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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Criminosos do Estado Islâmico vendem cabeças de cristãos em sites de leilão

Estado Islâmico vende cabeça de cristãos em sites de leilão
O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) perdeu cerca de 20% dos seus soldados após os bombardeios aéreos da Rússia. Também foram derrotados em terra e perderam o controle de parte de seu “território”.
Movimentos internacionais liderados pelos EUA afirmam ter impedido o repasse bancário de milhões de dólares aos terroristas. Por causa disso, extremista muçulmanos passam por dificuldades econômicas.
De acordo com o jornal inglês Mirror, o EI está recorrendo a uma estratégia macabra para levantar dinheiro: vender cabeças de vítimas decapitadas.
A denúncia partiu do pastor norte-americano Harry Walther. Ele conta que existem vários “colecionadores” dispostos a pagar cerca de 500 dólares por cada cabeça em sites de leilão.  O preço varia o preço de acordo com a religião.
Desde seu surgimento eles decapitaram muitas pessoas que escolheram não seguir a religião islâmica da maneira como eles a veem. Por serem considerados “infiéis”, muitos foram torturados, crucificados, fuzilados, quase sempre de modo público. Os vídeos postados nas redes sociais com as execuções sempre tiveram grande repercussão.
Walther afirma que as cabeças passam por um tratamento que as “encolhe” e desidrata. O método é antigo, e era praticado por antigas tribos. As cabeças atingem um tamanho bastante reduzido, pouco maior que uma bola de beisebol.
Algo similar foi feito pelos nazistas com os judeus no Holocausto. Eles penduravam as cabeças na cela de outros judeus, visando os aterrorizar e obriga-los a obedecer às ordens.
O pastor diz que o EI tenha milhares de cabeças para vender. Como as decapitações são frequentes, eles estariam fazendo uma espécie de “estoque”.

Profecia bíblica?

Harry Walther, que lidera uma igreja no estado de Montana, afirma que tem acompanhado esses anúncios de venda na internet.
Explica ainda que o Livro de Apocalipse no capítulo 20 prevê que centenas de milhões de homens cristãos, mulheres e crianças serão decapitados por sua fé em Jesus.
Ele conta que o preço de leilão das cabeças encolhidas de cristãos começa em 100 dólares, mas geralmente são vendidas por cerca de 500.  Já as cabeças dos muçulmanos ‘infieis’ são mais “valiosas”.
Fonte: GP

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Atos contra muçulmanos triplicam na França

A Delegação Interministerial de Luta contra o Racismo e o Anti-Semitismo (Dilcra) da França divulgou dados de que em 2015 houve um aumento significativo de atos contra muçulmanos no país.
Foram registrados 400 atos contra os muçulmanos por conta de sua religião, número três vezes maior do que os 133 registrados em 2014. O motivo desse crescimento seria os atentados terroristas de janeiro do ano passado, segundo o responsável pela Dilcra, Gilles Clavreul.
Os atos registrados são diversos, desde ataques a mesquitas, ataques a pinturas, incêndios e até mesmo provocações onde cabeças de porcos foram deixadas próximos aos centros de rezas muçulmanos para contrariar os religiosos.
A polícia francesa tem agido para coibir esses atos, tanto que duas pessoas foram condenadas a seis meses de prisão por incendiarem uma mesquita em Mâcon em abril do ano passado.
Recentemente uma sala de reza muçulmana foi atacada em apoio aos bombeiros e policiais que foram agredidos durante a intervenção em um bairro conflituoso, onde grande parte da população é muçulmana, vinda de uma cidade ao norte da África.
Segundo o Observatório contra a Islamofobia, apenas 15% das vítimas denunciam os atos, pois não acreditam que a denúncia será eficaz para coibir novos ataques. 
Fonte: GP

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

O mito do "Islã moderado"

Uma experiência pessoal vivida há alguns poucos anos serve para demonstrar a inexistência de islamismo moderado. Quero reparti-la com vocês, leitores.
Isso não significa, e isto quero esclarecer logo de cara, que não existam muçulmanos moderadores. Existem. Não posso negar a realidade. Conhecemos por nome: Muhammed Zoabi em Israel, por exemplo. Wafa Sultan, a lutadora pelos direitos humanos das mulheres sob o Islã. Poucos. Cabem numa mão, talvez. Em um universo de 1,5 bi de pessoas. Frisando: SABEMOS SEUS NOMES. E isso é o grave. São tão poucos, que se tornam matematicamente irrelevantes, muitos deles, tendo abandonado sua fé inclusive, como o caso de Sultan.
Logo, um fenômeno organizado chamado "islamismo moderado" inexiste, não porque eu não queira, ou porque seja "radical" ou qualquer outra pecha que queiram me dar, mas simplesmente pelo mesmo motivo pelo qual disse que indivíduos existe. Macrossociologicamente falando, são irrelevantes. Não entrariam em uma margem de erro.
Há alguns anos, como editor-chefe do "De Olho Na Mídia", orgão que denunciava ações de desinformação sobre o conflito na mídia e/ou de antissemitismo, que graças a D-us teve muito sucesso, chegando a ter em sua mailing list quase 100 mil pessoas cadastradas, banquei uma matéria sobre a pedofilia no submundo do Hamas.
O acontecimento teria sido um casamento múltiplo de 400 membros do Hamas com meninas abaixo de 10 anos de idade. Há diversas fotos do evento e vídeo.
Como vocês podem perceber leitores, todas as meninas estão devidamente paramentadas de noivas. Em NENHUMA FOTO E/OU VIDEO aparece QUALQUER outro tipo de noiva.
Após checar bem as diversas fontes, como disse acima, "banquei" a matéria e não nego, que visto o nojo que senti do assunto, não medi palavras no artigo. O título trazia, "Direto do esgoto de Gaza". Peguei pesado mesmo.
A notícia foi sucesso instantâneo. Mais de 70 mil pageviews. Recorde absoluto do "De Olho Na Mídia".
E quase imediatamente me surgiram pessoas esbravejando que era mentira, mito, forjado. Que o Hamas negou a realização do casamento em um comunicado. E NEGOU MESMO. Mas o Hamas não mente, senhores? Outro me disse que o Hamas jamais faria isso com crianças tão pequenas. Lógico. Mandar explodir eles mandam, casamento pedófilo, jamais. Isso não.
A pedofilia é um fenômeno espalhado no mundo árabe inteiro, matéria de jornais conceituados (deem uma "googleada"e uma "youtubada" ai e me desmintam...) , fonte de preocupação da ONU e tem respaldo na religião islâmica. Mas não: o Daniel estava mentindo. O Hamas falava a verdade.
Mais ainda: segundo o dito comunicado do Hamas, as meninas eram daminhas de honra, irmãs menores das noivas. Coisa curiosa não? As 400 NOIVAS que ninguém sabe, ninguém viu, TODAS elas tem irmãs novas nesta faixa de idade. E com roupas de noiva e não de damas de honra.
Segundo meus detratores, as noivas não apareciam pelas leis de modéstia no islã que impediam que fossem filmadas e estavam escondidas. Mas, em outros casamentos no youtube, curiosamente, SIM, AS NOIVAS SÃO MOSTRADAS....
Portanto eu segui firme, bancando e ainda banco a veracidade desta vergonha. Hoje é fato conhecido que o Estado Islâmico por exemplo, obriga crianças a casar e muitas são estupradas. Em especial, crianças cristãs, para depois serem vendidas como escravas.
E agora vou chegar ao ponto crucial deste meu texto (até agora foi história e curiosidade sobre um texto meu, o ponto importante vem agora): de todos estes meus detratores, nenhum era muçulmano. Repito: nenhum! Mais uma vez: nenhum!
Só esquerdistas, antissemitas e simpatizantes da causa islâmica. Muçulmano algum chegou para protestar. Nenhum veio dizer que isto não era parte do Islã e era mentira.
E mais surpreendente: um tal de Rogério, cujo sobrenome, graças ao bom D-us, já caiu no meu esquecimento, antissemita até os ossos, esquerdista ligado a movimentos sociais no Brasil, pegou meu texto, me xingou uma barbárie, disse que eu deveria ser processado e mandou com cópia para mais de 200 (FRISO: DUZENTAS) instituições islâmicas/árabes copiadas no e-mail (eu contei).
Nenhuma respondeu. Nenhuma falou nada. Exatamente igual a reação após os atentados da França. Meio mundo preocupado com o aumento da islamofobia. Meio mundo dizendo que estes atentados não representam o Islã. Menos eles. Eles não negam. E não podem negar.
Vão dizer que o conceito de jihad não existe no Islã?
De transformar o mundo na casa do Islã, a força se necessário?
De território debaixo do Islã e território a se conquistar?

Para mim, tenho de acreditar em coisas palpáveis e não em WISHFULL THINKING, muçulmanos moderados são poucos, quase uma lenda e islamismo moderado não existe e isto SIM, faz parte do Islã, bem como a pedofilia e os casamentos com crianças do Hamas, que o Islã não teve coragem de repudiar.
Ah, só como nota final, vale ressaltar que este desmentido do Hamas, foi depois que o assunto ganhou alguma relevância em noticiários dos EUA, e mesmo assim, só tenta desmentir o ato em si, em lugar ALGUM diz que seria algo vergonhoso ou que não faz parte da cultura árabe e/ou islâmica. Só para constar.
De minha parte, fico aguardando alguma manifestação islâmica de repúdio ao "extremismo" que reúna mais que 30 pessoas, como foi na França, ou 50, em Israel. Até este dia, estas serão exceções que confirmam a regra.
Fonte: MsM

domingo, 15 de novembro de 2015

O QUE A MÍDIA NÃO MOSTRA SOBRE O ORIENTE: ex-muçulmano, filho de um dos fundadores do HAMAS, fala sobre "a verdadeira face do Islã" (VÍDEO)

Curto vídeo com o depoimento de um ex-muçulmano, filho de um fundador do HAMAS, que fala sobre a verdadeira face do Islã. Este vídeo foi recentemente traduzido (legendado) para o português.

sábado, 14 de novembro de 2015

10 coisas que as mulheres não podem fazer na Arábia Saudita



  • Brasileira Débora Garcia mostra maquiagem usada na Arábia Saudita
    Brasileira Débora Garcia mostra maquiagem usada na Arábia Saudita
Pela primeira vez na história da Arábia Saudita, as mulheres poderão votar e receber votos. A estreia do eleitorado feminino nas urnas do reino ultraconservador será em dezembro, nas eleições municipais. Ainda assim, homens e mulheres terão postos de votação separados, e elas só poderão votar acompanhadas de um homem.
A Arábia Saudita segue uma rígida interpretação da sharia, ou lei islâmica, que impõe a segregação de sexos em espaços públicos. A permissão para votar e ser votada é parte de uma série de tímidas reformas feitas pelo falecido rei Abdullah bin Abdul Aziz. 
Mas a lista de proibições às mulheres sauditas ainda é longa. A reportagem do UOL conversou com a brasileira Débora Garcia, que vive há em 2 anos em Buraidah, cidade na região mais religiosa, conservadora e rica da Arábia Saudita. Professora de inglês para mulheres, ela não fala ou entende árabe e vive sozinha no país, de onde mantém um blog em que conta como é viver em um lugar tão cheio de restrições. Ela topou explicar algumas delas.
Veja dez exemplos de coisas que as mulheres não pode fazer por lá:

Efe

1

 

Buscar justiça (de verdade) contra agressões

A Arábia Saudita aprovou apenas em 2013 a criação de leis contra a violência doméstica e o abuso sexual. Mas a punição dada é geralmente uma multa em dinheiro. Segundo um estudo de 2013 feito com informações dadas por 200 mulheres casadas ouvidas na cidade saudita de Jeddah, pelo menos 44,5% delas relatou ter sofrido agressões dos maridos --mas só 6,5% delas buscou tratamento médico. E mais da metade delas acredita que a mulher merece ser agredida se o marido descobrir uma traição. O agravante é o fato de a tradição determinar que os problemas familiares sejam resolvidos no próprio meio familiar.

A imprensa relata um caso em que uma jovem foi estuprada por uma gangue. Por causa disso, ela foi punida pela Justiça e recebeu mais chibatadas do que um de seus agressores. 
iStock

2

 

Viagens sem um guardião

As mulheres só podem viajar com a companhia ou a autorização de um guardião (um mahram), um homem da família como o pai, marido ou irmão. O governo já disse recentemente que pode levantar a restrição e permitir que a mulher viaje sem a permissão de seus familiares, mas a medida tem grande risco de ser vetada pelos religiosos. Já em território saudita elas circulam sem guardiões até mesmo nas áreas mais tradicionais.

Segundo Débora, as mulheres vão trabalhar sozinhas e voltam às vezes andando quando estão perto de casa, ou usam vans --com outras mulheres e um motorista. "Em Riad, elas até usam aplicativos como Careem e Uber para ir ao shopping ou sair para comer só com as amigas", conta.
Loujain al-Hathloul/AP
Loujain al-Hathloul/AP

3

 

Dirigir

As mulheres são impedidas de dirigir há décadas. Segundo clérigos, mulheres motoristas minam os valores sociais e até prejudicam seus ovários, colocando suas futuras gestações em risco. Em setembro de 2007, um grupo de mulheres intelectuais sauditas criou a primeira associação no reino para reivindicar o direito a dirigir. O habitual é que as autoridades detenham as motoristas e apreendam o veículo, até que um tutor --um homem da família-- se apresente na delegacia e assine um documento no qual garanta que a infração não vai se repetir.

"Conheço várias mulheres que reclamam pelo fato de não poderem dirigir, acham um absurdo, gostariam de sair sozinhas. Mas, da mesma forma, conheço muitas que concordam com a lei e adoram o fato de terem motorista para levá-las para cima e para baixo. Isso basta para muitas delas", conta Débora.
AMER HILABI/AFP
AMER HILABI/AFP

4

 

Vestir a roupa que quiserem

A vestimenta exigida para as mulheres segue a interpretação da sharia. Elas devem usar a abaya, um longo vestido preto de manga longa que cobre totalmente o corpo. Elas também devem cobrir os cabelos com um véu, mas não necessariamente o rosto todo. Débora diz que a liberdade de vestimenta pode ser maior (ou não) dependendo do quanto a família é conservadora. "No meu trabalho, só posso usar saia longa e blusa de manga comprida. Mas as alunas podem usar o que quiserem. Mesmo assim, a maioria delas continua de abaya quando entra no curso, e as que escolhem ir de calça comprida enfrentam os olhares das alunas mais conservadoras, que consideram haram [pecado] usar calça mais justa".

Débora diz ainda que a polícia religiosa tem uma rígida fiscalização. "Aqui é obrigatório cobrir o rosto. Em cidades grandes como Riad, Jidda e Dammam, nenhuma mulher é obrigada a usar o niqab para cobrir o rosto; mesmo assim a grande maioria usa."

O mesmo vale para a maquiagem. Mas, segundo Débora, a grande maioria das mulheres usa (e abusa) da maquiagem. "Elas vão super maquiadas para a faculdade e para o trabalho. O que não pode é fazer a sobrancelha --tirar os pelos não pode, mas fazer o desenho com descolorante é permitido."
iStock
iStock

5

 

Interagir com homens

A mulher não deve falar com homens que não são de sua família. "Um homem e uma mulher que não sejam casados ou da mesma família não podem estar juntos em público, não podem estar sozinhos no mesmo veículo, não podem ir ao um restaurante juntos. Quando você vai a uma loja, ao banco ou restaurante, você obrigatoriamente vai ter de falar com um homem. Isso é aceitável em qualquer cidade da Arábia", relata Débora.

A maioria dos prédios possui entradas diferentes para homens e mulheres, e parques e até o transporte público têm áreas segregadas para mulheres.
Hasan Jamali/Ap
Hasan Jamali/Ap

6

 

Entrar em cemitérios

Uma mulher será enterrada em um cemitério, mas não poderá participar do funeral de seus parentes, já que elas são proibidas de entrar no local. Mas não se engane: os sauditas não dão muita atenção a funerais; até o sepultamento do rei foi simples. "Eles acreditam que os mortos podem nos ouvir. Então as mulheres não devem ir aos enterros porque, emotivas por natureza, iriam chorar muito e incomodar os mortos", explica Débora. Outro motivo é o fato de que não se deve rezar ou fazer súplicas para os mortos, e supostamente as muheres poderiam fazer isso.
Anja Niedringhaus/AP e Toshifumi Kitamura/AFP
Anja Niedringhaus/AP e Toshifumi Kitamura/AFP

7

 

Disputar competições esportivas em seu território

A participação de mulheres nos esportes tem grande oposição dos religiosos. Até o ensino de Educação Física é proibido nas escolas para elas. Neste ano, a Arábia Saudita se propôs a sediar os Jogos Olímpicos sem competições femininas --elas seriam disputadas no Bahrein, que participaria da candidatura conjunta. A ideia foi vetada pelo Comitê Olímpico, que classificou a proposta como discriminatória. Mas, em 2012, as mulheres sauditas puderam pela primeira vez disputar uma Olimpíada --ainda que tenham sido chamadas de prostitutas pelos clérigos radicais do país.

Aos 16 anos, a judoca Wodjan Ali Seraj Abdulrahim Shahrkhani foi uma das duas primeiras mulheres a disputar uma Olimpíada, em Londres. Ela disputou as provas com um véu depois de uma discussão com o comitê, que chegou a um acordo sobre um modelo que cobriria os cabelos dela. A outra é a atleta Sarah Attar, que também correu de véu e calças.
Reuters
Reuters

8

 

Usar academias e piscinas sem restrições

Se você vive em uma cidade grande, há opções de academias femininas semelhantes às brasileiras. Mas, nas áreas menores e mais tradicionais do país, malhar é algo quase impossível. "Academias existem só dentro de clínicas ou salões de beleza ou estética e, mesmo assim, com várias restrições", relata Débora. "São poucos aparelhos e horários bem reduzidos".

Uma repórter da agência de notícias Reuters contou recentemente que, apesar de estar hospedada em um hotel de luxo em Riad com uma excelente academia e uma grande piscina, foi impedida até mesmo de conhecer os lugares. "Há homens em trajes de banho lá" disse o funcionário do hotel em choque com o pedido de Arlene Getz. O que foi disponibilizado para ela se exercitar foi uma pequena sala com uma esteira e uma bicicleta ergométrica.
Reuters/Arquivo
Reuters/Arquivo

9

 

Se consultar com um médico sem a presença de seu guardião

Segundo a ONG Human Rights Watch, foi aprovada recentemente uma fatwa (decreto religioso) determinando que mulheres não sejam examinadas por médicos sem a presença de seus guardiões. Elas só podem expor partes do corpo para homens em casos de emergência médica. Mas Débora afirma que tanto ela como as outras mulheres do país conseguem atendimento sozinhas com médicas mulheres sem dificuldades.
Reprodução/Facebook
Reprodução/Facebook

10

 

Comprar uma Barbie

A famosa boneca americana foi banida da Arábia Saudita em 2003, já que seria uma ameaça para a moralidade. As meninas do país têm a Fulla, criada na Síria e que no mesmo ano ganhou os mercados sauditas. Ela também vem em uma caixa rosa e tem uma coleção de véus que podem ser trocados. Ela não tem namorado (como o Ken) e, além de cozinhar, cantar e rezar (em vez de ter uma vida típica americana, como a Barbie), atendeu a um mercado consumidor que demandava uma boneca que representasse as tradições islâmicas. Além disso, a Fulla custa a metade do preço da Barbie.
Fonte: Uol

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Rússia e EUA afirmam "sucesso sem precedentes" contra o Estado Islâmico

Fim do Estado Islâmico? Rússia e EUA afirmam sucesso sem precedentesFim do EI? Rússia e EUA afirmam sucesso sem precedentes
A entrada da Rússia no combate contra o Estado Islâmico pode ter realizado em duas semanas o que as forças leais ao governo sírio e a coalizão liderada pelos EUA não conseguiu em quatro anos.
Aeronaves militares russas realizaram 67 voos saindo da base aérea de Khmeimim na Síria somente na última semana. Ao todo, foram destruídas 60 posições do Estado Islâmico. O Estado-Maior da Rússia divulgou que possivelmente 40% da infraestrutura dos jihadistas já não existem mais.
O comandante adjunto do Estado-Maior da Rússia, general Igor Makushev, afirmou que as bases terroristas e os armazéns de munições bombardeados perto de Aleppo, causaram a morte de mais de 200 militantes, além de vários de seus líderes. Além disso, bombas de alta precisão destruíram o posto de comando do grupo terrorista Liwa al-Haqq.
A pedido do presidente sírio Bashar Assad, a Rússia começou uma série de ações militares a partir de 30 de setembro. No total, foram 140 missões aéreas contra as posições dos terroristas. Os navios russos no Mar Cáspio lançaram 26 mísseis contra os territórios controlados pelos jihadistas.
Curiosamente, os Estados Unidos, que tem sido criticado pelos russos por sua ineficiência, divulgou neste sábado (10) que pode ter matado o líder do Estado Islâmico, o califa Abu Bakr al-Baghdadi. Ele estava em um comboio de veículos atacado numa estrada perto de Anbar, no oeste do Iraque, perto da fronteira com a Síria.
A Força Aérea do Iraque afirmou ter atacado os carros neste domingo (11), quando Al Baghdadi se dirigia para uma reunião com os comandantes do Estado Islâmico. O local onde ocorreria o encontro também foi bombardeado usando tecnologia fornecida pelos americanos.
De acordo com o portal de notícias iraquiano Shafaq News, vários líderes do Estado Islâmico foram mortos no ataque aéreo da Força Aérea iraquiana, mas Abu Bakr al-Baghdadi não estava entre eles. Mesmo assim, fontes locais divulgaram que está havendo uma “debandada” de soldados jihadistas, com pelo menos três mil deles fugindo das regiões atacadas. É a maior baixa registrada desde o início da guerra civil, em 2011.
Os Estados Unidos e seus aliados também realizaram 24 ataques aéreos contra posições do Estado Islâmico. Pelo menos dez cidades iraquianas foram atingidas por bombardeios. Foram destruídas unidades táticas, prédios, armas, postos de artilharia e outros locais estratégicos.  Na Síria, mais alvos similares foram atacados pela coalizão, além de um poço de petróleo.
Fonte: GP

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Jihadista ameaça ato terrorista na praça de São Pedro, em Roma

Jihadista promete invadir Praça de São Pedro e matar cristãosJihadista promete invadir Praça de São Pedro e matar cristãos
Uma entrevista feita com um suposto soldado do Estado Islâmico pede alerta para o governo de Roma, pois os extremistas ameaçam invadir a cidade italiana e executar os católicos que assistem as missas na Praça de São Pedro.
“Chegaremos à Roma, à Praça de São Pedro e faremos execuções massivas de infiéis”, teria dito o soldado segundo a organização pela liberdade religiosa MasLibres.org. O jihadista teria afirmado que a lei de Alá é para que todos os infiéis sejam mortos e que “morrer por Alá é o melhor destino que uma pessoa pode escolher”.
O Maslibres.org garante que a entrevista foi feita há mais de um mês, mas por motivos de segurança resolveu proteger o nome do repórter que conseguiu entrevistar o terrorista.
Além das palavras de ameaça, a reportagem conseguiu imagens do membro do EI e mostrou algumas atividades realizadas por ele.
O terrorista foi identificado como Adam A1 N, nascido na Alemanha, filho de uma polonesa católica com um palestino procedente da Jordânia. O jovem se considera um “servidor de Deus, um crente fiel ao único Deus” e afirma que está disposto a fazer qualquer coisa por Alá.
“Farei qualquer coisa por Alá e, se tiver que me converter em mártir, será o melhor destino que ele escolherá para mim. Ser crente é uma aventura maravilhosa na minha vida. Tinha quinze anos quando meus olhos se abriram para ver o único Deus. Então entendi a palavra de Alá dizendo que os infiéis são piores que animais”, disse.
O jovem ainda faz uma ameaça: “Convertam-se enquanto é tempo”. Quem descumprir a ordem irá morrer, segundo ele.
Adam A1 N entrou para a organização terrorista em 2012 na Síria onde foi treinado e participou de assaltos e outras ações do grupo. Ele chegou a tentar voltar para a Alemanha para visitar sua mãe que estava doente, porém foi deportado à Polônia pelo Serviço Federal de Inteligência sendo acusado de terrorismo.
Fonte: GP

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