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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Criminosos do Estado Islâmico vendem cabeças de cristãos em sites de leilão

Estado Islâmico vende cabeça de cristãos em sites de leilão
O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) perdeu cerca de 20% dos seus soldados após os bombardeios aéreos da Rússia. Também foram derrotados em terra e perderam o controle de parte de seu “território”.
Movimentos internacionais liderados pelos EUA afirmam ter impedido o repasse bancário de milhões de dólares aos terroristas. Por causa disso, extremista muçulmanos passam por dificuldades econômicas.
De acordo com o jornal inglês Mirror, o EI está recorrendo a uma estratégia macabra para levantar dinheiro: vender cabeças de vítimas decapitadas.
A denúncia partiu do pastor norte-americano Harry Walther. Ele conta que existem vários “colecionadores” dispostos a pagar cerca de 500 dólares por cada cabeça em sites de leilão.  O preço varia o preço de acordo com a religião.
Desde seu surgimento eles decapitaram muitas pessoas que escolheram não seguir a religião islâmica da maneira como eles a veem. Por serem considerados “infiéis”, muitos foram torturados, crucificados, fuzilados, quase sempre de modo público. Os vídeos postados nas redes sociais com as execuções sempre tiveram grande repercussão.
Walther afirma que as cabeças passam por um tratamento que as “encolhe” e desidrata. O método é antigo, e era praticado por antigas tribos. As cabeças atingem um tamanho bastante reduzido, pouco maior que uma bola de beisebol.
Algo similar foi feito pelos nazistas com os judeus no Holocausto. Eles penduravam as cabeças na cela de outros judeus, visando os aterrorizar e obriga-los a obedecer às ordens.
O pastor diz que o EI tenha milhares de cabeças para vender. Como as decapitações são frequentes, eles estariam fazendo uma espécie de “estoque”.

Profecia bíblica?

Harry Walther, que lidera uma igreja no estado de Montana, afirma que tem acompanhado esses anúncios de venda na internet.
Explica ainda que o Livro de Apocalipse no capítulo 20 prevê que centenas de milhões de homens cristãos, mulheres e crianças serão decapitados por sua fé em Jesus.
Ele conta que o preço de leilão das cabeças encolhidas de cristãos começa em 100 dólares, mas geralmente são vendidas por cerca de 500.  Já as cabeças dos muçulmanos ‘infieis’ são mais “valiosas”.
Fonte: GP

domingo, 29 de novembro de 2015

VOCÊ VIU? OBAMA AVISOU O "ESTADO ISLÂMICO" DOS BOMBARDEIOS. A DESCULPA? "PROTEGER OS CIVIS E AS VIDAS DOS TERRORISTAS"

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A pior parte é que esta é a versão de uma "escalada" de Obama. Ele poderia ter tirado os caminhões-tanques do ISIS há muito tempo, mas aí os motoristas teriam morrido. (Via J.E. Dyer)
"Em Al-Bukamal, destruímos 116 caminhões-tanque, o que acreditamos irá reduzir a capacidade do ISIL de transportar os seus produtos petrolíferos roubados", disse Warren. "Este é o nosso primeiro ataque contra caminhões-tanque, e para minimizar os riscos para os civis, realizamos um lançamento de folhetos antes do ataque. Fizemos uma demonstração de força. Fizemos as aeronaves essencialmente zumbir sobre os caminhões a baixa altitude."
Os panfletos, que caíram ao solo cerca de 45 minutos antes dos ataques, diziam simplesmente: "Saiam de seus caminhões agora, e fujam deles.  Aviso: Ataques aéreos estão vindo.  O caminhões-tanque serão destruídos.  Afastem-se de seus caminhões-tanque imediatamente. Não arrisque sua vida." 
"Nós combinamos os lançamentos destes folhetos com muitas passagens em baixa altitude de alguns de nossos aviões de ataque, o que envia uma mensagem muito poderosa", acrescentou o coronel.
Ele disse que a decisão de soltar as advertências veio depois que se "avaliou que esses caminhões, embora estivessem sendo utilizados para operações que dão suporte ao ISIL, os motoristas de caminhão, eles próprios, provavelmente não são membros do ISIL, eles são provavelmente apenas civis."
"Então tivemos que descobrir uma maneira de contornar isso. Nós não estamos nesse negócio para matar civis, estamos neste negócio para deter o ISIL – para derrotar o ISIL."
Assim, eles tentaram vir com uma estratégia "meio que espantando as pessoas sem feri-las."
"Então tivemos que passar por todo esse processo de se determinar se ou não sentimos que era de nosso interesse atacar estes caminhões. E, em seguida, uma vez que se determinou que, sim, que é do nosso interesse atacar esses caminhões, como é que vamos garantir que somos capazes de mitigar o potencial de baixas civis? E essas coisas levam tempo", disse Warren. "... Nós sabemos que o petróleo financia mais de 50 por cento das operações do ISIL. Isto é algo que nós queremos tirar-lhes. Que nós precisamos tirar isso deles – assim são operações mais difíceis de conduzir."
Então, depois de todo esse tempo, eles vieram com um grande plano lançamento de panfletos sobre caminhões do ISIS de modo que os motoristas, que podem ou não podem ser membros do ISIS, possam fugir a tempo. Enquanto isso o ISIS ganha 45 minutos de advertência.
Agora você sabe por que nós realmente não vamos bombardear as forças principais do ISIS. E o mesmo acontece com o ISIS. Tudo o que tem a fazer é cercar-se de civis e tornar-se invulnerável. Assim como os talibãs fizeram no Afeganistão.
Enquanto isso o ISIS continua financiando suas operações com dinheiro que poderia ter sido tirado dele, mas não o fizemos porque poderia ter significado ferir seus motoristas. Imaginem esse bando de palhaços combatendo na 2ª Grande Guerra e nós não precisamos imaginar uma versão alternativa da história em que os nazistas ganhariam.
Se a esquerda permanecer no poder, os nazistas islâmicos vão ganhar nesta versão da história.
Fonte: MsM

domingo, 22 de novembro de 2015

Programa CONSENSUS: "Estado Islâmico", com o pr. e prof. Artur Eduardo (VÍDEO)

O programa CONSENSUS (TV NOVA NORDESTE, CANAL 22, UHF), que passa em toda a região metropolitana do Recife (PE), apresentado pelo rev. Roberval Góis, versa sobre os mais diversos e polêmicos assuntos, sempre com a presença de professores, pastores, padres e professores, que oferecem ao povo pernambucano análises sob uma perspectiva genuinamente cristã. No último dia 22, o pr. e prof. Artur Eduardo participou novamente do programa, que abordou o tema "Estado Islâmico". Abaixo, você confere o programa na íntegra:

domingo, 15 de novembro de 2015

Documentário: "Os Novos Recrutas do Estado Islâmico" (VÍDEO)

Um novo vídeo divulgado pelo Estado Islâmico (EI) mostra Abdullah Elmir, um australiano ruivo de 17 anos, como o novo porta-voz do grupo extremista para o Ocidente. Rodeado de uns 50 combatentes, Abu Khaled al-Australia, como é chamado no EI, disse que "os combates vão continuar até que a bandeira negra (do EI) seja hasteada no Palácio de Buckingham e na Casa Branca." Em junho, Emir deixou o subúrbio de Sidney com um rapaz chamado Feiz, dizendo que ia pescar. Os dois australianos foram então para Perth, na Austrália, e de lá para Malásia, Tailândia e Turquia. Neste último país ele avisou sua família que iria para a Síria se juntar ao EI. Sua mãe tentou em vão persuadi-lo. A família de Feiz teve mais sorte, seu pai conseguiu interceptá-lo antes que ele chegasse à Síria. Os familiares de Emir até agora estão incrédulos e acreditam em lavagem cerebral. Mas, em uma entrevista ao jornal "Daily Telegraph", um parente que não quis se identificar disse que ele é "um completo idiota".

Beduíno israelense na jihad
Othman Abu al-Qiyan é descrito por muitos como um garoto de ouro, devotado à medicina e ao Islã. Médico beduíno israelense da cidade de Hura, em Israel, morreu na Síria combatendo ao lado de jihadistas. Abu al-Qiyan fazia sua residência em um hospital em Israel quando partiu de férias, em maio, para a Turquia, com um primo, e nunca mais voltou. No último contato que fez com a família, disse que estava na Síria e que os encontraria no paraíso. Em setembro, eles receberam uma ligação anônima avisando que Abu al-Qiyan teria morrido no primeiro ataque aéreo dos americanos contra o Estado Islâmico. O governo israelense acredita que ele é o primeiro beduíno do país a virar jihadista. Em Israel, o caso é raro. De acordo com o serviço de segurança, cerca de 30 árabes do país partiram para combater na Síria. A família de Abu al-Qiyan pertence a um dos clãs mais poderosos da cidade, e muitos familiares dele trabalham para as Forças Armadas. Cogita-se que ele se radicalizou quando estudou na Jordânia ou foi recrutado pela internet.

Adolescentes americanas
Os Estados Unidos investigam se três adolescentes de um subúrbio de Denver, interceptadas no aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, estavam a caminho da Síria para se juntar aos extremistas do EI. Duas irmãs de 17 e 15 anos, e uma amiga de 16 anos saíram de casa na última sexta-feira para irem à escola, mas embarcaram para a Alemanha. A suspeita da família começou quando uma das tias percebeu que as duas irmãs tinham saído apesar de dizerem que estavam doentes. O pai delas procurou a polícia e avisou que elas estavam com seus passaportes e tinham roubado cerca de US$ 2 mil em dinheiro. As irmãs são de ascendência somali, e a amiga é de origem sudanesa, segundo o jornal "Denver Post". De acordo com a porta-voz do FBI, Suzie Payne, as adolescentes estavam indo para a Turquia e, em seguida, a Síria.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

O que a mídia não fala dos atentados em Paris

Atentado eme Paris.
Atentado em Paris.
Desde 1944 a situação na França não era tão tensa. O país fechou suas fronteiras e estão em “alerta máximo”, após os atentados de hoje (13). Bombas foram explodidas do lado de fora do estádio onde jogavam as seleções da França e da Alemanha.
O número de mortos confirmadas chega a 100 pessoas, além de dezenas feridas em uma série de tiroteios e explosões de homens-bomba ocorridas no início da noite.
O que a mídia está divulgando é que ocorreram tiroteios em um restaurante e em outros pontos da cidade. A casa de shows Bataclan, no 11º distrito, foi invadida por homens armados que fizeram cerca de 100 reféns.
Os telejornais do Brasil não usaram os termos “ataque terrorista”, mas segundo o site France 24 (mídia local) os atiradores gritavam ”Allahu Akbar” (Deus é grande) antes de começarem a disparar nas vítimas. Esse é a declaração de guerra santa (jihad) usada no mundo todo.
Diferentes sites europeus e americanos estão atribuindo o ataque ao Estado Islâmico, grupo extremista que tem constantemente ameaçado a Europa com uma jihad. A Newsweek mostrou que mensagens nas redes sociais “comemoram” o sucesso dos atentados com a hashtag em árabe #باريس_تشتعل que pode ser traduzida por “Paris está em chamas”.
O Irish Times afirma que apoiadores do Estado Islâmico estão avisando pelo Twitter que Roma, Londres e Washington são os próximos alvos.
Também há notícias que testemunhas dizem ter ouvido antes das explosões gritos de “Isso é pela Síria”. A França é aliada dos Estados Unidos e Reino Unido numa série de ataques a alvos do EI na Síria e no Iraque. A Itália é mencionada pelos jihadistas como um de seus alvos preferenciais desde que o califado foi decretado.
O jornal inglês Telegraph disse na matéria de capa que os ataques de Paris são um “alerta” para o Reino Unido, uma vez que o combatente do EI que aparecia nos vídeos de execução, apelidado de Jihad John foi morto na manhã de hoje em um ataque de drones da coalizão.
Todos esses fatos colaboram para o que especialistas vem dizendo desde a invasão de milhares de refugiados que estão entrando na Europa nos últimos meses, fugindo dos conflitos no Oriente Médio. O maior temor dos governos é que soldados do EI se infiltrem em solo europeu e formem células terroristasPor isso mesmo, as primeiras notícias dos atentados mostram a ‘cautela’ do governo francês em fazer qualquer associação entre a participação do exército da França na guerra da Síria e os atentados de hoje.
Fonte: GP

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Israel manda exército às ruas para conter onda de terror

Para muitos palestinos é uma nova intifada, mas para o governo é apenas uma “onda de terror”. Mesmo assim, as dezenas de mortes e prisões dos últimos dias em ataques terroristas mexeram profundamente com Israel.
Somente nesta terça (13), em Armon Hanatziv, perto de Jerusalém, um israelense foi morto e 16 pessoas ficaram feridas após dois terroristas esfaquearem e atirarem conta os passageiros de um ônibus. Outros esfaqueamentos realizados por palestinos em diferentes cidades mostram que são ataques coordenados, aparentemente seguindo ordens do Hamas.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu convocou um encontro de emergência do Conselho de Segurança. A decisão foi chamar mais membros da Força de Segurança de Israel (IDF) para apoiar a polícia e restabelecer a segurança no país.  Também foram mobilizadas treze unidades policiais da fronteira. “Vamos continuar a fazer tudo que é necessário”, assegurou o premiê.
O superintendente da polícia, Micky Rosenfeld, explicou que “a decisão foi tomada a fim de reforçar e aumentar ainda mais a segurança tanto em Jerusalém como nos diferentes bairros árabe-israelenses, como na Cidade Velha. Esta é uma precaução tomada para evitar que novos ataques aconteçam”.
Ele explicou que 3.500 policiais foram mobilizados em toda Jerusalém. Esclareceu ainda que ocorreram motins palestinos em Nazaré e Ramala, mas já foram contidos.  Justificou ainda a contratação de 300 agentes de segurança adicionais para operar no transporte público.
A IDF anunciou hoje que seis empresas serão transferidas para trabalhar juntamente com a polícia em algumas cidades. Serão fechados os locais considerados “pontos de atrito”. São cerca de 1400 soldados reservistas da IDF que atuarão em conjunto aos policiais israelenses.
Esses soldados serão enviados a unidades não combatentes.  A Divisão da IDF da Judeia e de Samaria colocou dois batalhões adicionais. Dois outros batalhões ficarão de plantão em Gaza.
Além disso, o Conselho de Ministros aprovou a resolução de confiscar bens de terroristas e revogar seu estatuto de residência.
Em meio ao conflito interno, a IDF respondeu com artilharia a um ataque na fronteira norte.  Dois mísseis disparados da Síria atingiram a parte israelense das Colinas de Golã, mas sem causar danos ou vítimas.
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 5 de agosto de 2014

A Essência Prática da Igreja - Pregação com o Pr. e Prof. Artur Eduardo

Há algum tempo, o Pr. e Prof. Artur Eduardo pregou sobre as implicações práticas de alguns preceitos bíblicos voltados especialmente à Igreja do Senhor Jesus. Baseando-se na Carta aos Romanos, a pregação aborda objetivamente questões envolvendo especialmente a Justiça dos homens e suas escalas de valores, e, finalmente, como a Igreja deve lidar com um mundo que parece construir valores cada vez mais distantes dos preceitos bíblicos. Bom vídeo!!

sábado, 18 de janeiro de 2014

Contato com o Pr. e Prof. Artur Eduardo

Para entrar em contato conosco, envie um e-mail para: artur_eduardo@yahoo.com.br ou ligue para (81) 3040-2632, de segunda à sexta, das 08:00 às 12:00O Pr. Artur Eduardo também ministra palestras e cursos livres sobre Teologia e Filosofia. Para convites/agendamentos é imprescindível usar o e-mail ou o telefone acima. 
O Pr. Artur Eduardo tem graduação em Teologia (Bacharel) pelo STPN e pela FATIN (reconhecido pelo MEC), além de uma graduação (Licenciatura) em Filosofia, pela FAEME (MA). É pós graduado em Docência do Ensino Superior e Teologia Bíblica. É Mestre em Filosofia pela UFPE (Univ. Federal de Pernambuco). É professor de várias disciplinas de Teologia e Filosofia, sendo requisitado para participar com regularidade de programas de cunho teológico na rádio e na televisão. É debatedor permanente do programa "Consensus", veiculado pela Rádio Maranata FM e dirigido pelo Rev. Roberval Góis; além de ter sido participante fixo do saudoso "Debate Maranata" (antes do "Consensus"). O Pr. e Prof. Artur Eduardo é autor de inúmeros cursos rápidos, como o bem sucedidos "Análise Retórica nas Cartas Paulinas", realizado várias vezes no Memorial de Medicina de Pernambuco (antiga COVEST). É membro do Conselho Federal de Teólogos e da Sociedade Criacionista Brasileira. Coordena o STI - Seminário Teológico Interdenominacional, com sede no Ibura e um pólo em Cidade Universitária (Recife). É Pastor da IEVCA - Igreja Evangélica Aliança, situada em Cidade Universitária (Recife). É casado com Patrícia Buarque Pereira, a quem passou a chamar de "cúmplice eterna". 
Atenciosamente,
Equipe "Blog Fatos em Foco" e "Blog do Pr. e Prof. Artur Eduardo"

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Cristãos egípcios comemoram queda de Mohamed Morsi

CRISTÃOS COPTAS COMEMORAM QUEDA DO REGIME DE MOHAMED MORSI

Cristãos egípcios comemoram a queda de Mohamed MorsiCristãos egípcios comemoram a queda de Mohamed Morsi
Com a queda do regime islâmico no Egito os cristãos estão tentando uma reconciliação. O golpe militar derrubou o então presidente Mohamed Morsi, despojando o islamitas do poder político. Os cristãos coptas comemoraram o fim do regime de Morsi, mas em carta mostraram compaixão com os muçulmanos que foram derrotados pelo golpe. “Sentimos a dor dos que se consideram derrotados e que agora temem a marginalização e alienação”, escreveu o arcebispo Angaelos, representante da Igreja Copta Ortodoxa no Reino Unido.
O bispo afirmou que este sentimento de derrota já foi sentido pelos cristãos egípcios por diversas vezes nos últimos séculos e que agora a população precisa se unir e pensar em um futuro diferente. “Precisamos agora é de encontrar uma forma de acolher estes importantes membros da comunidade, bem como todos os egípcios, confirmando que o único caminho é o de reconciliação e unidade”. Angaelos também escrevendo pedindo paz, para que cessem os conflitos entre muçulmanos e cristãos. “Rezamos para que não se derrame mais sangue, não haja mais luto nas famílias ou comunidades, nem mais violência e que a cooperação e colaboração se tornem princípios fundamentais ao longo deste processo formativo”, disse. Antes da divulgação da carta, pelo menos uma igreja copta foi incendiada por islamitas enfurecidos. O ataque aconteceu na aldeia de Delgia que fica a 60 quilômetros de Mynia. No Egito os cristão são minoria religiosa, tendo 10 milhões de fiéis. A quantidade de cristãos no Egito é a maior em todo o Oriente Médio.
Fonte: GP

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Mais um cristão vítima do regima nortecoreano

GUIA TURÍSTICO QUE TRABALHAVA NA COREIA DO NORTE FOI PRESO E SENTENCIADO A 15 ANOS DE TRABALHOS FORÇADOS POR........ SER CRISTÃO!!

Kenneth Bae foi condenado na Coréia do Norte por ser 'missionário'
A “propaganda” que Coréia do Norte acusava a Kenneth Bae para o condenar a oito anos de trabalho forçado é, provavelmente, a pregação do evangelho. Segundo informa o Wall Street Journal, o governo norte-americano tem tido confirmação de que Bae participava na obra missionária cristã, a qual está proibido pelo regime de Pyonyang. Desde Estados Unidos pediu-se a Coréia do Norte mais informação a respeito da detenção de Kenneth Bae, cujo julgamento foi considerado como “pouco transparente” pela Casa Branca. Segundo algumas fontes próximas ao departamento de Estado - citadas por Christianity Today - Bae teria estado trabalhando em segredo para a organização Juventude com Uma Missão (JOCUM), uma organização missionária internacional que trabalha na plantação de igrejas em diversos lugares.

Segundo o Global Pós, a Bae acusa-se-lhe de “pregar na contramão do governo da Coréia do Norte em igrejas da Coréia do Sul e da América, e de criar planos de contrabando de materiais para a Coréia do Norte, e de ter ajudado ao menos 250 de seus seguidores a interferir no território comunista com o disfarce de turistas, produzindo ainda propaganda contra Coréia do Norte”. Desde o o governo dos Estados Unidos expressaram-se em mais de uma ocasião a favor da libertação de Bae. Um surpreendente aliado poderia ser o ex jogador de basquete Dennis Rodman, que esteve na Coréia do Norte no final de abril e escreveu em um tweet que “perguntaria a 'Kim' – em referência ao líder do país - pelas razões claras da detenção de Bae".

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Governo israelense recria digitalmente o Templo de Salomão (VÍDEO)

GOVERNO DE ISRAEL RECRIA DIGITALMENTE O TEMPLO DE SALOMÃO


Um comercial produzido pelo Ministério das Relações Exteriores de Israel foi proibido antes de ir ao ar, e gerou imensa polêmica no Estado judeu. O motivo seria a ideia de “destruição” da Mesquita de Al-Aqsa, o famoso Domo da Rocha, um dos locais mais sagrados do mundo para os muçulmanos.
O vídeo apresentado por Danny Ayalon (vice-ministro das Relações Exteriores) tem cerca de cinco minutos e mostra diferentes atrações turísticas de Israel. Ao parar em frente à mesquita, enquanto um calendário mostra o tempo regredindo, ela “some” para dar lugar ao Templo de Salomão. O claro objetivo é mostrar que o judaísmo estava na região muito antes do Islã. O anúncio tem como objetivo promover o turismo em Jerusalém além de contar um pouco da história judaica da cidade, que Israel considera sua “eterna capital”, embora oficialmente o centro administrativo do país é Tel Aviv.

Essa versão do vídeo já foi uma alteração da original, onde a mesquita era “implodida” digitalmente. O grande “problema” em se colocar um templo virtual sobre as ruínas da mesquita é uma disputa histórica pelo local entre judeus e muçulmanos. Os funcionários do Ministério do Exterior decidiram que a cena deveria ser apenas com a substituição, para não parecer que se sugeria um atentado contra o local sagrado e um descontentamento entre os muçulmanos. Mesmo assim o filme foi proibido e está disponível apenas no Youtube. Assim que foi noticiado pela imprensa, acabou denunciado como uma “tentativa do governo israelense de destruir a identidade árabe-islâmica de Jerusalém”. Especialistas temem que possa causar uma reação semelhando ao filme “A Inocência dos Muçulmanos”, com protestos de islâmicos descontentes.

Ikrima Sabri, chefe do Conselho Supremo Islâmico em Jerusalém, disse em um comunicado que o anúncio é ”parte dos planos de ocupação [israelenses] de revelar suas intenções hostis em relação ao santuário” . O fato de não ser um material feito por grupos extremistas judeus, e sim uma produção oficial do governo, causou preocupações sobre ser uma declaração política clara anti-islâmica. O Domo da Rocha é um santuário reverenciado por muçulmanos do mundo todo, os quais acreditam que neste local o profeta Maomé ascendeu milagrosamente ao céu.  Ele foi construído no local original do templo de Salomão, destruído durante o cerco de Jerusalém pelos romanos no ano 70 d.C.  As profecias bíblicas afirmam que o Templo será reconstruído. A mera “sugestão” que o Domo da Rocha seja demolido já seria motivo suficiente para uma guerra de Israel com o mundo árabe. Em especial no momento em que se propôs a divisão de Jerusalém em duas, sendo que sua metade árabe seria capital do Estado Palestino. Essa ideia tem crescido por causa do apoio da ONU e do presidente Obama para que isso ocorra em breve.



Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Site afirma ter provas de que Barack Obama é um "muçulmano passando-se por cristão.

SITE AFIRMA PROVAR QUE BARACK HUSSEIN OBAMA É MUÇULMANO

Site afirma provar que Barack Obama é muçulmano

Enquanto ainda era um estudante da Faculdade de Direito em Harvard, Barack Obama já usava um anel de ouro no dedo anelar que intrigava seus colegas. As fotografias recém-publicados de Obama em 1980 mostram que esse anel é o mesmo que sua noiva, Michelle, colocou em seu dedo na cerimônia de casamento do casal, em 1992. Em uma matéria para o New York Times, o jornalista Jodi Kantor lembra que na cerimônia de casamento de Obama, na Igreja Unida de Cristo Trinity, realizada pelo pastor Jeremiah A. Wright Jr, as fotos mostram que a aliança de Michelle era tradicional, mas a de Barack era o mesmo anel que ele carregava consigo desde a Indonésia, onde viveu parte de sua infância.

De acordo com especialistas em língua árabe e islamismo, o que Obama está dizendo com esse anel por mais de 30 anos é a primeira parte da declaração de fé islâmica, a shahada: “Não há outro deus além de Alá”. A shahada é o primeiro dos cinco pilares do Islã, e expressa as duas crenças fundamentais que fazem de alguém um muçulmano: “Não há outro deus além de Alá e Maomé é o profeta de Alá.”. Mark A. Gabriel, nasceu no Egito e hoje possui doutorado em Estudos Islâmicos. Foi ele quem revelou que o anel de Obama traz uma declaração de fé islâmica. “Não há dúvida de que alguém que usa essa inscrição tem uma ligação muito estreita com as crenças islâmicas, a religião e a sociedade islâmica, para quem esta afirmação é tão forte”, disse Gabriel ao site WND.

Gabriel cresceu imerso na cultura islâmica. Ele memorizou o Alcorão aos 12 anos de idade. Ele explica que, no anel de Obama, a declaração “La ilaha illallah” está inscrita em duas partes, uma por cima da outra. Na parte superior, “Não há deus” está escrito em letras árabes, da direita para a esquerda. Na parte inferior está escrito “exceto Alá”. É comum na arte islâmica e caligrafia árabe, especialmente quando se expressam mensagens do Alcorão em jóias, colocar de forma artística letras em cima umas das outras para encaixá-las em pequenos espaços.

Durante uma entrevista durante a campanha presidencial de 2008, o colunista do New York Times Nicholas Kristof questionou Obama sobre sua educação islâmica na Indonésia, onde viveu entre 1967 e 1971. Depois de reconhecer que teve as aulas de Alcorão em sua escola primária, Obama recitou as primeiras frases da chamada para a oração em árabe, o Adhan. Essa oração incorpora a shahada e cada frase é repetida duas vezes: “Alá é supremo! Alá é supremo! Sou testemunha de que não há outro Deus além de Alá e que Maomé é o seu profeta”.  Kristof observou que Obama considera essa oração em árabe “um dos mais bonitos sons da Terra ao pôr do sol”.

Gabriel destaca a importância do shahada: “Os muçulmanos a recitam quando acordam de manhã e antes de ir dormir à noite”, disse. “Ela é repetida cinco vezes por dia na chamada à oração em todas as mesquitas”. Seria impossível Obama não estar ciente do que está escrito no anel. O especialista afirma “Ao usar esta declaração religiosa em uma das mãos, ele tem esperança de que a proteção de Alá esteja sobre ele e a esperança de ganhar o favor divino”.


O cineasta Joel Gilbert, especialista em história islâmica e que já produziu um documentário sobre a infância de Obama em um país islâmico, lembra que o presidente usava o anel durante um discurso feito no Egito em 2009, nos primeiros meses de sua presidência . “Na ocasião, ele disse à platéia que considerava parte de sua responsabilidade, como presidente dos Estados Unidos, lutar contra os estereótipos negativos do Islã onde quer que eles surgissem”.

Fonte: Gospel Prime

sábado, 5 de novembro de 2011

Mais barbárie islâmica na Nigéria

ATAQUES DE RADICAIS ISLÂMICOS NIGERIANOS MATAM 65 PESSOAS EM PRÉDIOS DO GOVERNO E IGREJAS


Igreja cristã destruída por muçulmanos, em Jós, Nigéria.

As testemunhas afirmaram que as bombas atingiram vários alvos na cidade, incluindo igrejas e a sede da polícia do Estado de Yobe, onde fica Damaturu. Segundo Jonah Fisher, correspondente da BBC na capital comercial da Nigéria, Lagos, os disparos ocorreram durante a noite toda e os moradores de Damaturu teriam fugido.

Um porta-voz da Cruz Vermelha afirmou que a maioria dos mortos estava em prédios do governo. Na sexta-feira uma série de ataques também atingiu a cidade de Maiduguri, a cerca de 80 quilômetros mais a leste, no Estado vizinho de Borno. O grupo islâmico Boko Haram foi responsabilizado pelo ataque. O grupo, cujo nome significa "educação ocidental é proibida", já fez vários ataques contra a polícia e autoridades do governo.

O correspondente da BBC em Lagos afirma que a polícia informou que os ataques em Damaturu pegaram a cidade de surpresa e eles ainda estão tentando determinar o número de feridos. Uma autoridade do governo em Damaturu, que não foi identificada, teria dito à agência de notícias AFP que centenas de feridos estão sendo atendidos no hospital da cidade. Um padre de uma igreja católica da cidade informou ao correspondente da BBC que sua igreja foi queimada e outras oito igrejas também foram atacadas.

Fonte: BBC

NOTA: Não, prezado internauta, você não verá nem um "piu" da mídia cinzenta brasileira, aliada à maior parte da mídia ocidental, que insistentemente omite os degenerados e audaciosos ataques islâmicos na África e Ásia. Você também não verá um "piu" da ONU e até o Vaticano tem se omitido, mesmo que suas igrejas estejam sendo queimadas aos montes em países como a Nigéria. O brasileiro, que de um modo geral é ignorante quanto às culturas alheias - e gaba-se de o ser! -, muitas vezes sequer sabe onde está a Nigéria e muito menos o que é que está acontecendo por lá. Mas a Igreja brasileira DEVE ter uma posição muito diferente, de conscientização global do martírio constante a que muitos milhões de cristãos estão potencialmente submetidos, dado o avanço do frenesi assassino de radicais islâmicos. Oremos pelos cristãos nigerianos e por todo o povo, para que a Luz do Evangelho os alcance.

Em Cristo Jesus,

Pr. Artur Eduardo

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