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terça-feira, 31 de julho de 2018

Tráfico no Rio de Janeiro: o aumento da violência e a herança maldita da era PT

O NOVO PERFIL DO TRÁFICO NO RIO DE JANEIRO: TRAFICANTES CADA VEZ MAIS JOVENS, MAIS VIOLENTOS E NADA DE RESOLUÇÃO NO HORIZONTE

A Polícia Civil do Rio prendeu em 2017 Alberto Ribeiro Sant'anna, o Cachorrão, apontado como um dos líderes do tráfico de drogas na Rocinha

Esse é o perfil histórico dos adolescentes e jovens inseridos na rede do tráfico de drogas no varejo no Rio de Janeiro. Algumas características, no entanto, parecem ter mudado recentemente, de acordo com um estudo divulgado nesta terça-feira.
Aumentou, por exemplo, o número dos que entraram para o tráfico antes dos 12 anos de idade e também dos que se dizem evangélicos. Além disso, os traficantes parecem ter um comportamento mais "família" do que há dez anos.
Essas são algumas das conclusões de uma pesquisa realizada pela ONG Observatório de Favelas, sediada no Complexo da Maré, conjunto de favelas no Rio. O estudo traça o perfil e as práticas de jovens inseridos na rede do tráfico de drogas no varejo e sugere caminhos para a construção de políticas e ações públicas.
A ONG havia feito um levantamento similar entre 2004 e 2006, o que permitiu uma comparação de resultados em alguns pontos.
"Nos últimos dez anos, vivemos intervenções significativas na segurança pública no Rio, como a experiência da política de UPP (Unidade de Polícia Pacificadora). Queríamos saber como elas tinham impactado no perfil e nas práticas das redes criminosas", diz Raquel Willadino, uma das coordenadoras do estudo.

Desigualdade de sempre

Foram entrevistados 150 jovens inseridos na rede do tráfico de drogas no varejo em favelas do Rio e 111 adolescentes no Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase).
A UPP não impactou no perfil dos "funcionários" do tráfico. "O que observamos foi uma reiteração de desigualdades que tínhamos identificado antes", diz Willadino.
A maior parte dos ouvidos (62,8%) tinha entre 16 e 24 anos, se identificava como preta e parda (72%). As mães foram majoritariamente citadas como responsáveis pela criação dos entrevistados (50,2%).
Também segue sendo verdade que os jovens deixam a escola na mesma faixa de idade em que entram para o tráfico. "Isso mostra que temos uma escola que não atrai o jovem, o que é fundamental para pensar estratégias preventivas", diz a pesquisadora.
Além disso, diz o estudo, a maior parte teve outros trabalhos antes de entrar para o tráfico. "O que importa é muito mais a precariedade do tipo de trabalho ao qual tiveram acesso", observa Willadino.

Criança e traficante

Um número maior de entrevistados disse ter entrado para o tráfico antes de fazer 12 anos: passou de 6,5% em 2006 para 13% em 2017. Não estava no escopo da pesquisa tentar explicar o porquê, mas isso chamou a atenção dos entrevistados.
A maior parte, no entanto, ainda entra para o tráfico entre os 13 e os 15 anos.
"Esses resultados reforçam a relevância do desenvolvimento de políticas preventivas voltadas para a infância e a adolescência e de iniciativas que levem em conta vulnerabilidades do contexto familiar", diz Willadino.
"Isso não quer dizer que a raiz do problema esteja na família. Observe que 55% das famílias não têm nenhum membro em atividades ilícitas, mas tampouco se pode ignorar", diz a pesquisadora.
Fonte: BBC

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Um tiro no pé: Holanda admite ter sido um erro legalizar maconha!

A Holanda reconhece legalizar maconha foi erro
A Holanda constatou ter sido um grande erro legalizar a maconha e a prostituição e iniciou ações de reparação dos danos. E aqui no Brasil tem gente fazendo passeata pela legalização dessa droga. A seguir, uma matéria da revista Veja (2008), escrita por Thomas Favaro, detalhando esse engano.
“A Holanda é um dos países mais liberais da Europa. Comportamentos considerados tabu em muitos países, como eutanásia, casamento gay, aborto e prostituição, são legalmente aceitos pelos holandeses.
Em Amsterdã, turistas podem comprar pequenas quantidades de maconha em bares especiais, os coffee shops, e escolher abertamente prostitutas expostas em vitrines, uma tradição da cidade. No passado, De Wallen, o bairro da Luz Vermelha, como é chamado nos guias turísticos, foi relativamente tranquilo e apinhado de curiosos.
Desde que a prostituição foi legalizada, sete anos atrás, tudo mudou. Os restaurantes elegantes e o comércio de luxo que havia nas proximidades foram substituídos por hotéis e bares baratos. A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um basta.
Desde o início deste ano, as licenças de alguns dos bordéis mais famosos da cidade foram revogadas. Os coffee shops já não podem vender bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metros das escolas. Ao custo de 25 milhões de euros, o governo municipal comprou os imóveis que abrigavam dezoito prostíbulos.
Os prédios foram reformados e as vitrines agora acolhem galerias de arte, ateliês de design e lojas de artigos de luxo. A prefeitura está investindo na remodelação do bairro, para atrair turistas mais ricos e bem-comportados.
De Wallen é um centro de bordéis desde o século XVII, quando a Holanda era uma potência naval e Amsterdã importava cortesãs da França e da Bélgica. Nos últimos vinte anos, a gerência dos prostíbulos saiu das mãos de velhas cafetinas holandesas para as de obscuras figuras do Leste Europeu, envolvidas em lavagem de dinheiro e tráfico de mulheres. Boa parte dos problemas é consequência do excesso de liberalidade.
O objetivo da legalização da prostituição foi dar maior segurança às mulheres. Como efeito colateral houve a explosão no número de bordéis e o aumento na demanda por prostitutas. Elas passaram a ser trazidas – nem sempre voluntariamente – das regiões mais pobres, como a África, a América Latina e o Leste Europeu.
A tolerância em relação à maconha, iniciada nos anos 70, criou dois paradoxos. O primeiro decorre do fato de que os bares podem vender até 5 gramas de maconha por consumidor, mas o plantio e a importação da droga continuam proibidos. Ou seja, foi um incentivo ao narcotráfico.
O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo de drogas pesadas. Supunham os holandeses que a compra aberta tornaria desnecessário recorrer ao traficante, que em geral acaba por oferecer outras drogas. Deu certo em parte. Apenas três em cada 1.000 holandeses fazem uso de drogas pesadas, menos da metade da média da Inglaterra, da Itália e da Dinamarca.
O problema é que Amsterdã, com seus coffee shops, atrai “turistas da droga” dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa.
“Hoje, a população está descontente com essas medidas liberais, pois elas criaram uma expectativa ingênua de que a legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades”, disse a VEJA (2008) o criminologista holandês Dirk Korf, da Universidade de Amsterdã.
A experiência holandesa não é a única na Europa. Zurique, na Suíça, também precisou dar marcha a ré na tolerância com as drogas e a prostituição. O bairro de Langstrasse, onde as autoridades toleravam bordéis e o uso aberto de drogas, tornara-se território sob controle do crime organizado.
A prefeitura coibiu o uso público de drogas, impôs regras mais rígidas à prostituição e comprou os prédios dos prostíbulos, transformando-os em imóveis residenciais para estudantes. A reforma atraiu cinemas e bares da moda para o bairro. Em Copenhague, na Dinamarca, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, o bairro ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971.
A venda de maconha era feita em feiras ao ar livre e tolerada pelos moradores e autoridades, até que, em 2003, a polícia passou a reprimir o tráfico de drogas no bairro. Em todas essas cidades, a tolerância em relação às drogas e ao crime organizado perdeu a aura de modernidade.

Fonte: Jus Brasil

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Pelo contrário!

Não aguento mais a ditadura do contrário. Entramos numa nova e perigosa fase de equívocos monstruosos, horrendos, que bem poderia ter vários nomes. Preferi chamar-lhe de ditadura dos contrários. Tudo parece estar ao contrário. "Cavalheirismo" é machismo e isso é "mal" porque é "tradicional". Todo mundo sabe que "skank" é o nome de uma maconha mais forte, quimicamente modificada, mas é um "horror" afirmar que, se uma banda qualquer, que por mera coincidência venha a se chamar "Skank" e fazer muito sucesso, tem um nome apologizador do uso de drogas, então é "absurdo".
Como é absurdo alguém que, lendo estas linhas, e que nunca tenha pensado sobre isso, pensando agora, pense outra coisa senão isso: que "é um absurdo dizer que a banda Skank seja uma referência apologista ao skank". Isto é o que deve ser pensado numa era que se vangloria de que não se deve nada. O contrário disto, que seria o mínino lúcido, tornou-se algo proscrito, banido do senso comum pelo intelectualismo reinante.

Educado é visto como formal preconceituoso. Rigidez discipular é "nazismo". Preguiça é livre-arbítrio. Inconformismo é ser, no máximo, um reclamão de filas, pois o que passar disso ao invés de ajudar, "incomoda". Qualquer eloquência tornou-se sinal de prepotência e não mais um exemplo de inspiração ao desenvelvimento pessoal e coletivo.... muito pelo contrário: humano e humilde é gabar-se "de está falano seim si importá com critícas, pos concerteza quem critica é orgulhozo e naum se emporta com ningueim".


O púdico é podre e o podre é norma. As cadeias da prostituição e do vício há décadas vêm sendo pintadas com as letras da palavra "LIVRE". Se uma mulher se incomoda de um homem estar olhando para sua bunda, ela está em seu pleno direito (o que concordo). Mas se um homem se incomoda de outro homem estar olhando para sua bunda é homofobia. Os marxistas culturais são os que mais postam suas ideias e a glória da utopia revisitada do marxismo através de seus iPhones e iPads, com suas chinelas ecologicamente corretas de 150 a 350 Reais, com as quais vão dar aula à massa de novos e empolgados universitários (federais), cujo maior sonho estudantil é a nobre missão de, encapuçados, invadirem e quebrarem o gabinete do reitor.

Lincoln disse certa vez que "não se pode fugir dos tempos". Com isso ele usou a palavra "tempo" figuradamente, significando "mudança". Temo que estas mudanças, pelas quais estamos passando em ritimo aceleradíssimo, coincidam com a espiral de decadência pela qual passaram todas as grandes civilizações, conforme teorizou o filósofo e historiador Oswald Spengler na coletânea de artigos e palestras reunidos no livro: " A Decadência do Ocidente", cujos escritos datam do início do século XX, e que, segundo ele, já estávamos passando desde sua época.

Uma coisa é certa: seus pricipais críticos e dilapidadores reverberarão: "Não, muito pelo contrário!....".

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A decadência de Miley Cyrus

MILEY CYRUS: DE ÍDOLO GOSPEL A DEFENSORA DO SEXO LIVRE E DO USO DE DROGAS

Miley Cyrus: de ídolo gospel a defensora de sexo livre e drogasMyley Cyrus: de ídolo gospel a defensora de sexo livre e drogas
Miley Cyrus assustou seus fãs neste domingo, 25, durante sua apresentação no Video Music Awards, maior premiação musical dos Estados Unidos. Ela cantou seu hit “We can’t stop” fazendo uma dança sensual. Antes do final, com uma coreografia ousada, tirou a roupa que vestia e ficou no palco apenas de top e calcinha. Depois, fez um dueto com Robin Thicke na canção “Blurred lines”, onde em uma dança ainda mais sensual, fez claras insinuações sexuais com o cantor. As imagens renderam comparações com as provocações que ajudaram a tornar Madonna famosa.
Em especial, foi um choque para os que se acostumaram a vê-la como uma artista cristã, que dizia frequentar a igreja e declarou: “Quero me manter virgem até o dia em que me casar. Fui criada em uma família cristã”Miley ficou famosa no mundo todo ao ser escolhida para o papel principal na série “Hanna Montana”, em 2006, onde interpretava uma famosa cantora pop. A fama lhe trouxe mais problemas que benefícios, segundo seu pai, Billy Ray Cyrus, que também fazia parte do elenco. Ele afirmou durante uma entrevista no início de 2011 que Satanás estava atacando sua família e por isso Miley estaria envolvida com drogas“É assim que as coisas são. Sempre houve uma batalha entre o bem e o mal. Sempre haverá. Você pensa: ‘Esta é uma oportunidade para fazer algo que entreterá famílias, reunir as famílias… e olha o que se tornou’”, disse Cyrus. Segundo uma enquete do portal AOL, Miley Cyrus foi a “pior influência” para crianças e adolescentes dois anos seguidos, em 2009 e 2010.
Em 2012, durante uma entrevista ao jornal USA Today, Miley Cyrus falou sobre o papel da fé na sua vida. Ela disse “a fé é a coisa mais importante. Eu estou aqui em Hollywood para ser como uma luz, dar testemunho que Deus pode tirar alguém de uma cidade como Nashville e fazer tudo isso acontecer. Sei que é a vontade dele que fez isso acontecer na minha vida”.
myley cyrus Miley Cyrus: de ídolo gospel a defensora de sexo livre e drogas
Myley Cyrus no Video Music Awards.
Aos 13 anos (em 2005), antes de ser famosa, foi batizada em uma igreja Batista. Mas por causa da intensa agenda disse que passou a participar cada vez menos da igreja. Em uma entrevista à revista Parede, justificou:  ”Minha fé é muito importante para mim. Porém, não defino necessariamente a minha fé por ir ou não à igreja todos os domingos… Eu sou muito espiritual, à minha maneira. Deixe-me deixar algo claro, no entanto. Eu sou uma cristã. Creio que Jesus me salvou. Ele é o que me mantém plena… Espero que eu possa influenciar as pessoas e ajudá-las a seguir o mesmo caminho que eu, mas não é o meu trabalho dizer às pessoas o que elas estão fazendo de errado”.
Na mesma ocasião reclamou das pessoas que criticavam seu comportamento.  ”As pessoas estão sempre olhando para você esperando algo acontecer que não é ‘cristão’. Eu penso, “não vou para o inferno, só porque estou usando roupas curtas. De repente, eles querem que me sinta como uma vagabunda. Isso é um pensamento tão antiquado”. Por fim, desabafou “Eu odeio ser vista como um produto. É a minha maior neura”. Embora Miley não pareça se importar com a opinião das pessoas, aos 20 anos ela acabou irritando vários líderes cristãos que temem uma má influencia sobre os adolescentes que antes a viam como uma jovem artista cristã. Algo muito parecido com o que tem acontecido com Justin Bieber, que foi flagrado usando drogas e declarou que apenas Deus poderia julgá-lo.
Adam Holz que faz análise da cultura pop para o ministério cristão Focus on the Family’s questiona por que alguém que antes dava um testemunho de fé agora canta sobre sexo livre, drogas e uma vida “sem limites”. Ele declarou ao Christian Post “Eu não posso dizer como a vida dela vai ser daqui para frente, mas tenho esperança que ela possa mudar. Ela foi exposta ao Evangelho e à verdade, mesmo que não pareça agora, isso pode gerar frutos mais tarde”.
Fonte: Gospel Prime

Mais um estudo mostra o efeito devastador das drogas

ESTUDO REVELA QUE COCAÍNA MUDA ESTRUTURA DO CÉREBRO EM DUAS HORAS

Pesquisadores descobrem mecanismo que pode explicar como começa o vício em drogas
Uma pesquisa feita por cientistas nos Estados Unidos revelou que consumir cocaína pode mudar a estrutura do cérebro em poucas horas. Os estudiosos da Universidade da Califórnia fizeram experimentos com camundongos, que receberam injeções com cocaína.

Eles constataram que, apenas duas horas após receber a primeira dose, as cobaias já haviam desenvolvido no cérebro novas estruturas que são ligadas à memória, ao uso de drogas e a mudanças de comportamento. Os camundongos que tiveram as maiores alterações no cérebro revelaram ter uma dependência mais elevada de cocaína, mostrando que, segundo especialistas, o cérebro deles estava "aprendendo o vício". A pesquisa foi divulgada na publicação científica Nature Neuroscience.

Caçador de cocaína
Os cientistas investigaram nas cobaias o surgimento de pequenas estruturas nas células do cérebro chamadas espinhas dendríticas, que têm relação profunda com a formação das memórias. Um microscópio a laser foi usado para olhar dentro do cérebro dos camundongos, ainda vivos, para procurar por espinhas dendríticas após eles receberem doses de cocaína. A mesma análise foi feita em camundongos que, em vez de injeções com cocaína, receberam injeções com água.

O grupo que recebeu cocaína apresentou uma maior formação de espinhas dendríticas, o que indica que mais memórias, relacionadas ao uso da droga, foram formadas. A pesquisadora Linda Wilbrecht, professora assistente de psicologia e neurociência da Universidade da Califórnia na cidade de Berkeley, disse: "Nossas imagens fornecem sinais claros de que a cocaína induz ganhos rápidos de novas espinhas, e quanto mais espinhas os camundongos ganham, mais eles mostram que 'aprenderam' (o vício) sobre a droga".

"Isso nos mostra um possível mecanismo ligando o consumo de drogas à busca por mais drogas". "Essas mudanças provocadas pela droga no cérebro podem explicar como sinais relacionados à droga dominam o processo de tomada de decisões em um usuário humano".
O pesquisador Gerome Breen, do Insituto de Psiquiatria do King's College de Londres, ressaltou que "o desenvolvimento da espinhas dendríticas é particularmente importante no aprendizado e na memória". "Este estudo nos dá um entendimento sólido de como o vício ocorre - ele mosta como a dependência é aprendida pelo cérebro."
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Veja mitos e verdades sobre drogas24 fotos

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Fumar cigarro é pior para a saúde que maconha? VERDADE: claro que os efeitos vão depender dos hábitos de consumo, mas, de forma geral, o cigarro é pior porque tem um número muito mais elevado de substâncias tóxicas, afirma Thiago Marques Fidalgo, psiquiatra do Hospital A.C.Camargo: "Essas substâncias do cigarro causam alto índice de câncer nas vias aéreas e provocam um forte vício". Além disso, há quem fume mais de um maço de cigarro por dia, quantidade difícil de ser consumida por um usuário de maconha Leia mais Shutterstock
Fonte: Uol

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Informação sem formação

COMO VAI O BRASIL? RESUMO DA "FOLHA POLÍTICA"


Segundo ranking realizado pela Pearson Internacional (referido em matéria de O GLOBO), o Brasil ocupou, em uma lista de 40 países, a penúltima colocação - a despeito de constituir a sexta economia do Mundo -, estando à frente apenas da Indonésia. Tal ranking utiliza informações de resultados de três testes aplicados a alunos do 5º e do 9º ano do ensino fundamental. Os dados provém do PIAE (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), do TEIMC/TIMSS (Tendências de Estudo Internacional de Matemática e Ciência) e do PEIA/PIRLS (Progresso no Estudo Internacional de Alfabetização). Tais índices abrangem resultados e habilidades matemáticas, científicas e de leitura.

Neste contexto, proliferam-se, nas escolas, demonstrações eróticas - quando não pornográficas - de funk, realizadas por menores de idade, agressões de alunos contra professores, brigas entre gangues e espancamentos realizados entre alunos. Ao mesmo tempo, noticiam-se, diariamente, fechamentos de escolas, redução em valores de investimentos na educação pública, acréscimo de violência no interior das escolas e no entorno, além de índices preocupantes no que toca aos resultados em aprendizagem. Infelizmente, as "novidades" acabam se restringindo ao lado negativo, não havendo melhorias, ainda que mínimas, no estado da educação pública. Infelizmente, poucos ainda podem entender esta situação, pois os índices de analfabetismo funcional, lamentavelmente, crescem e atingem níveis absurdos. Até quando perdurará esta situação?

Capital de Pernambuco é Belém?: Apostila para crianças tem erros crassos

No Rio de Janeiro, a Prefeitura entregou a 56.420 alunos do 5º ano do ensino fundamental materiais didáticos de matemática com erros crassos, indicando, por exemplo, que a capital de Pernambuco é Belém e da Paraíba é Manaus. Equívocos facilmente corrigindo por profissionais - ou até pessoas comuns - que entendem o mínimo de geografia, identificando que as capitais, na verdade, são Recife e João Pessoa, respectivamente.

Governo esconde 22 milhões de miseráveis maquiando estatísticas
 Deixando de corrigir os valores pela inflação, passou-se a afirmar que não haveria mais miseráveis no Brasil. No entanto, segundo cálculo do IPCA, referido pela Folha de São Paulo, os preços subiram em média 10,8%., afetando a capacidade de consumo e subsistência. Porém, isto, curiosamente, não ocasionou um reajuste na definição do limite para a pobreza ou "linha de miséria" - iniciado, em 2011, em R$70,00 por pessoa.Isto é interessante quando se nota que Dilma definiu como promessa erradicar a miséria até o próximo ano, quando ocorrerão as eleições. Além disso, não faltam críticas quanto ao valor - já considerado baixo, mesmo caso fosse reajustado. De fato, pode-se imaginar os malabarismos necessários para que se sobreviva com pouco mais que R$1,00 por dia.

De acordo com o ranking lançado anualmente pela revista Forbes, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, que ocupava a posição 95 no ranking de mulheres mais poderosas do mundo há três anos, agora é a segunda, ficando atrás apenas da chanceler alemã Angela Merkel, a qual ficou no topo da lista 8 vezes durante os 10 anos de existência do ranking. Dilma ocupou o segundo lugar após a saída de Hilary Clinton do posto de secretária de Estado americano, caindo para a quinta posição. 
Charge de www.atorres.com.br 
Clique na imagem para acessar o vídeo
Nos últimos dias, as redes sociais depararam-se com uma "reclamação" inusitada: entrevistada pelo Jornal da Cidade, Da TV Cidade de São Luís, reclamou do valor que recebia do Bolsa Família: apenas R$134,00. Segundo a mesma, com este valor ela não poderia nem mesmo comprar uma calça para sua filha de 16 anos, a qual custaria, hoje em dia, R$300,00. Tal declaração pode suscitar algumas reflexões: de que modo o dinheiro do Bolsa Família está sendo aplicado? Sua ênfase não era na educação? É justo que contribuintes que jamais pensaram em dispender valores de três dígitos para o vestuário concedam parcela de suas rendas para que outros, alegando estado de miséria, o façam?

sábado, 11 de maio de 2013

Drogas, cultura decadente e idiotice em tempos de completa inversão de valores!

DROGAS DA (NOSSA) ÉPOCA E O SUICÍDIO DA CULTURA


Por Felipe Moura Brasil
Adaptado por Artur Eduardo

Drogas? Meu filho, eu sou contra a liberação desses novos CELULARES para crianças e adolescentes por parte dos pais, e você ainda quer discutir maconha, cocaína e crack liberados no país inteiro? Quem vê meninos e meninas não apenas caindo desacordados por causa de bebida alcoólica em festinhas de colégio, mas também absolutamente viciados em smartphones e tablets, incapazes de largá-los um minuto sequer para levar uma vida real, com disciplina, estudo e atenção, só não concebe o tamanho do estrago que lhes faria a maior exposição às drogas se tiver um cérebro já devidamente estragado pelas mesmas. O celular é hoje a chupeta da molecada. Quando a chupeta for a droga, meu filho, não haverá fralda para tanta merda.

*****

Da série "Como distorcer uma notícia"
Episódio de hoje: O "Bolsa Crack" da revista Época
Vamos aprender a ler a grande mídia? Vamos!

Revista Época: "(...) O cartão tornará disponível a quantia de R$ 1.350 mensais para as famílias dos dependentes (em Minas o valor é de R$ 900) e esse dinheiro só poderá ser utilizado no tratamento dos dependentes porque será repassado diretamente para as clínicas de reabilitação. (...)"

Leio um troços desses e Didi Mocó sempre me vem à cabeça: "Cuma!?"

As famílias terão disponíveis uma quantia que será repassada diretamente para as clínicas? E que só poderá ser utilizada no tratamento? E o tratamento é do dependente?

Para tudo! Vamos tentar de trás para frente:

O dependente terá à disposição um tratamento. O tratamento será oferecido pelas clínicas. As clínicas receberão do governo uma quantia.

Pergunta-se:

- Quem colocou a família no meio? A revista Época!
- Quem colocou a quantia repassada para as clínicas como "disponível para as famílias"? A revista Época!
- Quem quer fazer você acreditar que um tratamento disponível para um viciado é o mesmo que dinheiro disponível para as famílias? A revista Época!
- Quem quer fazer você acreditar que o governo Alckmin dará dinheiro (o "Bolsa Crack") para as famílias dos viciados? A revista Época!

Mas não haverá um cartão?

Sim. O cartão entregue às famílias será um atestado de que o dependente "X" está em tratamento na unidade "Y", justamente para que se possa avaliar se o serviço está mesmo sendo prestado, bem como sua efetividade.

- Quem transformou este cartão-atestado em um cartão de crédito "que tornará disponível a quantia de R$ 1.350 mensais"? A revista Época!

Pensamento do dia:

Com ou sem bolsa, não há clínica que dê jeito no jornalismo viciado.

[Sobre o programa, mais detalhes - aqui.]

*****

E não é que até os "mauricinhos do tráfico" aprenderam direitinho o discurso esquerdista de culpar a sociedade pelos próprios crimes?

“Eu já me envolvi com droga, resolvi traficar novamente por causa da situação, tenho filho pra sustentar e vivemos numa sociedade onde não temos oportunidade, resolvi pegar essa droga para vender e pegar uma grana porque estou com muitas dívidas.”

Oh, coitadinho dele! Vamos fazer uma vaquinha para ajudar o rapaz!

Não podemos deixá-lo nas mãos de policiais conservadores, reacionários e fascistas, que dizem coisas assim:

“Eles são de família de classe média, estavam cometendo estes crimes para ter dinheiro para curtir. Parece que eles se divertem com isso.”

Que maldade! Eles nem sabiam que andavam em carros roubados, poxa!

[Veja reportagem no link - aqui.

*****

Da série "Frases do Pim":

Quem quer combater o crime com escola só mostra como a sua lhe foi inútil.

*****

Chuck Norris, o astro das artes marciais da TV e do cinema americanos, é hoje um colunista conservador que distribui pontapés intelectuais no governo Obama e na grande mídia esquerdista, em defesa da população.

Lobão, o roqueiro e autor do necessário Manifesto do Nada na Terra do Nunca, é o Chuck Norris brasileiro. Finalmente, temos um artista macho.
E vem aí, da obra do filósofo Olavo de Carvalho, organizado e apresentado por mim, Felipe Moura Brasil, finalmente um livro para salvar você do mundo das drogas existenciais, morais, intelectuais, jornalísticas e quem sabe até propriamente ditas, explicando tudo que ninguém jamais lhe explicou, da maneira mais divertida, mastigada e abrangente possível.

Em julho, pela Editora Record - que, com o bravo Carlos Andreazza, não se deixa intimidar pelas patrulhas do pensamento -, o meu projeto será realidade.
Fonte: Blog do Pim

terça-feira, 30 de abril de 2013

Pastora e advogada mostra, em palestra, materiais "educativos" que incentivam promiscuidade, homossexualismo e até o uso de drogas (VÍDEO)

PASTORA DENUNCIA PROJETO DE EROTIZAÇÃO INFANTIL NO BRASIL


A advogada Damares Alves, pastora e assessora jurídica da Frente Parlamentar Evangélica, realizou uma palestra na Primeira Igreja Batista em Campo Grande (MS) denunciando diversos projetos políticos que ameaçam as crianças, a família e a Igreja. A doutora, que também é professora, mostrou diversos projetos voltados para crianças com o objetivo de influenciá-las sexualmente. Além da parte sexual, ela fez um alerta sobre o consumo de drogas.
Ao dar início a sua palestra, ela avisou: “A igreja evangélica brasileira passa por grandes desafios”, dizendo que enquanto a igreja se preocupa com riquezas há pessoas que estão tentando influenciar as crianças com o intuito de destruir a infância e ensinar a homossexualidade e a erotização. As denúncias da advogada estão sendo divulgadas pelas redes sociais e causando revolta em pais de todas as religiões, pois os materiais incentivando o sexo entre crianças de 10 anos já foram distribuídos em diversas escolas espalhadas pelo Brasil.
“Estão detonando as nossas crianças”, diz ela que em seguida mostra um livro que será distribuído para crianças de dois a três anos de idade que mostra dois príncipes se casando. Há outros materiais que estão tratando com naturalidade a homossexualidade. Em determinado momento Damares Alves diz que no final de um dos materiais há a indicação de que para tirar dúvidas a respeito do conteúdo do livro é preciso consultar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o que explica os ataques que o deputado federal Marco Feliciano vem sofrendo, já que ele é contra todos estes projetos.
Outros assuntos são tratados na palestra, como o aborto e a manipulação de informações que tem como objetivo aprovar a interrupção de gravidez. As denúncias são gravíssimas.
Fonte: GP

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O vício de ópio no Afeganistão; uma das heranças malditas do Talibã

HERANÇA DO TALIBÃ: AFEGANISTÃO SOFRE COM EPIDEMIA DE DEPENDÊNCIA DE ÓPIO

Jawid em centro de tratamento (BBC)
Jawid, 18, é viciado em heroína há dez anos
O Afeganistão produz 90% das drogas de ópio produzidas no mundo, mas até há pouco tempo o país não era um grande consumidor. Agora, porém, de uma população de 35 milhões, mais de 1 milhão de pessoas estão viciadas em drogas - proporcionalmente, a maior taxa do mundo. Em pleno centro de Cabul, nas margens do rio que tem o mesmo nome da capital, viciados se reúnem para comprar e consumir heroína. É um local de desolação e degradação.

Tariq Sulaiman, da organização de combate ao vício Najat, aparece ali com frequência para tentar convencer os usuários a buscar tratamento.À luz do dia, cerca de 12 homens e adolescentes sentam em duplas, fumando e injetando drogas. Entre eles há profissionais como médicos, engenheiros, intérpretes. 
"Já faz tempo que estamos perdendo nossas crianças por causa de ataques suicidas, foguetes e bombas", diz Sulaiman. "Mas o vício é um novo tipo de terrorismo que está matando nossos compatriotas."

Vício desde criança

Aos 18 anos, Jawid, nascido no norte do Afeganistão, é dependente da heroína há dez anos. Foi apresentado às drogas pelo seu tio, quando era apenas uma criança, para que tivesse mais força para trabalhar na lavoura. "Odeio a minha vida. Todos me odeiam", diz ele. "Na minha idade, eu deveria estar na escola. Mas sou um viciado."
Seu pai já morreu. Sua mãe, deficiente física, se preocupa com ele o tempo todo. Tudo o que ela quer é que ele se livre do vício, mas mesmo assim mendiga por dinheiro nas ruas do país para pagar pela dose diária de heroína e impedir que o filho roube para comprá-la.
Plantação de papoula (Reuters)
Ópio, produzido da papoula, é usado como um remédio no Afeganistão
"Sempre digo ao Jawid que, se eu morrer, ele vai acabar dormindo debaixo da ponte com os outros viciados", conta ela. Essa espécie de "cracolândia" é o destino dos viciados em estado mais grave. A polícia afegã constantemente bate neles para dispersá-los e às vezes os atira no rio.

Motivos

São incertos os motivos pelos quais tantos afegãos estão recorrendo às drogas. As décadas de violência no país certamente contribuíram para isso. Muitos dos que fugiram das últimas três décadas de conflitos se refugiaram no vizinho Paquistão, onde taxas de dependência de drogas são tradicionalmente altas. Agora, esses imigrantes estão retornando e trazendo seus vícios consigo, dizem autoridades.
O desemprego, atualmente em taxas de 40%, é outro agravante. "Se eu tivesse um emprego não estaria aqui", diz Faroog, um dos viciados na margem do rio Cabul. Ele é formado em medicina e chegou a gerenciar um hospital. Ele diz se drogar para "relaxar" - mas preferiria estar morto a ser o viciado que é hoje.
Outro fator é a crescente disponibilidade de heroína, que na última década começou a ser refinada a partir do ópio no próprio Afeganistão.
Comprar heroína em Cabul é "tão fácil quanto comprar comida", dizem viciados. Um grama custa o equivalente a R$ 12 e está disponível em qualquer esquina da cidade"Tradicionalmente, dizemos que a demanda cria a oferta", diz Jean-Luc Lemahieu, representante regional da agência antidrogas da ONU (Unodc). "O que esquecemos, porém, é que a mera aparição do produto no mercado cria uma demanda local."
Quando as tropas estrangeiras chegaram no Afeganistão, em 2001, uma de suas metas era conter a produção de drogas. Em vez disso, elas se concentraram na luta contra insurgentes e são acusadas de fazer vista grossa às plantações de papoula no país.

Ópio

O ópio está presente no Afeganistão há séculos, sendo usado como uma espécie de remédio para todos os males.
Centro de tratamento de dependentes no Afeganistão
Centro para dependentes impõe 72 horas de abstinência
Em um hospital no norte do país, a BBC encontrou-se com uma afegã, Fatima, que tomou ópio após sofrer uma hemorragia pós-parto - era mais barato do que procurar um médico.
Ela também deu a substância à sua recém-nascida, como remédio para a tosse. Hoje, ambas são viciadas. Por sinal, mulheres e crianças representam 40% dos dependentes de drogas do país.
Enquanto Fatima e sua bebê se submetem a tratamento em um hospital público, poucos viciados afegãos recebem qualquer tipo de apoio. Ao mesmo tempo, o Ministério da Saúde tem 95 centros de tratamento de dependentes no país, com 2,3 mil leitos. Seu orçamento total para tratar 1 milhão de pessoas é de US$ 2,2 milhões, ou seja, 2 dólares (R$ 4) por pessoa por ano.
Jawid consome o triplo desse montante em heroína diariamente.
Ele conseguiu uma vaga na Najat, a organização de Tariq Sulaiman, onde o tratamento consiste em 72 horas de abstinência. Após um dia, Jawid sentia dores, mas conseguiu aguentá-las. Na segunda noite, porém, começou a gritar, a chorar e a bater sua cabeça contra a parede. De volta às ruas, ele negou à equipe da BBC que tivesse voltado à heroína, mas seu olhar fixo e sua fala inconstante contam uma história diferente.
Sua possibilidade de se livrar do vício é pequena. E, diante dos tantos problemas do Afeganistão, as chances de o país vencer a guerra contra as drogas são igualmente incertas.
Fonte: BBC
NOTA: O que a reportagem não diz é que esta triste realidade foi muito, muito aumentada após o período do famigerado governo talibã, que incentivou o cultivo de ópio em todo o país para o financiamento de sua cruzada de violência e fanatismo. O que milhares de afegãos vivem, hoje, é o resultado direto daquele contato, promovido pelo talibã islâmico, cuja graves consequências sociais devem se estender ainda por décadas a fio.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Maconheiros querem penas "mais leves" para quem planta maconha e a utiliza com fins "puramente mdicinais" (VÍDEOS)

"MARCHA DA MACONHA" PROTESTA CONTRA PROJETO DE LEI QUE ENDURECE AÇÕES CONTRA AS DROGAS


O coletivo Marcha da Maconha reuniu cerca de 150 pessoas nesta terça-feira, 2, no Viaduto do Chá, e distribuiu "drogas lícitas" em protesto contra o projeto de lei 7663/10. Proposto pelo deputado federal Osmar Terra (PMDB/RS), o PL prevê uma maior rigidez na lei antidrogas e pode ser votado ainda este mês na Câmara.
Na divulgação do evento nas redes sociais, os organizadores informaram que haveria distribuição de drogas durante o protesto. Ironizando a proibição da maconha e a legalização de outras substâncias, o grupo distribuiu bebidas alcoólicas, cigarros, salgadinhos, doces e revistas, afirmando que esses, sim, "são drogas pesadas".
Os manifestantes enfatizaram que a conduta das autoridades em relação à questão das drogas é contraditória. "Eles falam que não se pode beber e dirigir, mas os postos de gasolina vendem bebida alcoólica", ressaltou um organizador. "Além disso, você vai à noite para a balada e não tem transporte público. A proibição das drogas faz parte de um esquema muito maior do governo, que é a criminalização da pobreza. É desculpa para bater nos pobres." Veja abaixo parte do discurso e a opinião de pessoas no local.
A petição no Avaaz contra o PL 7663/2010 já conta com mais de 28 mil assinaturas. Para os que se opõem à proposta do deputado, o projeto representa um retrocesso das conquistas obtidas no tratamento dos usuários de drogas. "A guerra às drogas faz mal à população, não a droga em si", afirma um dos organizadores do evento no vídeo abaixo, que também mostra a distribuição de "drogas" na manifestação. "Gasta-se muito em verba pública para manter as pessoas presas, então a proibição só piora o sistema em que a gente vive".
"No mundo todo, a gente vê um avanço num sentido contrário, de entender o usuário de drogas e de minimizar a situação do tráfico", afirma outro organizador. Ele diz que defende a regulamentação da venda da maconha, mas não uma liberação desorganizada.
Ronete Rizzo é uma das organizadoras da Marcha da Maconha e diz que a droga não faz mal a ninguém. Ela diz que foram seus filhos que a convenceram de que maconha não causa problemas.
Lucas e Victor defendem o direito dos usuários de plantar maconha em casa, pois dizem que a maconha advinda do tráfico "tem uma péssima qualidade e não devia nem ser fumada".
Franciel Leal foi à Marcha da Maconha com o filho pequeno. Ele considera paradoxal o fato de que drogas piores são legalizadas. "Acho a maconha menos prejudicial que o cigarro".
Nova lei. O projeto de lei do deputado Osmar Terra pretende alterar a Lei Antidrogas (11.343/06) e sugere aumentar a pena tanto para tráfico quanto para porte de drogas para consumo próprio, além de defender a internação compulsória de dependentes químicos. O texto também propõe uma classificação das drogas com base na sua capacidade de causar dependência e um sistema de cadastro de usuários de drogas, instituindo o Sistema Nacional de Informação sobre Drogas e o Sistema Nacional de Acompanhamento e Avaliação das Políticas sobre Drogas.
Em seu site, o parlamentar justifica que "o projeto de lei tem por objetivo oferecer proposta para melhorar a estrutura do atendimento aos usuários ou dependentes de drogas e suas famílias e tratar com mais rigor os crimes que envolvam drogas de alto poder de causar dependência".
Fonte: Estadão
NOTA: My God!... Quando a gente pensa que já viu de tudo o que pode ser considerado como novidade tosca neste país, eis que, em meio aos mais efusivos manifestos contrários ao Dep. Marco Feliciano, surgem turbas de manconheiros (sim, "maconheiros", pois quem fuma maconha, até onde sei, é maconheiro), com uma lógica fina, limpa e que deve fazer filósofos da lógica revirarem-se de seus túmulos! Vejam o que um maconheiro, dos organizadores desta marcha, disse: "Gasta-se muito em verba pública para manter as pessoas presas, então a proibição só piora o sistema em que a gente vive". É isso mesmo que você leu, prezado internauta!! Vamos colocar essa condicional genial numa forma mais culta?
"Se se gasta muito em verba pública para manter as pessoas presas, então a proibição só piora o sistema em que a gente vive"! Entenderam qual o argumento do gênio organizador desta marcha da maconha? Ele está dizendo que o gasto de verba pública para manter pessoas presas é condição suficiente para concluir-se que a proibição só faz as coisas piorarem! Mas, "peraí"... Valendo-se desta lógica, um pedófilo, por exemplo, pode afirmar que, já que as cadeias e penitenciárias estão com superlotação e gasta-se muito em manter um preso, preso, então nada de mandarmos qualquer pedófilo para a cadeia!... A mesmíssima lógica pode ser usada para traficantes, estupradores, serial killers, assassinos e por aí vai. Sabe o que acho, sinceramente? Que o muito uso desta droga - a maconha - afetou o resto do cérebro desse jovem que falou uma asneira dessas. 
Outra falácia expressa e (como considero), "autenticada" pela reportagem, é a inserção da fala uma tal de Ronete Rizo, na qual a (provável) maconheira diz que "a maconha não faz mal a ninguém". Como? Alô, alô... Terra para Ronete! Terra para Ronete! Você ainda está na atmosfera ou descambou para ao espaço sideral???
Vejamos: "O uso diário de uma maconha mais potente aumenta em até seis vezes o risco de uma doença psicótica, como esquizofrenia ou outras semelhantes", explicou à Agência Lusa o psiquiatra dos hospitais da Universidade de Coimbra, Dr. Tiago Reis Marques, que faz doutorado em Londres.
No Instituto de Psiquiatria de Londres, o Dr.Tiago participa do estudo Genetics and Psychosis (GAP - Genética e Psicoses), cujos resultados foram parcialmente publicados na edição de dezembro do British Journal of Psychiatry. O pesquisador, de 33 anos, ressaltou, porém, que a maconha "não é uma causa em si", mas antes um fator de risco e um estopim para uma doença mental grave, como a esquizofrenia.  "Em pessoas que, com outros fatores de risco associados, como genéticos ou sociais, estejam em risco aumentado, [o consumo] é um fator precipitante para a esquizofrenia", explicou. Há muito que as pesquisas analisam as causas das psicoses, expressamente sobre fatores genéticos ou sociais e consumo de drogas. A novidade deste estudo é a comprovação de que a potência da maconha consumida e a frequência de seu uso aumentam até seis vezes o risco de apresentar doença psicótica. 

Fonte: Blog Saúde.

Usuários de maconha podem ter mais chances de sofrer problemas como derrames. A indicação é de um novo estudo feito na Espanha e publicado no Journal of Neurology, Neurosurgery, and Psychiatry. O aumento no risco de derrame foi verificado em estudos anteriores para jovens usuários de drogas como heroína, cocaína ou anfetaminas, mas a literatura sobre a relação entre acidente vascular cerebral e maconha é muito escassa. Segundo os autores do estudo, do Serviço de Neurologia do Hospital de Galdacano, mudanças de comportamento e o aumento no risco de esquizofrenia, associados com o uso freqüente da maconha, são conhecidos, mas pouco se sabe sobre seus efeitos cardiovasculares. Apesar de o número de casos de acidentes vasculares cerebrais confirmados como associados ao uso da droga ser pequeno – 15 nos Estados Unidos -, os pesquisadores afirmam que os riscos não devem ser menosprezados. “A maconha não é uma droga segura como muitos acreditam. Novos estudos são necessários para esclarecer o papel da Cannabis como um fator de risco de derrames”, dizem os autores do estudo. 
Como qualquer outra substância de abuso, a maconha leva ao vício por estimular em excesso o sistema de recompensa do cérebro. Ao oferecer prazer e bem-estar imediatos, também faz com que o sistema perca a sensibilidade, de modo que todos os prazeres cotidianos vão perdendo a graça, e apenas doses maiores e mais freqüentes da droga ainda conseguem proporcionar bem-estar, até que o usuário passa a apelar para drogas mais potentes, como a cocaína, para recuperar o bem-estar. O problema maior do vício é que o usuário abandona suas atividades anteriores, que perdem a capacidade de dar prazer. Sua vida passa a girar em torno de conseguir mais droga. Além disso, a maconha provoca a morte dos neurônios do hipocampo, prejudicando a formação de memórias novas. Se fumada na gestação, provoca danos no feto, que, quando adulto, também se tornará mais sujeito ao vício. Suzana Herculano - Neurocientista.

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