ou afogamento, com reanimação imediata.

22. Forçado a realizar ou testemunhar abusos, torturas e sacrifício de pessoas e animais, geralmente com facas.

23. Participação forçada em escravidão.

24. Abuso para engravidar; o feto é, então, abortado para uso ritualístico, ou o bebê é levado para o sacrifício ou a escravidão.

25. O abuso espiritual para causar vítima a se sentir possuída, perseguida e controlada internamente por espíritos ou demônios.

26. Profanação de crenças judaico-cristãs e formas de culto; dedicação a Satanás ou outras divindades.

27. Abuso e ilusão para convencer as vítimas que Deus é o mau, tais como convencer uma criança que Deus abusou dela.

28. Cirurgia a tortura, experimento, ou causar a percepção de bombas físicas ou espirituais ou implantes.

29. Dano ou ameaça de dano à família, amigos, entes queridos, animais, e outras vítimas, para forçar o cumprimento.

30. Uso de ilusão e realidade virtual para confundir e criar uma divulgação não-credível 8.

"A base para o sucesso da programação de controle mental Monarca é que personalidades diferentes ou partes da personalidade chamados de 'alter egos', podem ser criadas e elas não conhecem umas as outras, mas que podem administrar o corpo em momentos diferentes. As paredes de amnésia que são construídas por traumas, formam um escudo protetor de sigilo que protegem os abusadores de serem descobertos, e impedem que as personalidades que administram o corpo por muito tempo saibam como seu sistema de 'alter egos' está sendo usado. O escudo do sigilo permite que os membros da seita vivam e trabalham em torno de outras pessoas e permaneçam totalmente despercebidas. A persona do dia-a-dia pode ser a de um cristão maravilhoso, e os 'alters'mais profundos podem ser o pior tipo de monstro satânico inimaginável, um efeito tipo Dr. Jekyll e Mr. Hyde. A grande preocupação é manter sigilo das agência de inteligência ou dos grupos ocultistas que estão controlando o escravo. A taxa de sucesso desse tipo de programação é alta, mas quando ela falha, as falhas são eliminadas através da morte do escravo monarca. Cada trauma e tortura serve a um propósito. Uma grande parte dos experimentos e das pesquisas se propuseram a descobrir o que se pode e o que não se pode fazer. Gráficos foram feitos mostrando o quanto de tortura um dado peso corpóreo em uma determinada idade pode suportar sem matá-lo ". 9

"Devido ao trauma grave induzido pela ECT, abuso sexual e outros métodos, a mente se divide em personalidades alternativas a partir do núcleo. Anteriormente conhecido como desvio de personalidade múltipla, é atualmente reconhecido como Transtorno bipolar ou Transtorno Dissociativo de Identidade e é a base para a programação monarca. Mais condicionamento da mente da vítima é reforçada através do hipnotismo, coerção, reversões de dor-prazer, alimentos, água, sono e privação sensorial, juntamente com várias drogas que alteram certas funções cerebrais ".10

A dissociação é, portanto, alcançada pelo trauma, utilizando-se o abuso sistemático e rituais ocultistas aterrorizantes. Depois de dividir a personalidade núcleo, pode ocorrer de ser criado um "mundo interno" e personas podem ser programadas e alteradas utilizando-se ferramentas como música, filmes (em especial as produções da Disney) e fadas. Esses recursos visuais e de áudio melhoram o processo da programação, usando imagens, símbolos, significados e conceitos. As personas podem ser acessadas ​​através de palavras ou símbolos, que funcionam como gatilhos programados no psiquismo do indivíduo pelo manipulador. Ele fala uma palavra que só ele e o escravo conhecem; ele fala a palavra e automaticamente o escravo é hipnotizado e fica sujeito aos desejos do manipulador. Algumas das imagens mais comuns internas vistas pelos escravos de controle mental são: árvores, a cabalística árvore da vida, loops do infinito, antigos símbolos e letras, teias de aranha, espelhos, vidro estilhaçado, máscaras, castelos, labirintos, demônios, borboletas, óculos, relógios e robôs. Esses símbolos são geralmente inseridos em filmes e vídeos de cultura popular, por duas razões: para dessensibilizar a maioria da população, usando mensagens subliminares e programação neuro-linguística e deliberadamente construir gatilhos específicos e as chaves para a programação base de crianças MONARCAS altamente impressionáveis.¹¹ Alguns dos filmes utilizados na Programação Monarca incluemO Mágico de Oz, Alice no País das Maravilhas, Pinóquio e a Bela Adormecida.

O filme O Mágico de Oz é usado pelos manipuladores Monarcas para programar seus escravos. Símbolos e significados no filme se desencadeiam na mente do escravo que permite o acesso fácil à mente do escravo pelo manipulador. Na cultura popular, veladas referências à programação Monarca costumam usar analogias a O Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas

Em cada caso, ao escravo, é dada uma interpretação particular da história do filme, a fim de melhorar a programação. Por exemplo, um escravo assistindo O Mágico de Oz é lhe ensinado que "Somewhere Over The Rainbow (Em Algum Lugar além do Arco-íris)" é o "lugar feliz" onde os escravos com trauma dissociativo vão até o fim para escapar da dor insuportável infligida sobre eles. Usando o filme, programadores incentivam escravos a irem "over the rainbow" (além do arco-íris) e se dissociarem, efetivamente separando suas mentes de seus corpos.

"Como mencionado anteriormente, para o hipnotizador será mais fácil encontrar crianças para hipnotizar se eles souberem como fazê-lo com crianças pequenas. Um método que é eficaz é dizer para as crianças pequenas, "Imagine que você está assistindo a um programa de televisão favorito." É por isso que os filmes da Disney e outros programas são tão importantes para os programadores. Eles são a ferramenta perfeita e hipnóticas para obter a mente da criança à dissociação na direção certa. Os programadores têm utilizado filmes durante quase um dia para ajudar as crianças aprenderem os scripts hipnóticos. Para as crianças eles precisam ser parte do processo hipnótico. Se o hipnotizador permitir à criança fazer a sua própria imagem, a sugestão hipnótica vai ser mais forte. Ao invés de dizer à criança a cor de um cão, o programador pode perguntar à criança. Esse é o lugar onde os livros e os filmes exibidos à criança ajudam a orientar a sua mente na direção certa. Se o hipnotizador fala para uma criança, ele deve tomar cuidado extra para não alterar o tom de sua voz e ter transições suaves. A maioria dos filmes da Disney são utilizados para fins de programação. Alguns deles são projetados especificamente para controle mental."¹² 

Níveis da Programação Monarca
Os níveis de Programação Monarca identificam as "funções" do escravo e é nomeado após a eletroencefalografia (EEG) das ondas cerebrais associadas a eles.

 Tipos de ondas cerebrais no EEG

Monitoramento das ondas cerebrais através do couro cabeludo.

Considerado como "geral" ou programação regular, ALPHA está dentro do controle da personalidade de base. É caracterizada pela retenção de memória extremamente pronunciada, juntamente com um aumento substancial da força física e acuidade visual. A Programação ALPHA é realizada deliberadamente subdividindo a personalidade das vítimas que, em essência, causam uma divisão cerebral no esquerdo ao lado direito do cérebro, permitindo uma união programada de esquerda e direita através da estimulação via neurônio.

BETA - É referida como programação “sexual” (escravos sexuais). Essa programação elimina tudo que aprendemos sobre nossas convicções morais e estimula o instinto primitivo sexual, sem inibições. O alter "kitten" pode sair e alterar a esse nível. Conhecida como a programação Sex-kitten, ela é o tipo mais visível da programação visto que algumas celebridades femininas, modelos, atrizes e cantoras têm sido submetidas a esse tipo de programação. Na cultura popular, roupas com estampas felinas frequentemente denotam quem é vitima dessa programação.

DELTA - É conhecida como programação "assassino" e foi originalmente desenvolvida para formação de agentes especiais ou soldados de elite (ou seja, Delta Force, Primeiro Batalhão da Terra, a Mossad, etc) em operações secretas. A ótima saída adrenal e agressão controlada é evidente. Os indivíduos são desprovidos de medo e são muito sistemáticos na realização de sua missão. Instruções de auto-destruição ou suicídio são colocadas nesse nível.

THETA - Considerada a programação “psíquica”. Bloodliners (aqueles que vêm de várias gerações de famílias satânicas) foram determinados para apresentar uma maior propensão para habilidades telepáticas do que outros. Devido às suas limitações evidentes, no entanto, várias formas de sistemas electrônicos de controle mental foram desenvolvidos e introduzidas, isso é, dispositivos bio-médicos de telemetria humana (implantes cerebrais), os lasers de energia dirigida a utilização e/ou eletromagnéticos. É relatado que estes sejam utilizados em conjunto com computadores altamente avançados e sistemas de rastreamento por satélite sofisticados. ¹³

Conclusão
É difícil manter a objetividade ao descrever os horrores sofridos pelos escravos Monarcas. A extrema violência, o abuso sexual, tortura mental e jogos sádicos infligidos em vítimas por "cientistas notáveis" e funcionários de alto nível provam a existência de um "lado escuro" na verdade dos poderes constituídos.Apesar das revelações, dos documentos e dos denunciantes, a grande maioria da população ignora, nega ou evita o problema completamente. Mais de dois milhões de americanos foram programados por controle mental desde 1947, a CIA admitiu publicamente seus projetos de controle mental em 1970. Filmes como "Sob o Dominio do Mal" têm encaminhado diretamente ao assunto, descrevendo técnicas atuais, tais como o eletrochoque, o uso de palavras gatilho e aplicação do microchip. Várias figuras públicas que vemos em nossos televisores e telas de cinema são escravos de controle mental. Pessoas famosas, como Candy Jones, Celia Imrie e Sirhan Sirhan têm em seu registro a divulgação de suas experiências de controle mental...e ainda assim o público em geral alega que "isso não pode existir".

As pesquisas e os fundos investidos no Projeto Monarca, no entanto, não se aplicam somente à mente de escravos controlados. Muitas das técnicas de programação desses experimentos são aplicadas em grande escala por meio da mídia, de vídeos de notícias, filmes, músicas, propagandas e programas de televisão que são ocom base nos dados mais avançados sobre o comportamento humano jamais compilados. Muito disso vem da Programação Monarca.
Referências: 
  1. Fritz Springmeier, The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave 
  2. Ken Adachi, Mind Control the Ultimate Terror 
  3. Anton Chaitkin, “Franklin Witnesses Implicate FBI and U.S. Elites in Torture and Murder of Children”, The New Federalist 
  4. D. Corydon Hammond, Ph.D.
  5. Ellen P. Lacter, Ph.D., The Relationship Between Mind Control Programming and Ritual Abuse 
  6. Ibid. 
  7. Ron Patton, Project Monarch 
  8. Ellen P. Lacter, Ph.D., Kinds of Torture Endured in Ritual Abuse and Trauma-Based Mind Control
  9. Springmeier, op. cit.
  10. Patton, op. cit.
  11. Ibid.
  12. Springmeier, op. cit.
  13. Patton, op. cit. 
  14. Traduzido de: Secret Arcana.

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