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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Site "Yahoo!" sensacionalismo editorial, burrice ou um desserviço informativo propositado?

Imagem do Yahoo!, de 21/04/2016. CLIQUE NA IMAGEM para ampliá-la.

Há um tempo que venho observando as "reportagens" tendenciosas do Yahoo! Que o site (brasileiro) é pró-Dilma e PT, isto ninguém duvida, mas às vezes esses caras superam-se no quesito analfabetismo funcional. Esta manchete de uma dessas reportagens do Yahoo! não me deixa mentir. Propositalmente ambígua, a manchete diz: "Schahin confirma ´proprina´ de U$ 2,5 milhões a Moro". O que você entende quando lê assim, amigo internauta. É que o delator estaria dizendo que o juiz Sérgio Moro recebera uma propina milionária, não é isto? E eu não quero nem entrar no mérito de uma manchete conter a palavra "propina" escrita assim: "proprina". Que o analfabetismo no meio midiático (principalmente o jornalístico) é gritante, isso ninguém duvida. Mas, penso que aqui a coisa é mais séria. Não é somente o fato de haver uma má construção frasal, não - A REPORTAGEM, NA VERDADE, FALA QUE O DELATOR "CONFIRMOU A MORO, EM JUÍZO, UMA PROPINA DE U$ 2,5 MILHÕES" -; mas, muito mais do que isso, sabedores dos maus costumes dos brasileiros, os editores do Yahoo! sabem que a maioria, infelizmente, não lê devidamente as reportagens. Lê as manchetes. E, ao meu ver, esse é exatamente o intuito: propagar algo propositalmente ambíguo para se criar um clima de disse-me-disse, incertezas, controvérsias, boatos, etc. Esta baixeza é inimaginável para o um veículo midiático que alegadamente se presta a ser uma agência a serviço da informação. Vê-se, claramente, que por essas e outras, o Yahoo! está a serviço da desinformação, da histeria, do sensacionalismo barato (para se dizer o mínimo), e pior: isto às custas da idoneidade de uma das mais importantes figuras públicas dos tempos recentes, cujo serviço incansável tem sido um vento de esperança de que, apesar de tudo (inclusive de sites como o Yahoo!), talvez se possa fazer algumas coisa por essa tão combalida nação. 

Nota "0", Yahoo!... Em tudo: ombridade, jornalismo, informação e inclusive no Português. 

terça-feira, 12 de abril de 2016

Obra considerada autêntica do pintor renascentista Caravaggio é encontrada em sótão na França


O quadro do pintor italiano Caravaggio (1571-1610) recentemente descoberto em um sótão de uma casa no sudoeste da França é uma obra autêntica, segundo vários especialistas, apesar da dúvida expressada por alguns colegas.
"Esta iluminação especial, esta energia típica de Caravaggio, sem correções, com a mão segura, e as matérias pictóricas, fazem com que este quadro seja autêntico", declarou o especialista Eric Turquin, admitindo, no entanto, que ainda haverá controvérsia das análises.
Nicola Spinoza, ex-diretor do museu de Nápoles e um dos grandes especialistas mundiais em Caravaggio, concorda com Turquin.
"É preciso ver nesta tela um verdadeiro original do mestre lombardo, identificável quase com certeza, apesar de não termos prova tangível e irrefutável", assinala Spinoza.
A pintura foi descoberta no sótão de uma casa no sudoeste da França e proibida de sair do país por parte das autoridades, à espera de sua análise.
Um decreto da ministra da Cultura, publicado em 31 de março, "rejeita o certificado de exportação pedido para uma pintura possivelmente atribuída a Michelangelo Merisi, conhecido como Caravaggio".
Trata-se da obra "Judite e Holofernes", uma pintura a óleo sobre tela de 1600 por 1610, "recentemente redescoberta e de grande valor artístico, que poderia ser identificada como uma composição perdida de Caravaggio", indica a ordem ministerial.
A existência da obra era conhecida por uma cópia atribuída a Louis Finson, pintor flamengo contemporâneo de Caravaggio.
A pintura mostra Judite, grande heroína bíblica, viúva da cidade de Betúlia, decapitando em sua tenda Holofernes, o general de Nabucodonosor, que sitiava a cidade.
Fonte: Yahoo!

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Fazendeiro e caçador se surpreendem com o tamanho do jacaré que atacava gado

Image copyrightLee Lightsey
Image captionJacaré foi encontrado na fazenda de Lightsey, enquanto ele e o guia supervisionavam uma caçada
Uma criatura de 4,5 metros de comprimento e pesando nada menos que 360 quilos surpreendeu o caçador Lee Lightsey em sua fazenda na Flórida, depois de passar dias se alimentando do gado que pastava por ali.
Tratava-se de um jacaré gigante que foi descoberto nas lagoas artificiais da fazenda de Lightsey enquanto este e seu guia supervisionavam uma expedição de caça, no último sábado. O caçador, que está na profissão há 18 anos, ficou admirado com o animal e afirmou à BBC "nunca ter visto um jacaré daquele tamanho".
Quando o animal veio à superfície, ficou a seis metros de distância dos dois, que dispararam e o abateram. Lightsey e seus funcionários precisaram de um trator para removê-lo dali.
Segundo o caçador, não foi a primeira vez que eles encontraram jacarés assim nas redondezas da fazenda. Mas normalmente eles eram menores e menos assustadores.
"O jacaré é enorme, mas não me surpreende que apareça por aqui. Encontramos muitos outros nos últimos 20 anos que eram um pouco menores", contou.
"O que nos chamou bastante a atenção foi o fato de ele estar se alimentando do gado da fazenda, porque encontramos partes dos bois mutilados na água. Precisávamos tirá-lo daqui", explicou.
A empresa de Lightsey organiza caçadas de crocodilos, javalis e perus ao redor de sua propriedade, que é destinada a expedições desse tipo. Até então, o maior jacaré já caçado por eles tinha no máximo 4 metros de altura.
Ele costuma cobrar cerca de US$ 10 mil para matar um jacaré maior do que 4 metros e US$ 4,5 mil por um jacaré que tenha entre três e quatro metros. Os animais são, em geral, mortos com uma espingarda potente. "Mas sempre procuramos matá-los com o mínimo de sofrimento, sem deixar que eles fiquem feridos antes de morrer", afirmou.
A região da Flórida e de Louisiana, nos Estados Unidos, é conhecida por ter uma vasta população de jacarés – estima-se que haja mais de 1 milhão deles em cada um dos dois Estados. Agora, o plano de Lightsey para o "jacaré gigante" encontrado é dissecá-lo e doar a carne para alguma instituição beneficente.
Fonte: BBC

quarta-feira, 16 de março de 2016

Porque prefiro a trilogia "Mad Max" ao filme pomposo de 2015


Cena de "Mad Max".

Sempre fui o maior fã da trilogia cinematográfica "Mad Max". Não pela violência, que é uma de suas marcas características, mas pelo fato de, em 1979, o diretor George Miller ter inventado um estilo cinematográfico que viraria um "mito": o gênero "pós-apocalíptico". Nunca antes alguém tinha pensado em algo parecido. É claro que já havia filmes que falavam sobre futuros distópicos, como o cultuado "Ômega Man" ("A Última Esperança da Terra") e "A Máquina do Tempo", baseado no romance homônimo de Julio Verne. Mas, "Mad Max" é uma obra única, em vários sentidos: George Miller criou um retrato fiel do caos que há anos se instaura na raça humana, a despeito de todo avanço tecnológico que experimentamos no último século. Isso está presente no primeiro filme da trilogia original. Max é um policial, cujo amigo, "Goose", após se envolver com criminosos motociclistas nômades, é perseguido e queimado até à morte. Apesar de Max sair da polícia, com medo do que acontecesse à sua família, os caras vão atrás dele, impiedosamente. Tendo perdido tudo, Max põe a cabo sua vingança, perseguindo a gangue nômade de motoqueiros e, por fim, seu chefe, conhecido como "Toecutter", com quem Max tem um desfecho final explosivo.

Cena de "Mad Max".

No segundo, a sociedade já sucumbiu perante si própria, naquela "tempestade de fogo e medo" que varre a humanidade, em uma interminável guerra por gasolina. O filme é realmente parecido com um tipo western, com o relutante herói acabando por ajudar um grupo que entrincheira-se em uma estação de bombeamento de petróleo, no deserto, e que é cercado e atacado impiedosamente por uma horda de motoqueiros e motoristas nômades, sedentos por mais gasolina. A antítese do Homem está registrada em meio ao cenário caótico: o que há de "melhor" e "pior" em nós, ali aparece com aquela inconveniente sensação de que a humanidade está se esvaindo como a areia nas mãos do herói, em uma das cenas finais do longa. 


Cena de "Mad Max II".

E o terceiro, considerado (injustamente) o mais fraco da trilogia original, é totalmente diferente dos demais: embora situado sim num futuro pós-apocalíptico e terminando, como fora nos dois filmes predecessores, com uma corrida alucinante, a simbologia desta última corrida do herói "Max" é diferente do que já fizera. O herói começa o filme levando um "revés", ficando só, sem água, sem comida, sem abrigo, sem carro e o pior, sem combustível. Seco, portanto, como o deserto que o rodeia e sem "nada a perder", envolve-se em uma trama, numa cidade chamada "Battertown", que encontra ao perambular pela "wasteland" ("terra devastada"). É na "Cúpula do Trovão" (nome original inglês do terceiro filme, "Thunderdome"), na cidade de "Battertown", que Max parece selar seu destino.


Cena de "Mad Max II".

Não levando o plano adiante, o herói é banido, vai parar em um canyon paradisíaco, onde moram apenas pré-adolescentes e adolescentes deixados há muito tempo, por adultos que fizeram uma viagem desesperada para encontrarem resquícios de civilização, após a catástrofe nuclear. Os adultos nunca mais voltaram e os meninos permaneceram ali, perdidos no tempo, falando como primitivos, cheios de erros de português; e é quando um grupo decide se aventurar pelo deserto. Max tenta resgatá-los, volta para Battertown e rouba um trem, que servia como plataforma de controle para a extração do gás metano (oriundo de fezes de porcos), que é o que mantém Battertown como cidade. A corrida que se segue é impressionante sob muitos aspectos (há quem diga que a corrida final do II é superior à deste III, mas ambas valem a pena serem vistas).


Cena de "Mad Max III".

Este quarto Mad Max é um filme que destoa completamente da trilogia original. Seco, rápido e com aquela sensação de que vai "do nada a lugar nenhum". Até o niilismo que é bem apresentado na trilogia original, estrelada por Mel Gibson, é esquecida. Sei que o filme ganhou 6 (isso mesmo, seis!) Oscars na última edição do evento, mas, não nos esqueçamos de que foram todos Oscars técnicos. Tecnicamente, o filme é um deslumbre. Mas, "Mad Max" não é só técnica, é um conceito muito bem elaborado: a maior prova de que, em meio a todo o niilismo ansioso que provinha das mentes de diretores como George Miller, que, em plena guerra fria imaginou o que seria a sociedade após uma hecatombe nuclear, a necessidade de "heróis" no meio do caos generalizado ressoaria, e alguém teria de "ouvir". Mel Gibson interpretou um personagem, cuja característica maior é exatamente o nome do filme.


Cena de "Mad Max III".

"Max" torna-se inevitavelmente "Mad", pois os acontecimentos o levam ao limite e, por fim, depois da espiral de loucura e decadência pela qual toda a raça humana é consumida, numa "terra devastada" ("wasteland"), sem família (morta no 1), sem amigos, sem esperança, Max encontra motivos para seguir vivo. Esta é a força da centelha de vida presente em todos os heróis, até nos mais relutantes e improváveis, os quais são capazes dos mais elevados atos de altruísmo e compaixão pelo próximo, pois sem dúvida alguma, sua corrida final visava em última análise o resgate da própria humanidade


Cena de "Mad Max III".

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Você viu? VÍDEOS com imagens recentes e extraordinárias


Peixe com "pernas", achando em rio do..... Brasil!!

Crocodilo gigante capturado na Indonésia.

Como trabalham os pedreiros da Ásia.

Veja a magnitude desta tempestade de areia no Kuwait. 

Dê uma olhada nesta obra de arte 3D!

Pescador vê abaixo de si, silhueta de tubarão enorme e passa por momentos de tensão. 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

"Homem Cabra" volta a aterrorizar os EUA

ReproduçãoReprodução

Uma figura do passado voltou para assombrar os norte-americanos. Trata-se do “homem cabra”, conhecido lá como Goatman. Uma lenda urbana que ficou anos esquecido e agora volta à tona na internet.

A história é a seguinte: na década de 1960, dezenas de pessoas afirmam ter flagrado um homem com cabeça de cabra andando por aí e espalhando o terror. Por conta das dificuldades tecnológicas da época, nenhum registro decente foi feito.

Acontece que agora, quase 50 anos depois, imagens desse animal estão surgindo na internet. Segundo as pessoas que a compartilham, trata-se do retorno de Goatman, que estaria agora assombrando os moradores de Maryland, ainda nos Estados Unidos.

“Todos os dias acontecem na internet dezenas de alertas de que homens que são metade cabra, cachorro ou qualquer outro animal existem. Geralmente são imagens antigas que as pessoas acham e espalham, na maioria das vezes montagens”, explica o criptozoologista Loren Coleman.


Neste ano, porém, os especialistas dizem que só levarão denúncias de aparição do Goatman se elas vierem acompanhadas de foto. Coleman conta que, em diversos casos, pessoas se apavoram com animais com deformações e os confundem com seres diabólicos de lendas urbanas.


Fonte: Yahoo!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Mar Vermelho "abre" e afoga a Globo! (Veja os números do IBOPE)

Abertura do Mar Vermelho deixa Record 10 pontos à frente da GloboRecord abre o Mar Vermelho e afoga Globo
Nunca antes na história desse país uma novela da Rede Record fez tanto sucesso a ponto de ter mais de dez pontos de audiência à frente da Rede Globo, que sempre liderou o horário nobre da TV brasileira.
Nesta terça-feira (10) a novela “Os Dez Mandamentos” mostrou a passagem bíblica da abertura do Mar Vermelho, garantindo um resultado histórico para emissora de Edir Macedo.
Na Grande São Paulo o ibope registrou 27,8 pontos de média contra 19,4 da concorrente.  Com picos de 31 pontos. No Rio de Janeiro os números foram de 30,3 para a Record e 19,4 pontos para a Globo. Com picos de 34 pontos de audiência.
Em Belo Horizonte a diferença foi pouca, mas mesmo assim a trama bíblica escrita por Vivian de Oliveira ficou à frente da Globo com 23,3 pontos a 20,8.
Os resultados mostram que o investimento de cerca de R$ 1 milhão neste único episódio valeu muito a pena.
A emissora contratou um estúdio nos Estados Unidos especializado em efeitos especiais para produzir a abertura do mar.
Pelas redes sociais os telespectadores comentavam que estavam impressionados com a qualidade da novela, um dos pontos de maior destaque para toda essa produção que contou com um elenco que surpreendeu o público. O último episódio da história de Moisés será exibido no dia 20 de novembro.
Fonte: GP

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Judeus voltam a Israel em número recorde

Judeus voltam para Israel em número recorde em 2015Judeus voltam para Israel em número recorde
Enquanto o mundo assiste ao drama dos milhões que tentam sair do Oriente Médio, na maior crise humanitária desde a Segunda Guerra Mundial, outro fluxo passa despercebido da mídia.
A imigração judaica a partir da América Latina para Israel aumentou 7% em 2015 em relação ao ano passado, informou a Agência Judaica. Destaca-se o aumento no número de brasileiros. Os índices mostram que cresceu cerca de 50% o número de brasileiros nos últimos anos.
Por exemplo, em 2012 191 brasileiros mudaram para Israel, no ano seguinte foram 205. Em 2014 chegou a 276.
“Notamos um aumento da imigração latino-americana. De janeiro a julho deste ano chegaram 109 pessoas, 35 procedentes do Brasil, 29 da Argentina, 11 do Uruguai, nove do Peru, cinco do Chile e três da Colômbia”, disse Yigal Palmor, porta-voz da Agência Judaica.
“Os brasileiros poderiam ir para muitos outros lugares, mas escolhem Israel porque existe um laço muito forte cultural e, em alguns casos, religioso que os une ao país”, afirma Palmor.
A Agência Judaica acredita que a motivação é clara: “Escolher Israel como país em que quer desenvolver sua vida e dar oportunidades a seus filhos pode ser definida como uma (escolha) sionista porque expressa uma fé no futuro deste país e mostra o vínculo íntimo que existe entre o Estado e os judeus”, segundo informações da Revista Época.
Mas não são apenas brasileiros que continuam aumentando os índices da aliyah, como é chamada a imigração de judeus para Israel. Em 2014, um total de 26.429 imigrantes judeus chegaram a Israel. Um grande salto comparado com os 19.012 do ano anterior.
Nos primeiros 8 meses deste ano, 17.212 pessoas do mundo todo fizeram a aliyah para Israel. É um aumento de mais de 40% em comparação ao ano anterior.
A origem dos olim, como são chamados os judeus que regressam a Israel, é:  Ucrânia (26%), França (25%), Rússia (21%) e Estados Unidos (9%). Alguns números chamam atenção:
Mais de 200 judeus franceses vieram em um voo especial em julho, elevando o total para 5.100 este ano.
De acordo com o Times of Israel, no primeiro semestre de 2015 vieram 3.756 judeus da Rússia e da vizinha Ucrânia quase 6 mil. Um aumento de 52% em comparação a 2014.
Também aumentou o número de norte-americanos imigrando para Israel. Parece que ocorrerá uma reversão da tendência de declínio nos últimos anos. Somente no primeiro semestre foram 1.629. Embora em menor número, os judeus vindos do Reino Unido aumentaram em 43% em 2015, um total de 166 pessoas.
Para os estudiosos de profecias, é significativo que esses números aumentem tanto num ano em que os rabinos vem falando repetidas vezes que a chegada do Messias se aproxima. O rabino Chaim Kanievsky, uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo, tem pedido que todos os judeus voltem para Israel o mais rapidamente possível. O entendimento é que essa é uma ação espiritual que marca a vinda do Messias judeu.
Fonte: GP

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Desencontros


O olhar passa da direita para a esquerda, movendo-se por causa do fluxo da mente, que se lembra de algo muito importante. É o brio da lembrança de um tempo em que tudo parecia mais fácil. Fácil, porque a verdade abria mão de adornos e o contorno do que era preciso surgia mais definido que tudo. Ledo engano!

É nessas viradas da vida que o que se encontra é de todo confuso. Isso porque demora pra se perceber que o que se espera saber já entrou em desuso. O mal, sob suas muitas formas, se incide na inocência e faz esta mesma assemelhar-se à demência. Desencontros acumulam-se e tornam os homens ressabiados; e no cansaço da busca de não se ter mais surpresas é normal o levante da incerteza, que, infelizmente, flerta, namora e casa com o sentimento de que nada presta.

Do outro lado, reclama-se de tudo o que pode ser visto, e se esquece do mais importante: o que não se pode. Literalmente, é na omissão do que somos que se instaura o vírus que diz que o jeito é continuar não sendo, e no costume de não se buscar o que se precisa, o não necessário, o infrutuoso, o infame e o confuso aparecem, causando nada mais que mais desencontros.

terça-feira, 17 de março de 2015

O nome da coisa


Você já reparou que todo filme moderno de bruxas tem de colocar bruxas boas juntamente com as más? Percebeu não? Pois veja bem. Isto é tão certo quanto as caricaturas unânimes dos clérigos (católicos) de filmes sobre a Idade Média: todos representados como soberbos, materialistas, arrogantes, com uma aparência às vezes pior do que as bestas que os heróis tentam destruir. Percebeu não? Pois então veja bem.... Concomitantemente, a despeito de passar normalmente despercebida, uma forte tendência eclodiu em nossa sociedade com a força de um tambor de maracatu: a ideia de que o grotesco na verdade é "normal", e vice-versa. Quando você é forçado pelo peso da opinião pública a olhar um cara que coloca três chifres na testa, parte a língua e faz tatuagens nos olhos (isso, nos olhos) para "parecer com o diabo", a admitir aquele comportamento como "algo normal", então o "anormal" tem de ser uma coisa muito, muito estranha mesmo. 



Não se assuste com estas linhas. Na verdade, sei que chovo no molhado aqui, pois, hoje em dia, ninguém mais e assusta com nada (a não ser com o preço da gasolina). Num dia desses estive em um determinado hospital do Recife. Precisei falar com uma pessoa numa ala mais reservada e, quando cheguei próximo à mesma, pude notar que todos, exceto os enfermeiros e médicos, tratavam aquele lugar como deveria ser tratado: um local de respeito ante o sofrimento alheio. As piadas e palavrões saiam tão normal e frivolamente por parte daqueles profissionais, que, há um tempo, creio ter sido impensável que pudesse haver tamanho desleixe com a agonia alheia. A pornofonia, aliás, vinha embalada com as mais altas e belas risadas, o que a gente normalmente não vê nem nos mais engraçados números com palhaços de circo. Mas, sabe o que pareceu-me pior? Pelo que pude perceber, apenas eu estava realmente incomodado. A forma como as pessoas, pacientes ou não, lidavam com aquilo era algo da mais absoluta normalidade. De fato, sinto-me a cada dia mais anormal, pois o conceito de "normal" tornou-se tão elástico, que dá até medo de você dizer, nos nossos dias, que é uma pessoa "normal". 



Anormalidade, por sua vez, é o que não falta nos mais diversos círculos sociais. Vejamos o evangelical (cortemos na carne primeiro). A saramandaia que se tornou o movimento evangelical atual é tamanha, que fica difícil você definir o que é e o que não é "evangelical". Ao ver, segundo o sapientíssimo Olavo de Carvalho, o "falso merda" do Edir Macedo afirmar que "Deus fala com ele em sua banheira de ouro", no "Templo de Salomão", me pergunto se podemos alargar ainda mais as fronteiras do que chamamos de movimento evangelical. Isto porque, por outro lado, temos igrejas, nas quais os membros ainda brigam por suas posições nos bancos, para terem influência sobre 20 ou 30 pessoas, e muitos até se intrigam porque, apesar de seus anos neste modus vivendi, ainda não conseguiram perceber que o "deus" a quem dizem servir é, na verdade, nada mais do que uma expressão idealizada de si mesmos. A mão que veem e julgam lhes orientar é, de fato, a extensão de seus próprios braços. Seus cérebros estão programados para jamais perceberem tal coisa e, por mais que se lhes explique, o Cristianismo a que se reduziram é na verdade um esboço de religião mal feita: morrerão pensando que a "sua igreja" é a que Jesus fundou aqui, na terra. 



Mas, não são apenas os malogrados evangelicais de hoje apresentam-se ante o pano de fundo da nossa realidade. Temos os políticos, os artistas, as autoridades e os agentes do ensino. Estes, por sinal, não conseguem explicar - porque não conseguiram ainda entender - o porquê de, no Brasil, "artistas" terem a prerrogativa de dizerem quais "nortes" devemos tomar... E em todas as áreas! Se a violência está alta, falam os artistas. Se há mais mortes no trânsito, chamem os artistas. Se o preço da gasolina sobre, protestemos com os artistas. Deve ser porque os artistas conhecem melhor os problemas sócio-econômicos e geopolíticos do que os bocós daqueles centros de ensino, que chamamos de universidades. Apesar do trocadilho, registro que penso que muitos, senão a maioria, são uns verdadeiros bocós mesmo, enclausurados em seus centros de ensino, sem quaisquer "misturas" úteis e influentes com a sociedade que lhes cerca, a qual fenece mais burra dia após dia. 



Não? Então vá ser professor (universitário), pegue uma penca de provas de universitários que escrevem "menas", "derepente", "ósio", "mim passe...." e "ele estar bem".... Lide com isso diariamente, percebendo também que, ao mesmo tempo em que o "menas" torna-se onipresente, o alunado parece cada vez menos apto a esboçar um pensamento ao qual se diga "benza-te Deus", como diz minha mãe. Trabalhe com isso vários dias por semana e, depois, venha conversar comigo. Duvido que, estando em sã consciência, você não diga: "Meu amigo, tem algo acontecendo ao nosso redor!". E tem mesmo. Não é só a extensão espacial da coisa (em todo o Brasil e praticamente em todo o Ocidente), mas também sua extensão temporal. Desde quando este aparente emburrecimento generalizado está acontecendo? Quando li em uma reportagem (http://www.zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/planeta-ciencia/noticia/2014/02/um-em-cada-quatro-americanos-nao-sabe-que-a-terra-gira-em-torno-do-sol-4422308.html) que um em cada quatro americanos não sabe que a Terra gira em torno do Sol, a sensação de que as minhas palavras acima expressam um sentimento verdadeiro deu lugar à certeza. E não culpe os Power Rangers, muito menos o Criacionismo, nem mesmo as novelas por isso: é um conjunto de fatores com implicações mais profundas e que só poderá ser compreendido se olharmos também o fator tempo



"Há tempos nem os santos têm ao certo a medida da maldade", cantava Renato Russo em uma época que ficou marcada, aqui no Brasil, como o fim da era do rock denúncia. Foi um fim triste e indigno do legado deixado por outros artistas, os quais outrora valia a pena ouvir... não só por ouvir, mas ouvir para pensar. Hoje, a música não é feita para pensar. Assim como o cinema normalmente não é feito trazer qualquer reflexão mais séria... e os artistas, que são os que mais sabem disso, aproveitam a onda "imbecilizacional" que varre nossa sociedade para figurarem como os que têm mais competência para falar exatamente daquilo que não sabem. Se não observou isso também, prezado internauta, observe como, nas entrevistas sobre o seu próprio trabalho artístico, os artistas levam tudo na mais absoluta brincadeira, só se tornando "sérios" quando não se trata do que mais sabem fazer: trabalhar com as artes. Tudo isso acontece hoje como num caldeirão de mudanças abruptas, desesperadamente ligeiras e, por incrível que pareça, com o aparente crivo da sociedade que não sabe que a cada dia sabe menos. 



Mas, afinal - você pode estar se peguntando e com razão, amigo(a) internauta -, o que raios tem a ver filmes de bruxas, enfermeiros pornofônicos num hospital (que pode ser qualquer um, inclusive aquele em que você eventualmente trabalhe...), evangelicais esquisitos, tatuados, transformistas perturbados e artistas aloprados? A princípio, nada. Não têm nada a ver. O que tem a ver é o tecido social que une a todos. Quando olhamos tais eventos em separado, estamos impossibilitados de ver o desenho do todo. E o todo não é bonito, amigo(a). É uma estampa feia, disforme, ilógica, mas não necessariamente abstrata. É simplesmente sem sentido. Ao visualizarmos o tecido que une todas estas estampas, percebemos que o todo é tão feio quanto as partes. Percebemos que construímos um tecido social frágil, que parece precisar reinventar modismos a todo instante para que esteja agregado, sem perceber que a cada mudança e avanço para trás que fazemos, descaraterizamo-nos quanto à nossa humanidade e damos um tapinha em nossas próprias costas, congratulando-nos por parecerermos e estarmos existindo mais como coisas do que como pessoas. As coisas (fatos, tendências e modus operandi sociais) formam uma única coisa, um todo que, ainda que gerando todo o tipo de esquizofrenias sob suas camadas, consegue transparecer ante as mesmas como algo absolutamente razoável, ético, sólido, reformador e transformador. E os que vivem justamente nestas camadas celebram sua percepção falha do todo, dada a grossa venda da cosmovisão alienante nos olhos. Louvam alegremente a liberdade de um stablishment que os aprisiona. Vivem a euforia do erro, quase como aquela que Adão deve muito provavelmente ter sentido quando, avidamente, comia do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, haja vista que a Bíblia nos diz, em Gênesis, que, ao primeiro casal (Adão e Eva), a árvore era "agradável aos olhos e desejável para dar entendimento". Péssimo negócio fez o seu Adão. Acabou expulso com sua mulher do jardim de Deus.... e foi daí que começou toda a coisa



Pr. e prof. Artur Eduardo

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Informe aos eleitores brasileiros (Ou: Correções na avaliação de eleitores petistas)

Essa é a cara do governo mais LADRÃO da história desse país!!


Se "caciques" esquerdistas foram presos, isso não se deu pelo PT... Se deu pela coragem de homens como Joaquim Barbosa, que FOI INDICADO POR LULA PARA O STF, mas não se curvou à insidiosidade, à degeneração hipócrita que era praxis do partido de Lula, que governa o país. Falar que "foi no governo do PT que bandidos do alto escalão foram presos", como SE ISSO FOSSE MÉRITO DO PT, é um absurdo, um contrasenso tremendo, gente!! Não veem?? O PT, desde muito antes do primeiro mandato de Lula, vem envolvido em escândalos de corrupção, mortes, etc.

Duas conclusões erradas se tiram de um argumento como este:
1 - Que, ao falar assim, defendo que o PSDB não tem erros.
2 - Que me baseio exclusivamente em questões ético-morais cristãs (às quais, sei, é verdade, que o projeto político-ideológico do PT se põe CONTRA mesmo).

Quanto ao primeiro ponto, é um erro comum, uma falha de nossos cérebros, pensar que, ao ver que nos posionamos contra uma de duas forças que competem, abraçamos inconsequentemente a outra. Quem tem um mínimo de consciência política sabe que o PARTIDO DA SOCIAL-DEMOCRACIA BRASILEIRA não é substancialmente de "direita", e que, como tudo no Brasil, está atolado até o pescoço em conchavos políticos (vide as "alianças" estaduais convenientes até com partidos como PC do B [hããã?]). O PSDB está longe de ser uma "direita" genuína, embora a esquerda (orgulhosa, declarada) chame aquele de "direita", pois, tolamente no Brasil tornou-se algo quase pejorativo alguém ser chamado/reconhecido como "de direita". PSDB é o que se chama de "ESQUERDA LIGHT", pois muitos de seus posicionamentos ideológicos (digo, de proponentes do partido/militância) confundem-se com a esquerda (liberação das drogas, casamento gay, ateísmo prático, etc). Não é, portanto, pela difereeeeeeença ideológica, haja vista no Brasil A DIREITA TER SIDO PRATICAMENTE ERRADICADA, restando-nos um confronto entre esquerdas. Vide Pernambuco: quem competiu?? SÓ ESQUERDAS!! Aécio ir para o segundo turno, no lugar de Marina, É, CONTUDO, UMA CLARA MANIFESTAÇÃO DE QUE O POVO BRASILEIRO NÃO QUER, NÃO AGUENTA MAIS OS MANDOS E DESMANDOS DE UMA ESQUERDA QUE FALA MUITO, FAZ MUITO POUCO e, por mais que propagandeie, não consegue disfarçar o estado de caos em que se encontra a nação, atualmente.


A segunda questão já foi respondida na primeira. Sou a favor do casamento tradicional. Sou a favor da política de "tolerância zero" contra a violência criminosa que assola o país (política como a do ex-prefeito de Nova Iorque, Rudolph Giulianni, republicano, que conseguiu diminuir os índices de violência naquela grande cidade americana em mais de 60%). Portanto, sou contra a liberação das drogas. Sou contra sistemas de cotas raciais ("raciais"???..). Sou contra a estatização e a super-autonomia das instituições estatais, que só trazem regalias àqueles que ali estão, e que, por sua vez, apenas aumentam os gastos/prejuízos aos cofres públicos. Não é à toa que em um Estado como o nosso, juízes e políticos legislem à vontade por causa própria... e fique por isso mesmo! É claro: o Estado é "onipotente"!! Faz o que quer para e por "si". Por que milhões querem passar em concursos públicos??? Por consciência civil??? Não, pois, aqui no Brasil, a norma do funcionalismo público é "ser servido" - políticos e juízes que o digam -, e não servir. Valem-se da máquina pública e das brechas da lei para darem aumentos e regalias para si, fazerem tráfico de influência, favorecimento, simonia, nepotismo e tudo o mais que provém da onipresença do Estado na sociedade. É o caos institucionalizado! Mas, será que as pessoas não veem isso, meu Deus??

Por fim, concluo que o Brasil parece mais despolitizado que nunca! As pessoas não entendem o comprometimento político-ideológico daqueles em quem votam..... Conseguem se convencer de que há uma "direita má" lutando contra uma "esquerda boazinha", cujo governo tem a prática de "Hobin Hood", i.e., "tira dos ricos para dar aos pobres". Um povo que não acompanha os políticos (tenho CERTEZA de que a maioria das pessoas que votam no PT não acompanha o governo, não se interessa, costumeiramente, pelas questões sociais que afirma tanto valorizar no PT), não se informa adequadamente (não basta a Procuradoria Geral da República arquivar o processo do aeroporto, em Minas Gerais, como fez ontem, por falta de evidências que incriminem, inclusive moralnente, a Aécio Neves.... a maioria seguirá falando "no aeroporto que Aécio fez pra sua família com dinheiro público", pois esta é a característica que o PT quer perpetuar no eleitorado brasileiro: repetidores de propaganda, alheios ao desmoronamento do mundo que os cerca!!!). Esta, a informação que desinforma, é a melhor tática da esquerda, e é isso que ela vem fazendo no Ocidente há uns 50, 60 anos!!!

Um "estudante revolucinário" da USP, com sua roupa de marca, lutando contra o capitalismo. Só neste país.

Em tempo: esta semana passei pelos corredores do Centro de Ciências Humanas na UFPB e fiquei impressionado com a quantidade de maconheiros que, nas calçadas dos corredores, abertamente e de dia, fumavam descontroladamente maconha, falando palavrões em voz alta, largados, e mostrando a Deus e a quem passasse (inclusive de longe) o quanto era "necessário ter votado em Luciana Genro e, agora, votar em Dilma e manter o PT no poder". Uma VERGONHA para uma instituição pública, que abre as portas e permite coniventemente que um CRIME esteja acontecendo dentro de suas instalações, sob olhares atônitos - e o que é pior - silenciosos de quem vê, mas parece não acreditar. A UFPE não está diferente em NADA, assim como nas demais "UF's" e Universidades Estaduais Brasil afora...... Por que será?............

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Recesso: descanso!

Informo aos amigos e irmãos, internautas que acompanham os blogs (www.fatosemfocobrasil.com e www.artureduardo.blogspot.com) que estaremos tirando um período de recesso das nossas atividades, inclusive do blog. Se Deus permitir, estaremos de volta na próxima quinta-feira. Deus abençoe a todos os leitores dos blogs! 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Os aplausos do topo



Uso o livro de John R. Searle para um alerta e uma simples reflexão: teólogos......atentem um pouco mais às "outras vozes". Teologia, como qualquer ciência, limita-se, a priori, pela formulação e preceituação humanas. Não concordo com Searle..... mas por que preciso dizer o óbvio, mesmo aos que me conhecem? Primeiro, a questão não é 'conhecer o prof. Artur', é 'desconhecer Searle'!

Num país sem leitura, como o nosso, a manipulação mental produtora de "burrificação crônica" tem efeito piramidal: parece que, conforme sentimos, ao vermos uma pirâmide, temos a sensação de que é a ponta mais ascendente que "domina" a base, quando a verdadeira "glória" da construção não está em qualquer ponta, mas justamente na base. Nunca vi uma época tão burra como a nossa.... e é uma burrice perigosa...que nada produz, caminha "pelo contrário", é paradoxal mas continua a vangloriar-se do que não é, recusa-se a enxergar o mímimo que seja que possa retirá-la de sua zona de conforto. É minimalista e aprendeu a esconder-se por trás de doces palavras suaves politicamente corretas. É abrangentemente crônica: atinge muitos há muito tempo. 




Às vezes e nos mais variados círculos, sob aplausos alardeia sua ignorância e implacabilidade político-religioso-ideológica, contando também com a burrice dos que a aplaudem, além da covardia destes, pois em nome do politicamente correto, criaram o "espiritualmente correto": conjunto de normas burras para fazerem coro com muitos outros coros de práticas que, ao "setorizarem" um segmento intelectual como a teologia, fazendo-a expressar nada mais do que já foi dito, e com proponentes esforçando-se para serem aplaudidos por professarem o medíocre, o insípido, o tosco, aquilo que (no máximo) é óbvio, então alcançam o objetivo traçado pelos que estão no "topo da pirâmide" social-político-ideológica: todos só olham quem está em consonância com o topo... as pedras ao redor do piramidium (pedra principal do topo), apesar de serem talhadas e polidas para que se unam perfeitamente, nunca deixam de ser meras coadjuvantes, pois nada sustentam, a não ser o próprio piramidium.....quais fanáticos anônimos dando sua glória a quem, na verdade, só quer isso mesmo, glória e glória para si. 

Enquanto a verdadeira glória (social-político-ideológica) não está ali, mas nas "bases".... nas tradições e posturas que conservam o peso e o equilíbrio de toda a estrutura, sem os quais tudo desmoronaria. Enfim, a mando do "topo", aparentemente silencioso, quieto, humilde, em breve tudo o mais deverá ser coberto pela areia, para que restem apenas o topo.......... e os aplausos!



sexta-feira, 1 de novembro de 2013

VENCEDORES DA PROMOÇÃO DO DIA 31 DE OUTUBRO DO BLOG “FATOS EM FOCO”!!!

RESULTADO DA
Clique e participe!!do blog FATOS EM FOCO!!!!
Nosso blog sempre fez GRANDES promoções, sorteios de livros e até assinaturas de revistas e programas úteis ao internauta. É marca do blog FATOS EM FOCO disseminar o conhecimento ao maior número possível de pessoas, e, para isso, por iniciativa própria, fizemos mais esta superpromoção que, pela primeira vez, sorteou três grandes e bons livros aos amantes da boa leitura. Os contemplados acreditaram e participaram… e são a prova viva de que, para ganhar alguma coisa, é necessário estar presente, dispor-se a participar, acreditar e, ao fim, viram que valeu a pena! Desejamos que os livros sejam de grande valia intelectual e úteis às vidas espirituais dos contemplados!
Em TERCEIRO LUGAR, com o livro “Hereges”, de G. K. Chesterton, ganhou:
Alex Nacto da Silva
Alex Nacto da Silva.
Em SEGUNDO LUGAR, ficando com o livro “A Inerrância da Bíblia”, de Norman Geisler, ganhou:
Juca Mesquita
Juca Mesquita.
E em PRIMEIRÍSSIMO LUGAR no sorteio da promoção do blog FATOS EM FOCO, ficando com o livro “Trivium Clássico”, ganhou:
Minha foto
Antônio Augusto de Carvalho.
PARABÉNS AOS CONTEMPLADOS!!!
ACESSE SEMPRE O BLOG “FATOS EM FOCO” E FIQUE ATENTO! NOVAS PROMOÇÕES VÊM POR AÍ!!!

Ofertas Exclusivas!!!!