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quinta-feira, 26 de julho de 2018

Avanço da agenda LGBT na Educação Pública brasileira

UNIVERSIDADE BRASILEIRA TERÁ COTAS PARA TRANSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSGÊNEROS

Universidade do Estado da Bahia

A Universidade do Estado da Bahia (Uneb) passará a adotar um sistema de cotas para estudantes transgêneros na graduação e pós-graduação. A partir de 2019, os processos seletivos da instituição para cursos de graduação e pós-graduação contemplarão com 5% de vagas para cada grupo. Assim, haverá cotas para transexuais, travestis e transgêneros, além de quilombolas, ciganos e portadores de deficiência, transtorno do espectro autista e altas habilidades.
“Pioneira na implantação de sistema de cotas étnico-raciais entre as instituições da região Nordeste, a UNEB dá mais um importante passo na consolidação de sua política de ações afirmativas”, justificou a universidade em nota oficial.
Atualmente, a UNEB destina 40% das bolsas para candidatos pretos e pardos e 5% para indígenas. A instituição ressalta que “Por se tratar de sobrevagas (vagas adicionais), as novas cotas não alteram o percentual de 60% do total de vagas que é destinado atualmente a candidatos não-cotistas”.
Essa ampliação do sistema de cotas para “grupos discriminados”, foi uma decisão unânime do Conselho Universitário da UNEB.
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 20 de julho de 2018

"Trisal" ("casal de três pessoas) se muda do Brasil para reconhecimento de "união estável"

No campo “Filiação” da certidão de nascimento de campo “Filiação” da certidão de nascimento de Maria Luiza, 6, consta o seguinte: “Luiz Carlos Flaquer Rocha, natural de São Paulo, Rafael Chagas Pereira Lopes, natural de São Paulo, e Kelly Carla da Silva, natural de São Paulo”. Logo abaixo, no campo “Avós”, há seis nomes.
Maria Luiza tem uma mãe e dois pais, tudo registrado. Juntos há 11 anos, eles reuniam documentos para registrar em cartório a união estável a três quando o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) proibiu a lavratura do documento, no último mês. Agora, mudaram-se para o Uruguai, onde esperam encontrar uma sociedade mais aberta ao estilo de vida que adotaram.
Assim como eles, outras famílias poliafetivas (que vivem nessa configuração de três ou mais parceiros) buscam saídas após a resolução do CNJ.
A resolução não muda a dinâmica na casa de Maria Luiza, diz Rafael. “Não sei se mudaria muita coisa na nossa vida, mas é questão de mostrar para a sociedade que não é bagunça, somos uma família séria. Diziam que não iria durar e já estamos juntos há 11 anos.”
Rafael, hoje um designer de 30 anos, tinha 13 quando começou a namorar Kelly, 31, maquiadora. Aos 15, a menina engravidou e eles foram morar juntos, mas Kelly perdeu o bebê logo depois. Ficaram juntos até os 18 e, depois de uma briga, se separaram.
Daí Luiz Carlos, 42, entra na história. Ele já fazia parte do grupo de amigos do casal e se aproximou mais de Rafael. Começaram a namorar e a relação durou um ano e meio, mas era incompleta, diz Rafael. “Eu pensava: “Tô junto, mas tá faltando alguma coisa.” Depois de uma briga com Luiz, Rafael voltou para Kelly.
 
Ele ainda tinha uma viagem a trabalho marcada com Luiz a negócios para a Bahia, em 2007, e se envolveram novamente. “Eu disse: escondido eu não aceito”, conta Luiz. “Comprei uma passagem e falei: Kelly, pega um avião, não avisa para ninguém, vem para a Bahia e a gente conversa.”
Rafael achou “maluquice, isso não existe. É loucura. Ela nunca que vai aceitar uma loucura dessas”, lembra-se.
Mas Kelly foi, mesmo sem saber o porquê. Em Salvador recebeu a proposta de manterem um relacionamento a três. “Andamos do Farol até o Rio Vermelho [cerca de 5 km], conversando e combinando como seria, como se fosse um pré-contrato. É para não haver briga. Se já é difícil a dois, um namoro a três é pior ainda”, conta Luiz.
Toparam. Passaram dois meses na Bahia e voltaram a São Paulo dispostos a viver aquela vida. “No começo é estranho, a sociedade estranha. Tivemos forte rejeição familiar dos dois lados masculinos.”
Mas resistiram. Há sete anos, depois de muito planejamento, veio a notícia de que Kelly estava grávida. De um dos dois biologicamente, mas dos dois afetivamente. Decidiram não fazer exame de DNA. “No parto, até o diretor do hospital foi conhecer a gente”, interessado por aquela família de dois pais e uma mãe, conta Luiz.
Na impossibilidade de registrar os dois como pais, a certidão de nascimento da menina tinha até este ano apenas o nome da mãe. O CNJ admitiu a inclusão de mais de um pai no documento em novembro passado. Há dois meses, a família corrigiu o documento para os três nomes. Depois, tirou o RG no Poupatempo.
Maria Luiza não foi estudar em escola pública. “A gente não conseguiria se impor, preferimos procurar um colégio particular, onde pudéssemos explicar a situação. Chamamos uma reunião com os professores e nos apresentamos. Deu tudo certo, são todos cuidadosos”, conta Luiz. 
“No dia dos pais, a professora manda duas lembrancinhas para casa. Manda recado na agenda quando há uma atividade no livro que pede para desenhar o pai e a mãe. Nunca permitiram que se criasse nenhum constrangimento.”
A família planejava firmar a união em cartório. “Tínhamos feito um contrato particular, prevendo união parcial de bens, como um casamento, mas tiraríamos a união estável. Para mim, foi uma tristeza. Prova que o Judiciário é falho, não está atento”, diz Luiz.
“Seria só para formalizar, não muda nada no meu estilo de vida”, diz Kelly. A mudança para o Uruguai já estava no radar, mas foi encorajada depois da resolução do CNJ. “Já pensávamos em ir, foi o empurrão que faltava”, diz Luiz.
A legislação do país, como a brasileira, proíbe que uma pessoa casada se case novamente com outra pessoa, mas não fala sobre união estável.
Audhrey Drummond, que vive há 11 anos com Eustáquio Generoso e Rita Carvalho em Belo Horizonte, família que a Folha mostrou em 2016, pretende se reunir com outras famílias poliafetivas e acionar a Justiça contra a resolução.
“Não somos família, então o que somos? Colegas de trabalho?”, questiona ela.
“O Eustáquio tem 60 anos. A Ritoca, 47. Eu, 51. A gente está na segunda metade da vida. O documento é uma forma de a gente se resguardar para o futuro. Não faz sentido o Estado se intrometer na vida das pessoas. Nenhum direito que a gente possa vir a pleitear vai lesar alguma instituição. Se um de nós falece, a pensão do INSS não vai ser dobrada, vai ser dividida. É uma coisa exclusivamente nossa, ninguém perde nada com isso”, reclama.
A tabeliã Cláudia Domingues, que fez as primeiras uniões estáveis do tipo no país, inclusive a da família de BH, e cuja atuação ensejou a discussão no CNJ, diz que vai seguir a nova resolução: “Estou restrita às normas do CNJ. Se ele diz que não pode, não pode. Eu sou tabeliã, parte absolutamente desinteressada”, diz.
“Essas pessoas já vivem assim, não precisam de mim nem da Justiça nem de nada. Mas agora recebo muitas ligações de famílias inseguras. Eu digo que elas podem fazer um documento particular, como um contrato, ou procurar a Justiça e discutir o direito de usarem um documento público”, afirma Domingues. 
Segundo ela, a decisão do CNJ não revoga as escrituras já lavradas —para isso, seria necessário decisão judicial.
A resolução que proíbe a lavratura de uniões estáveis poliafetivas foi tomada após pedido de providência da Adfas (Associação de Direito de Família e das Sucessões) à Corregedoria Nacional de Justiça.
A ministra Cármen Lúcia, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) e do CNJ, ressalvou que a decisão diz respeito só aos cartórios.
“Não é atribuição do CNJ tratar da relação entre as pessoas, mas do dever e do poder dos cartórios de lavrar escrituras. Não temos nada com a vida de ninguém. A liberdade de conviver não está sob a competência do CNJ”, disse.
A Adfas chama a lavratura da união estável de “institucionalização da poligamia”. 
A associação afirma que expressões poliamor ou poliafeto suavizam o verdadeiro conteúdo de relações extraconjugais ou mancebia, com o enganoso objetivo de transformá-las em entidades familiares.
“Isso significa atribuir direitos de família e sucessórios à relação formada entre três ou mais pessoas, seja ou não consentida, propondo-se que a amante ou o amante tenha direito à pensão alimentícia e possa, ainda, requerer reparação dos danos morais e materiais que o amásio ou a amásia lhe tenha causado.”
“Tudo marcado por oportunismo sexual e financeiro. Trata-se da monetarização do afeto”, diz a entidade.
A Adfas critica também a “multiparentalidade” e afirma que isso é “incentivo ao ócio, porque se um jovem tem duas fontes pagadoras de alimentos (pai e padrasto, por exemplo), por qual razão esforçar-se-ia a trabalhar?”

LEIA TRECHOS DO ACÓRDÃO DO CNJ

“Uniões formadas por mais de dois cônjuges sofrem forte repulsa social e os poucos casos existentes não refletem a posição da sociedade acerca do tema”
“Situações pontuais e casuísticas (...) não possuem aptidão para ser reconhecidas como entidade familiar”
“Futuramente, caso haja o amadurecimento da ‘união poliafetiva’ como entidade familiar na sociedade brasileira, a matéria pode ser disciplinada por lei destinada a tratar das suas especificidades”
“O fato de os declarantes afirmarem seu comprometimento uns com os outros perante o tabelião não faz surgir nova modalidade familiar e a posse da escritura pública não gera efeitos de Direito de Família para os envolvido”.
Fonte: Folha
NOTA - Os "desacaminhos" que trilham nossa sociedade atual. Este tipo de bizarrice matrimonial tem por único objetivo a desestruturação do modelo civilizacional atual e, posteriormente, a reconstrução de outro, que vem sendo engendrado há tempos e apresentado aos poucos. A elite que o engendra, todavia, jamais terá em seus círculos um "trisal". Será - escrevam o que digo - muito conservadora em sua estrutura, aliás, será a única que possuirá as famílias nos moldes convencionais. Para o restante, vale isso aí. 

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Ex-gays contam suas histórias na Câmara Federal

Ex-gays contam suas histórias na Câmara a convite de Marco FelicianoFoto: Ed Ferreira/Folhapress
Marco Feliciano (PSC-SP) realizou na Comissão de Direitos Humanos da Câmara desta quarta-feira (24) uma sessão para ouvir oito pessoas que abandonaram a prática homossexual e alguns especialistas no assunto.
A audiência pública convocada pelo parlamentar com pastores e psicólogos para debater a vida de quem deixa de ser gay tem o objetivo de combater o preconceito sofrido por aquelas pessoas que decidiram não ser mais gays.
Para a audiência foram convidados três pastores, uma missionária, dois psicólogos, um estudante de teologia, e uma estudante de psicologia. Além dos convidados, durante a sessão representantes do Conselho Federal de Psicologia (CFP) distribuíram um material sobre o posicionamento da entidade.
O CFP proíbe os profissionais da área de abordarem o tema. Durante a audiência, o vice-presidente do órgão, Rogério de Oliveira Silva, lembrou que o conselho proíbe os psicólogos do país de tratar de casos de homossexualidade, sob ameaça de punição da entidade.
Alvo do movimento gay desde 2013, quando foi presidente da CDHM, Feliciano é pastor evangélico e sua intenção é debater o posicionamento das pessoas convidadas sobre a questão e os problemas por elas enfrentados na sociedade.
No depoimento dos convidados todos apontaram abusos sexuais e abandono como causas por terem desenvolvido o comportamento homossexual e defenderam que as pessoas que deixaram a prática homossexual tomaram tal decisão por estarem certas de que não nasceram gays.
Os convidados também reclamaram da dificuldade de conseguir ajuda, tanto psicológica quanto médica, para tratar seus casos quando decidiram mudar de orientação sexual.
O pastor, professor e radialista Arlei Lopes Batista, afirmou que mesmo nas igrejas encontrou dificuldades para conseguir ajuda. “Eu encontrei a fé cristã e meu início foi muito difícil porque ela também não está preparada para essa acolhida”, disse.
Fonte: GP

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Cantor iraniano grava clipe gay em igreja na Noruega. Mas, por que não gravou numa mesquita? Ah, porque provavelmente seria morto!

Cantor grava clipe de sexo gay dentro de igreja evangélicaCantor grava clipe de sexo gay dentro de igreja

O bispo da Igreja Luterana de Oslo, na Noruega, está revoltado com o cantor iraniano radicado no país Tooji por ter gravado um vídeo com cenas de sexo dentro do templo, mas precisamente em cima do altar.
Ao que parece a produção do clipe pediu autorização para o bispo para gravar, mas não citou que a temática da música “The Project Father” seria uma relação homossexual entre o pastor e o cantor.
“Uma igreja nunca deve ser usado como pano de fundo visual para cenas sexuais em uma produção comercial. Uma cena semelhante entre o homem e a mulher seria igualmente inaceitável, um abuso. O que aconteceu aqui viola as normas e regulamentos que temos para o uso do espaço religioso”, disse o bispo Ole Christian KvarmeKvarne.
Tooji aproveitou o vídeo e sua repercussão para se assumir homossexual e resolveu gravar outro vídeo para esclarecer que no Irã, onde ele nasceu, as pessoas são mortas por não agirem de acordo com a religião islâmica e que em outros países outras religiões incentivam os pais a desprezarem os filhos gays.
“Quero destacar-me como um exemplo e deixar a minha voz ser ouvida por todos aqueles que não têm voz, para todos aqueles que se sentem envergonhados com as suas crenças, que são afrontados com a declaração de que Deus não os aceita”, disse.
Fonte: GP

sábado, 29 de junho de 2013

Ex-travesti diz que terapia é importante para quem quer deixar a prática homossexual

EX-TRAVESTI DIZ QUE TERAPIA É FUNDAMENTAL QUEM QUER DEIXAR O HOMOSSEXUALISMO
Ex-travesti afirma que terapia é fundamental para deixar a homossexualidadeEx-travesti afirma que terapia é fundamental para deixar a homossexualidade
O pastor e ex-travesti Joide Miranda esteve participando do Programa de Rádio da ANAJURE na noite desta quinta-feira (27) onde falou sobre o PDC 234/2011, que tenta sustar a resolução do Conselho Federal de Psicologia que impede o profissional de tratar homossexuais descontentes com sua orientação.
Para ele o tratamento psicológico é muito importante, seu testemunho de vida revela que a terapia foi de grande valia para que ele superasse o passado e as confusões que a vida lhe trouxe. “Meu interior estava todo bagunçado. Eu colocava meus sentimentos para fora, e a Dra. Rosalba me ajudou a resgatar minha verdadeira identidade”, disse ele. A luta no interior de Joide Miranda o fez procurar ajuda e ele entende que muitas pessoas passam por esses conflitos internos e precisam ser ajudados. Pensando nisso ele se questiona por que o CFP não permite que essas pessoas, muitas vezes desesperadas, passem por tratamentos.
Como ex-homossexual, Miranda sabe que é preciso tomar muitas atitudes para poder deixar a prática. Ele mesmo precisou se afastar dos amigos. “Minha mente era totalmente pervertida, mas depois que eu comecei a ser evangelizado, eu deixei todas as minhas amizades, pois naquele momento elas só iam me prejudicar. Passei a buscar coisas novas, vieram muitos conflitos e noites mal dormidas, foi uma luta muito grande no meu interior”, disse. Depois que conseguiu resgatar sua verdadeira identidade, Joide passou a ser feliz de verdade. “Eu vivia momentos alegres, hoje tenho uma felicidade plena”.
O reverendo Alberto Thieme também participou do programa da ANAJURE e comentou o tema “Como superar a prática da homossexualidade”. Por muitos anos o religioso esteve atuando com abrigos para crianças abandonadas, mas devido a grande procura passou a trabalhar com homossexuais por meio do projeto ajudagay.org. Desde que a resolução do CFP proibiu a ajuda psicológica para homossexuais, isso em 1999, Thieme tem enfrentado muita dificuldade de conseguir profissionais para atuar no projeto.
Fonte: GP
NOTA: A Primeira Carta de Paulo aos Coríntios, cap. 6, vss. 9-11, diz: "Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?  Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os  efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os  bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido  santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e  pelo Espírito do nosso Deus".

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Jornalista Julio Severo denuncia abuso de influência do lobby gay em escolas de Santa Catarina

CRIANÇAS SÃO USADAS PARA PROPAGANDA GAYZISTA EM SANTA CATARINA
Deixai vir a Mim as crianças,” disse Jesus, de braços abertos. Mas os pais que enviam seus filhos às escolas de Santa Catarina estão deixando suas crianças irem até os braços de militantes da causa gay. Alunos das escolas públicas de Florianópolis participaram de um concurso de cartazes contra a chamada “homofobia.” A ideia de promover uma propaganda da causa gay por meio de concurso para crianças foi da equipe do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Portanto, a iniciativa não partiu de crianças, nem de seus pais. Partiu de adultos movidos por ideologia. 
Segundo informação do site da UFSC, a equipe do NIGS precisou primeiro “preparar” os professores para engajar os alunos na propaganda anti-“homofobia” — que dificilmente ganharia a adesão das crianças ou de seus pais se lhes fosse explicado que “homofobia,” conforme usado por supremacistas gays, abrange também opiniões contrárias às nojentas práticas homossexuais.
Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual no Brasil, reconheceu publicamente, em entrevista ao programa do Jô, que a “homofobia” é oposição à homossexualidade, declarando que a Bíblia é a maior fonte de “homofobia.”
A entrevista está aqui: http://youtu.be/mF3Z9dO2IBE.
Ele também disse que os ativistas homossexuais precisam dos pais do Brasil, para criarem filhos que se tornarão homossexuais. A atitude irresponsável das escolas públicas de Santa Catarina de envolver seus alunos num concurso de propaganda homossexual é um importante passo nessa direção. O concurso teve a participação de 33 escolas, cerca de 1,2 mil alunos, totalizando 326 cartazes.
O concurso tem também a participação de importantes militantes gays, inclusive Toni Reis, cuja organização ABGLT havia sido beneficiada com milhões de reais para a elaboração do infame kit gay, do MECConforme informações do site UFSC, o MEC está também envolvido no concurso de propaganda gay de Santa Catarina.
O concurso terminou dia 26 de junho, e premiou os três cartazes de crianças que entenderam a “ideia” que os adultos militantes lhes passaram. Os pais que amam seus filhos e não gostariam que eles fossem induzidos ao homossexualismo deveriam procurar advogados idôneos e processar as escolas públicas e o MEC que estão vitimando.
Fonte: Julio Severo
NOTA: Ok, ok.... mas, ao invés de deste esforço sobre-humano para incentivarem as crianças a engajaram-se na causa gay, gostaria de saber se esta escola está ensinando Portuguès, Matemática, História e o que realmente interessa às crianças, de nosso combalido e atrasadíssimo país. 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Pastor metodista celebra casamento homossexual do próprio filho

PASTOR METODISTA DOS EUA, TERCEIRA MAIOR DENOMINAÇÃO EVANGÉLICA DAQUELE PAÍS, CELEBRA CASAMENTO GAY DO SEU PRÓPRIO FILHO
Pastor metodista celebra casamento de filho gay
Um pastor metodista vai responder processo eclesiástico por celebrar casamento de filho gay. O reverendo Thomas W. Ogletree, 79 anos, vai enfrentar julgamento canônico na Igreja Metodista Unida (IMU), por  ter realizado em outubro do ano passado o matrimônio de seu filho Thomas com Nicholas W. Haddad, violando as leis eclesiásticas da denominação, que não permite realização de casamento de pessoas do mesmo sexo.
“Eu não pensei nisso como um ato de desobediência civil ou desobediência à igreja. Eu pensei nisso como uma resposta ao meu filho”, disse Ogletree em entrevista para Sharon Otterman, do jornal The New York Times. Para o seu desafeto, reverendo Randall C. Paige, “essa cerimonia é uma ofensa”. No encontro frente a frente encontre acusado e acusador, afim de tentar resolver a questão  sem precisar realizar o processo eclesiástico, Page pediu que Ogletree se desculpasse e prometesse nunca mais celebrar a cerimônia afim.
A terceira maior denominação dos Estados Unidos, a IMU conta com 45 mil pastores dos quais 1,1 mil estão integrados no grupo New Directions, que defende a realização de casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Em 1972, a IMU acrescentou no seu livro de regras a proibição de tais cerimônias pois estão “incompatíveis com doutrina cristã”. Ela entende, porém, que homossexuais são pessoas “de valor sagrado” e os aceita como membros. Segundo Ogletree, aquela regra contradiz o lema oficial da igreja IMU – igreja de mentes, corações e portas abertas. 
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Reverendo Thomas W. Ogletree, 79 anos.
Fonte: O Verbo
NOTA: "Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é doce!" Isaías 5:20

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Brasileiros são majoritariamente conservadores

MAIORIA DOS BRASILEIROS ACREDITA, SIM, NA IGREJA E É CONTRA CASAMENTO GAY

Maioria dos brasileiros confia na igreja e é contra o casamento gayMaioria dos brasileiros confia na igreja e é contra o casamento gay
Quase metade dos brasileiros é contra o casamento gay segundo pesquisa de amostragem realizada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) e pela MDA Pesquisas que ouviram 2.010 pessoas.
Dos entrevistados, 49,7% são contra a união civil de pessoas do mesmo sexo e esse número sobe para 54,2% quando a união se torna casamento. Os números dos favoráveis ao relacionamento homoafetivo é de 38,9% para união e 37,5% quando é revertida em casamento civil.
O montante de 11,4% dos entrevistados não quiseram responder sobre a união civil e 8,3% não quiseram opinar sobre o casamento gay para os entrevistadores. As respostas foram coletadas entre os dias 1º e 5 de junho em 20 estados brasileiros e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. Além da união homossexual, o estudo também falou sobre a redução da maioridade penal e verificou quais as instituições ganham maior confiança dos brasileiros.
Sobre o primeiro assunto 92,7% dos entrevistados responderam que a maioridade penal deve ser reduzida. A resposta tem ligação com a percepção do aumento de crimes praticados por menores de idade, 69,1% dos entrevistados acreditam que este número só aumentou. Já entre as instituições de maior confiança a Igreja ficou em primeiro lugar com 37,5%. O segundo lugar é da Polícia Federal que levou 13,8% seguida pelo Supremo Tribunal Federal com 8,2% dos votos de confiança. Os menos confiáveis são o Congresso Nacional, o Senado ficou com 0,7% e a Câmara com 0,6%.

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