A chegada de sondas a Plutão pode ter sido muito mais impressionante do que julgamos até agora. Isso porque mais do que saber mais sobre o planeta anão, podemos ter descoberto que o Sistema Solar tem mais planetas do que acreditamos. A partir de observações feitas no radiotelescópio ALMA, que fica no Chile, especialistas dizem ter descoberto um novo planeta. E com duas condições especiais: muito parecido com a Terra e também “próximo” dela. Ainda em 2015, uma descoberta semelhante havia sido feita. A questão era a distância: milhões de anos-luz do nosso planeta. Com essa nova descoberta, especialistas passam a considerar que podemos estar diante de uma descoberta realmente histórica.Isso porque, atualmente, o planeta mais próximo da Terra em distância e estruturação seria Marte — que, mesmo assim, não abrigaria vida terrestre. Já o Gna, como foi batizado por um grupo sueco, poderia atender essas necessidades de maneira, digamos, mais adequada. Os especialistas, agora, querem saber mais sobre o Planeta X, como ele também é conhecido. Isso porque os dados são tão preliminares que todas as afirmações feitas a respeito dele são completamente intuitivas. Os estudos deverão seguir no decorrer dos próximos meses, com base nas informações obtidas pelo ALMA. As teorias da conspiração, é claro, já apareceram. Para esses teóricos, o Planeta X é na verdade o mundo alienígena Nibiru, que irá se colidir com a Terra causando o apocalipse ainda em dezembro de 2015. Os especialistas, é claro, negam tais informações. Fonte: Yahoo!
Entusiastas da ufologia agora têm mais material para estudar o fenômeno OVNI - que significa Objetos Voadores Não Identificados. Os arquivos do Blue Book, projeto da Força Aérea dos Estados Unidos criado para investigar os possíveis alienígenas, foram disponibilizados em um banco de dados online sobre o assunto. Lançado em 1947 no quartel-general da Força Aérea do estado de Ohio, o estudo durou até 1969 e foi encerrado após a conclusão de que nenhuma informação relevante foi obtida. No entanto, estudiosos de casos de possíveis aparições de ETs acreditam que os arquivos sejam “apenas a ponta do iceberg”, conforme disse John Greenwald para a CNN.
A foto mostra membros da Força Aérea dos Estados Unidos durante investigação do projeto Blue Book (Reprodução: Divulgação).
Até então, os documentos do Blue Book estavam acessíveis apenas pelo Arquivo Nacional de Washington, mas graças aos esforços de Greenwald agora qualquer pessoa que tiver interesse pelo tema poderá estudar os escritos oficiais do governo norte-americano. Os documentos não são sigilosos e podem ser conferidos pelo site The Black Vault, que disponibiliza gratuitamente um grande acervo sobre ufologia e potenciais aparições extraterrestres.
Uma descoberta extraordinária aconteceu nas instalações de um antigo hospital psiquiátrico de Indianápolis, nos EUA. Trata-se de uma inacreditável cápsula do tempo, enterrada há quase seis décadas.
A cápsula possui um filme, que, por causa da ação do tempo, perdeu grande parte do áudio, embora, até o final, seja possível escutar dois homens não identificados (que se parecem com pesquisadores ou profissionais da área). Um deles, de aproximadamente 50 anos, dizendo: “somente os psiquiatras do futuro poderão dizer, quando abrirem essa cápsula do tempo, se resolvemos os problema de tratamento [...] é possível que algum dia voltemos ao “choque” de insulina ou ao desenvolvimento de outras técnicas de drogar, e assim por diante”.
Utilizada entre os anos 40 e 50, a terapia de choque de insulina foi desenvolvida em 1927 com o objetivo de tratar especialmente a esquizofrenia. Ela consistia na administração diária de grandes quantidades de insulina, o que induzia os pacientes a um estado de coma que podia durar semanas. De acordo com alguns psiquiatras da época, essa terapia tinha êxito em 80% dos casos tratados, apesar de a metodologia só aumentar o grau de remissão da doença.
Um feito histórico que poderá mudar para sempre o rumo das viagens espaciais foi alcançado pela empresa Blue Origin, de Jeff Bezos, o fundador da Amazon.com. Nesta segunda-feira, sua equipe realizou com sucesso o teste de um foguete não tripulado que retornou ao seu local de lançamento no Texas, nos EUA. O feito sem precedentes abre portas para uma grande redução no custo das viagens espaciais com a criação de foguetes que podem ser utilizados várias vezes - veja no vídeo no final do texto.
Bezos anunciou com entusiasmo nesta terça-feira o sucesso do teste com o veículo espacial New Shepard, que atingiu a altitude prevista de 100,5 mil metros. "A reutilização completa (de um foguete) é uma virada de jogo e não podemos esperar para encher o tanque e voar de novo", disse ele em um comunicado.
Um vídeo fornecido pela Blue Origin mostra o foguete voltando lentamente para o solo, pousando na posição vertical. A cápsula do New Shepard foi projetada para seis astronautas e possui paraquedas para aterrissagem após a separação do foguete.
Bezos quer oferecer voos a passageiros a partir de 2017.
“Eu espero que em poucos anos possamos começar as operações comerciais”, afirmou em uma entrevista.
Perguntado se ele voaria em um foguete, respondeu:
"Absolutamente. Estou esperando por isso desde os meus cinco anos de idade".
ONU planeja usar chip para identificar toda a humanidade
O programa Fantástico mostrou no último domingo (01), como o governo brasileiro quer retomar a confecção do Registro Civil Nacional que reunirá todos os dados do cidadão em um único chip, incluindo a identificação biométrica (digitais). A proposta não é nova, foi lançada pelo presidente Lula 10 anos atrás.
O motivo da retomada desse cadastro é por que o Brasil assinou e está promovendo os 17 novos “Objetivos Globais” que a ONU lançou dia 25 de setembro.
Segundo o Prophecy News, escondida na proposta 16, que atende pelo nome genérico de “Paz” está o compromisso de cada nação em fazer cartões de identificação biométricos de cada homem, mulher e criança no planeta até 2030. Já existe uma base de dados central em Genebra, Suíça, que fará o controle dos dados. Chama-se Plataforma Única de Serviços de Identidade (UISP, na sigla em inglês).
O Sistema de Gestão de Identidades da Accenture (BIMS, na sigla original), guardará dados biométricos como impressão facial, da íris e as digitais. O objetivo é fazer um cadastro para posterior rastreamento, se necessário.
O texto do subponto 9 da resolução afirma: “Até 2030, fornecer identidade legal para todos, incluindo o registo de nascimento”. Uma leitura cuidadosa de outros documentos recentes da ONU, a aposta é no registro que já está sendo usado para o cadastramento dos refugiados na Europa.
O site da ONU afirma: “O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) está a avançar com os seus planos para usar a tecnologia biométrica para identificar e rastrear os refugiados, e selecionou um fornecedor para o projeto. Accenture, um fornecedor internacional de serviços de tecnologia, ganhou no concurso e irá supervisionar a implementação da tecnologia em um contrato de três anos”.
Os novos cartões de identificação biométrica após serem testados com sucesso em campos de refugiados, estão prontos para serem adotados de maneira global. Isso será feito por cada um dos países signatários dos Objetivos Globais.
No Brasil o primeiro passo já foi dado através do cadastramento biométrico obrigatório para todos os que desejam votar. Ao total, cerca de 30 milhões de pessoas já fazem parte do banco de dados nacional.
O novo documento acompanhará as mudanças nos registros do cidadão, desde o seu nascimento até o seu óbito. “Quem não sonha sair de casa carregando apenas um documento, em vez de ser obrigado a andar com vários deles na sua carteira ou na sua bolsa?”, afirmou a presidente Dilma no lançamento do projeto, que seguiu para ser votado pelo Congresso.
Segundo a presidente, o governo vai investir todos os recursos humanos e financeiros necessários para finalmente viabilizar a criação de um único número de identificação o quanto antes.
Candidato à presidência dos Estados Unidos, John McAfee afirmou que uma arma é capaz de exterminar 90% da população do país caso as medidas necessárias não sejam tomadas. Segundo o empresário, o Exército está “mal preparado” para enfrentar uma ameaça eletromagnética.
Precursor do desenvolvimento de programas antivírus, McAfee tentou chamar atenção dos seus colegas políticos ao tema. Para ele, esta é a principal ameaça aos Estados Unidos no momento.
“Os especialistas concordam que um ataque cibernético se aproxima a toda velocidade, começando com um ataque de EMP (pulso eletromagnético) em nossa infraestrutura eletrônica, que acabaria com 90% da população humana deste país”, disse o candidato.
Ainda de acordo com McAfee, mais de 270 milhões morreriam nos 24 meses seguintes ao ataque que traria consequências devastadoras ao país. Major-general, Thomas Masiello, do Laboratório de Pesquisa da Força Aérea dos EUA, afirmou que a tecnologia, de fato, é capaz de produzir um ataque como este atualmente. Fonte: Yahoo!
Desconfio que até os extraterrestres ficaram sabendo do anúncio bombástico, feito na segunda-feira (20), de que o bilionário russo Yuri Milner resolveu gastar US$ 100 milhões num projeto para buscar sinais gerados artificialmente por civilizações em torno de outras estrelas. A iniciativa tem apoio de cientistas de grife, como Stephen Hawking, Frank Drake, Martin Rees, Pete Worden e Geoff Marcy. (E de bônus, a escritora Ann Druyan, viúva de Carl Sagan.) Mas pode ter sucesso? Quais são as chances?
Temos alguma chance de detectar transmissões de rádio ou laser feitas por civilizações alienígenas? (Crédito: Breakthrough Initiatives)
Na entrevista coletiva de ontem, essa foi a primeira pergunta que fizeram a Drake — o pioneiro da era moderna na pesquisa SETI (sigla para Search for Extraterrestrial Intelligence, ou Busca por Inteligência Extraterrestre) e pai da famosa equação de Drake, que estima justamente a probabilidade de encontrarmos outras civilizações comunicativas na galáxia. Como cientista, ele deu a única resposta concreta no momento. “Não sabemos.” E a razão para isso é que ainda há muitos fatores desconhecidos para estimar a prevalência de vida complexa e inteligente no Universo. “Essa é a pergunta que sempre odiamos responder”, prosseguiu Drake, explicando em seguida que a razão para a frustração é que a dificuldade de estimar as chances de sucesso impede os pesquisadores envolvidos com SETI de sensibilizar as agências públicas de fomento à pesquisa de que vale a pena realizar o esforço.
Usemos este número como referência para estimar qual é a chance de que o Breakthrough Listen, o projeto de escuta de US$ 100 milhões financiado por Milner, possa ter sucesso.
Yuri Milner e Stephen Hawking no lançamento da Breakthrough Listen, na Royal Society, em Londres. (Crédito: Breakthrough Initiatives)
O projeto ouvirá 1 milhão de estrelas no nosso entorno, perscrutando bilhões de canais individuais e buscando também possíveis sinais transmitidos por pulsos de laser, em vez das tradicionais ondas de rádio. Um milhão de estrelas pode parecer muito — e é, para um projeto de SETI –, mas a Via Láctea abriga pelo menos 100 bilhões de estrelas. Das quatro civilizações comunicativas “esperadas” a cada ano na Via Láctea, uma delas somos nós. Então, há outras três, em algum lugar lá fora, em meio a 100 bilhões de estrelas, das quais observaremos 1 milhão.
Se você dividir 100 bilhões por 1 milhão, terá 100 mil. Então, a chance de uma das três civilizações estar na amostra do projeto é de 3 em 100 mil, ou 1 em 33 mil.
Ainda que levemos em conta que o projeto também fará uma escuta “sumária” por todo o plano da Via Láctea, além de observar outras cem galáxias vizinhas, e que isso melhore nossa chance por um fator de 100, ainda assim terminamos com 1 em 333, ou 0,3%.
E nem mencionamos o fato de que não basta os extraterrestres comunicativos estarem na nossa amostra. Eles terão de apontar suas transmissões na nossa direção para que sejam detectadas. Então, se você perguntar minha opinião, apostaria que uma década se passará e nada será detectado.
Mas aí voltamos ao que disse Frank Drake. “Não sabemos.” No meu cálculo modesto, imaginei que uma civilização média só permaneceria comunicativa por cerca de 200 anos (nós já temos quase cem). Depois disso, ou ela adotaria tecnologias que estão além da nossa capacidade de detecção — tornando-se, do nosso ponto de vista, não-comunicativa — ou simplesmente desapareceria, provavelmente por autodestruição ou uma catástrofe natural. Mas e se meu palpite estava errado e uma civilização média não se mantém comunicativa por 200 anos, mas sim por 2.000 anos?
Nesse caso, nossa melhor chance, que era de 0,3%, sobe a respeitáveis 4%. Já deixa de ser virtualmente impossível, para ser apenas pouco provável.
Esse é um exemplo do tamanho da nossa incerteza a respeito do tema. Com uma pequena mudança na nossa expectativa sobre como se comportam civilizações tecnológicas, temos uma grande mudança no resultado. Por isso justamente a SETI é um empreendimento valioso. Ela ajudará a testar premissas e preconceitos. E resultados negativos não são desprovidos de significado. Nossos esforços iniciais — conduzidos desde que Drake fez a primeira busca, em 1960 — já demonstraram que transmissões interestelares artificiais não são exatamente o feijão com arroz da galáxia. Se fossem, já teríamos detectado alguma de forma convincente. Agora, quanto será que custa esse caviar astrobiológico? Milner está tentando comprá-lo por US$ 100 milhões. Será que vai?
BRASILEIRO INVENTOR DA "LÂMPADA ENGARRAFADA" TEM IDEIA COPIADA AO REDOR DO MUNDO
Criador e criatura: Moser criou a lâmpada durante a série de apagões que o Brasil enfrentou em 2002
Alfredo Moser poderia ser considerado um Thomas Edison dos dias de hoje, já que sua invenção também está iluminando o mundo.
Em 2002, o mecânico da cidade mineira de Uberaba, que fica a 475 km da capital Belo Horizonte, teve o seu próprio momento de 'eureka' quando encontrou a solução para iluminar a própria casa num dia de corte de energia.
Nos últimos dois anos, sua ideia já alcançou diversas partes do mundo e deve atingir a marca de 1 milhão de casas utilizando a 'luz engarrafada'.Para isso, ele utilizou nada mais do que garrafas plásticas pet com água e uma pequena quantidade de cloro.
Mas afinal, como a invenção funciona? A reposta é simples: pela refração da luz do sol numa garrafa de dois litros cheia d'água.
"Adicione duas tampas de cloro à água da garrafa para evitar que ela se torne verde (por causa da proliferação de algas). Quanto mais limpa a garrafa, melhor", explica Moser.
Moser protege o nariz e a boca com um pedaço de pano antes de fazer o buraco na telha com uma furadeira. De cima para baixo, ele então encaixa a garrafa cheia d'água.
"Você deve prender as garrafas com cola de resina para evitar vazamentos. Mesmo se chover, o telhado nunca vaza, nem uma gota", diz o inventor.
Outro detalhe é que a lâmpada funciona melhor se a tampa for encapada com fita preta.
A ideia de Moser já é utilizada em mais de 15 países onde energia é escassa
"Um engenheiro veio e mediu a luz. Isso depende de quão forte é o sol, mas é entre 40 e 60 watts", afirma Moser.
Apagões
A inspiração para a "lâmpada de Moser" veio durante um período de frequentes apagões de energia que o país enfrentou em 2002. "O único lugar que tinha energia eram as fábricas, não as casas das pessoas", relembra.
Moser e seus amigos começaram a imaginar como fariam um sinal de alarme, no caso de uma emergência, caso não tivessem fósforos.
O chefe do inventor sugeriu na época utilizar uma garrafa de plástico cheia de água como lente para refletir a luz do sol em um monte de mato seco e assim provocar fogo.
A ideia ficou na mente de Moser que então começou a experimentar encher garrafas para fazer pequenos círculos de luz refletida.
Não demorou muito para que ele tivesse a ideia da lâmpada.
"Eu nunca fiz desenho algum da ideia".
"Essa é uma luz divina. Deus deu o sol para todos e luz para todos. Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro. Você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo", ressalta Moser.
Pelo mundo
O inventor já instalou as garrafas de luz na casa de vizinhos e até no supermercado do bairro.
Ainda que ele ganhe apenas alguns reais instalando as lâmpadas, é possível ver pela casa simples e pelo carro modelo 1974 que a invenção não o deixou rico. Apesar disso, Moser aparenta ter orgulho da própria ideia.
"Uma pessoa que eu conheço instalou as lâmpadas em casa e dentro de um mês economizou dinheiro suficiente para comprar itens essenciais para o filho que tinha acabado de nascer. Você pode imaginar?", comemora Moser.
Carmelinda, a esposa de Moser por 35 anos, diz que o marido sempre foi muito bom para fazer coisas em casa, até mesmo para construir camas e mesas de madeira de qualidade.
Mas parece que ela não é a única que admira o marido inventor.
Illac Angelo Diaz, diretor executivo da fundação de caridade MyShelter, nas Filipinas, parece ser outro fã.
Moser afirma que a lâmpada funciona melhor se a boca for coberta por fita preta
A instituição MyShelter se especializou em construção alternativa, criando casas sustentáveis feitas de material reciclado, como bambu, pneus e papel.
Para levar à frente um dos projetos do MyShelter, com casas feitas totalmente com material reciclado, Diaz disse ter recebido "quantidades enormes de garrafas".
"Nós enchemos as garrafas com barro para criamos as paredes. Depois enchemos garrafas com água para fazermos as janelas", conta.
"Quando estávamos pensando em mais coisas para o projeto, alguém disse: 'Olha, alguém fez isso no Brasil. Alfredo Moser está colocando garrafas nos telhados'", relembra Diaz.
Seguindo o método de Moser, a entidade MyShelter começou a fazer lâmpadas em junho de 2011. A entidade agora treina pessoas para fazer e instalar as garrafas e assim ganharem uma pequena renda.
Nas Filipinas, onde um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza (de acordo com a ONU, com menos de US$ 1 por dia) e a eletricidade é muito cara, a ideia deu tão certo, que as lâmpadas de Moser foram instaladas em 140 mil casas.
As luzes 'engarrafadas' também chegaram a outros 15 países, dentre eles Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.
Diaz disse que atualmente pode-se encontrar as lâmadas de Moser e comunidades vivendo em ilhas remotas. "Eles afirmam que eles viram isso (a lâmpada) na casa do vizinho e gostaram da idéia".
Pessoas em áreas pobres também são capazes de produzir alimentos em pequenas hortas hidropônicas, utilizando a luz das garrafas para favorecer o crescimento das plantas.
Diaz estima que pelo menos um milhão de pessoas irão se beneficiar da ideia até o começo do próximo ano.
"Alfredo Moser mudou a vida de um enorme número de pessoas, acredito que para sempre", enfatiza o representante do MyShelter.
"Ganhando ou não o prêmio Nobel, nós queremos que ele saiba que um grande número de pessoas admiram o que ele está fazendo".
Mas será que Moser imagina que sua invenção ganharia tamanho impacto?
"Eu nunca imaginei isso, não", diz Moser emocionado.
"Me dá um calafrio no estômago só de pensar nisso".
DIRETOR DE ENGENHARIA DA GOOGLE E FUTURÓLOGO, RAY KURZWEYIL, PREVÊ TECNOLOGIA QUE FARÁ O HOMEM "VIVER PARA SEMPRE", DENTRO DE 20 ANOS
O diretor de engenharia do Google, Ray Kurzweil, afirmou que o avanço da tecnologia nos próximos 20 anos nos permitirá viver para sempre.O diretor acredita que em breve será possível "reprogramar" células para se recuperarem de doenças e até mesmo gerar tecido humano em impressoras 3D. "A expectativa de vida mil anos atrás era de 20 anos. Nos dobramos esse número em 200 anos. Esse processo vai entrar em alta velocidade nos próximos dez ou 20 anos, provavelmente em menos de 15 anos estaremos no ponto de inflexão em que iremos adicionar mais tempo de vida por causa do progresso científico", disse o diretor. "Iremos observar um tremendo avanço na medicina".
Kurzweil citou a ideia de usar impressoras 3D com células-tronco para criar tecido humano. Segundo ele, vendo a biologia como um software e reprogramando as células para tratar doenças, os humanos já fizeram grandes avanços na medicina. "Já existem terapias fantásticas para curar problemas de coração, câncer e todo tipo de doença neurológica baseada na ideia da reprogramação de software", disse o diretor. "Essas tecnologias serão mil vezes mais potentes que eram dez anos atrás e um milhão de vezes mais em 20 anos."
Ray Kurzweil em evento em Nova Déli, Índia, em março deste ano
As declarações de Kurzweil foram feitas durante a conferência Global Future 2045 World Congress, em Nova York, no último domingo (16), segundo a CNBC. O chefe de engenharia do Google não é o único a esperar que a tecnologia, de alguma forma, traga a imortalidade para os seres humanos. Na semana passada, o multimilionário russo Dmitry Itskov apresentou a chamada Iniciativa 2045, que prevê a produção em massa de avatares de baixo custo e aparência humana nos quais seria possível carregar o conteúdo de um cérebro humano, incluindo todos os detalhes específicos de consciência e de personalidade.
OInstituto para Tecnologias Criativas, da Universidade do Sul da Califórnia, é pioneiro na criação de humanos virtuais. E o resultado pode ajudar pessoas que precisam de um ombro amigo. A terapeuta virtual senta em uma grande poltrona, movendo-se levemente e piscando naturalmente, aparentemente esperando que eu fique confortável diante da tela de TV. Ela ri quando digo que ela é um pouco assustadora e logo começa a fazer perguntas, para saber de onde eu vim e onde estudei."Olá, eu sou a Ellie", diz ela. "Obrigada por vir."
"Não sou uma terapeuta, mas estou aqui para aprender sobre as pessoas e adoraria saber mais de você", diz ela. "Tudo bem?" A voz de Ellie é suave e calmante, e, à medida que faz perguntas cada vez mais pessoais, eu começo a responder como se falasse com uma pessoa real, e não uma imagem gerada por computador.
Linguagem corporal
"Como você está controlando seu temperamento?", questiona. "Quando foi a última vez que entrou em uma discussão?" A cada resposta, eu estou sendo assistido e estudado em detalhes por um mero sensor de jogos e uma webcam. A forma como sorrio, o movimento dos meus olhos, o tom da minha voz e a minha linguagem corporal estão sendo registrados e analisados por um sistema informatizado, que informa Ellie quanto à melhor maneira de interagir comigo.
"Modo Mágico de Oz" é como o pesquisador Louis-Philippe Morency descreve esse experimento acadêmico. Numa sala ao lado, sua equipe controla o discurso de Ellie, mudando sua voz e sua linguagem corporal para tirar o máximo da conversa comigo. Pessoas de verdade respondem diariamente às perguntas de Ellie como parte da pesquisa do Instituto para Tecnologias Criativas (ICT na sigla em inglês), e o computador está pouco a pouco aprendendo como reagir em cada situação.
Terapia remota
A máquina está aprendendo a se humanizar e a responder a sinais emitidos por pacientes, como fariam os médicos. Em breve, Ellie conseguirá funcionar sozinha. Isso abre uma enorme oportunidade para sessões remotas de terapia, usando o conhecimento fornecido por alguns dos mais importantes psicólogos do mundo. Mas Morency não gosta do termo "psicólogo virtual" e não acredita que seu método possa um dia substituir as sessões com terapeutas reais.
"(A novidade) é mais um assistente para o profissional, da mesma forma que você tira uma amostra de sangue cuja análise é enviada ao médico", diz ele. O sistema foi projetado para identificar sinais de depressão ou estresse pós-traumático, algo particularmente útil no tratamento de soldados e veteranos de guerra. "Buscamos respostas emocionais ou mesmo a falta de uma resposta emocional", prossegue Morency. "Agora, temos formas objetivas de medir o comportamento das pessoas, então esperamos que (o programa) possa ser usado para traçar diagnósticos mais precisos."
Militares
O software permite que um médico acompanhe o progresso do paciente ao longo do tempo, comparando sessões por parâmetros científicos. "Nosso problema, sobretudo com a atual crise de saúde mental no Exército (dos EUA), é que não temos atendentes suficientemente treinados para lidar com o problema", afirma Skip Rizzo, diretor-associado de realidade virtual médica do ICT. "(O software) não é um substituto para um atendente real, mas pode ajudar a preencher lacunas e ajudar pessoas a obter o tratamento que necessitam."
O centro trabalha em colaboração com militares americanos, que, envolvidos nas longas guerras do Iraque e do Afeganistão, têm de lidar com centenas de milhares de soldados adoecidos por algum tipo de estresse pós-traumático. "Existe um tabu (entre soldados), que muitas vezes hesitam em falar de seus problemas", diz Rizzo. Um aconselhamento virtual talvez alivie essa relutância.
Comportamento
O laboratório inteiro está fazendo experimentos com humanos virtuais, mesclando diversas tecnologias e disciplinas, como captação de movimento e reconhecimento facial. Morency é premiado por seu trabalho em relacionar psicologia e movimentos faciais. "Pessoas ansiosas tendem a mexer mais com suas mãos; pessoas em dificuldades geralmente têm um sorriso mais curto e de menor intensidade. Pessoas deprimidas desviam o olhar" explica ele.
Não é fácil fazer imagens gráficas parecerem humanas, mas, quando se obtém um efeito crível, elas podem ser uma importante ferramenta de ensino e aprendizado. Nessa linha, o laboratório desenvolve diversos projetos para testar o limite e o potencial das interações virtuais. No andar de baixo, experimentos criam hologramas em 3D de um rosto humano. E, em todo o edifício do instituto, projetos transitam entre os mundos real e imaginário.
DOCUMENTÁRIO REVELA: JAPONESES INTENTAVAM LANÇAR AVIÕES KAMIKAZES COM CARGAS RADIOATIVAS NA BAÍA DE DE SÃO FRANCISCO (EUA), ANTES DAS BOMBAS ATÔMICAS LANÇADAS EM HIROSHIMA E NAGASAKI
Este programa revelará um dos segredos mais bem guardados da Segunda Guerra Mundial: um enorme porta-aviões submarino projetado para lançar bombardeiros japoneses a poucas centenas de quilômetros das cidades americanas. Trata-se de uma maravilha tecnológica que poderia muito facilmente ter mudado o curso da Segunda Guerra Mundial. O programa faz uma expedição para encontrar seus destroços e usa imagens de arquivo para mostrar o que fez o I-400 ser tão assustador. Inicialmente foi seu tamanho e alcance: a 120 metros de profundidade, ele era 25% maior que qualquer outro submarino até a década de 1960. Além disso, ele podia dar uma volta e meia ao redor da Terra sem ter que reabastecer -- o dobro do alcance dos submarinos dos Estados Unidos. Mas o que realmente separava o I-400 dos demais era sua artilharia. O I-400 estava equipado com algo que nenhum outro submarino possuía: três modernos bombardeiros.
DIRETOR DA NASA DIZ QUE ÚNICO MEIO EFICAZ CONTRA A ANIQUILAÇÃO DE METEOROS É A ORAÇÃO
Diretor da NASA diz que oração é a única saída
A destruição do planeta por uma “ameaça do espaço” já foi vista em filmes como Armagedom e Impacto Profundo. Mas agora Charles Bolden, diretor da NASA, acredita que a única solução caso ocorra uma ameaça real é a oração. Foi isso que ele disse diante dos legisladores na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos. Desde 15 de fevereiro, quando um meteorito caiu sobre a Rússia e um asteroide passou muito próximo do planeta o assunto vem tirando o sono de muita gente.
John Holdren, consultor científico da Casa Branca, disse que o investimento anual para localizar asteroides “potencialmente perigosos” subiu de US$ 5 milhões para mais de US$ 20 milhões desde 2011. Mas não é o bastante. “Um asteroide de um quilômetro ou maior, poderia plausivelmente acabar com a nossa civilização”, explicou Holdren, asseverando que a NASA consegue identificar cerca de 95% dos corpos celestes que passam perto da Terra. O problema seriam os asteroides menores, que poderiam acabar com uma cidade inteira. Apenas 10% deles são percebidos pela tecnologia atual.
Não é exagero, afinal não existe nada que se possa fazer atualmente caso corpos estelares entrem em rota de colisão com o planeta. Tramita no governo americano um pedido para que se invista em programas para detecção e desvio de objetos celestiais que se direcionem para a Terra. O deputado republicano Lamar Smith saiu da reunião dizendo que o relatório “não era tranquilizador”. Deputados republicanos e democratas parecem mais receptivos à ideia de investir mais para tentar acabar com essas ameaças cósmicas.
O monitoramento do espaço e o desenvolvimento de tecnologias para desviar um objeto que possa entrar em rota de colisão com a Terra são uma prioridade da Agencia espacial americana. A maioria dos cientistas acredita que um asteroide de 10 quilômetros de diâmetro caiu sobre a terra causando a morte dos dinossauros, bem como a maioria das plantas e vida animal na Terra.
EXÉRCITO CHINÊS COMANDA ONDA DE CYBERATAQUES CONTRA OCIDENTE
Prédio onde funciona a Unidade 61398, em Xangai.
Segundo relatório da Mandiant, empresa de segurança em Internet, uma unidade secreta do Exército Popular de Liberação (EPL) chinês é responsável por grande número de ataques informáticos contra empresas e organismos estatais nos EUA (Leia o relatório clicando aqui)
Segundo o documento, centenas de investigações realizadas nos últimos três anos mostram que as centrais responsáveis por ataques contra agências do governo, empresas e jornais americanos “estão baseadas principalmente na China e o governo chinês está bem informado disso”. O governo socialista de Pequim, obviamente, recusa o relatório.
O relatório da Mandiant foi encomendado conjuntamente pelo conhecido jornal “The New York Times” e outros órgãos americanos de imprensa. O trabalho rastreou os ataques e identificou a fonte: a Unidade 61398 do EPL, sediada em Xangai. O rastreio informático levou a um prédio de 12 andares localizado no bairro Pudong, centro financeiro de Xangai.
De acordo com Mandiant, essa unidade do exército comunista está provavelmente integrada por milhares de empregados que dominam o inglês e as técnicas de programação e gestão de redes. A unidade roubou, “desde 2006, centenas de terabytes de dados de pelo menos 141 organizações, que incluem um vasto conjunto de indústrias”, acrescenta.
A maioria das vítimas está instalada nos EUA, mas há alvos atingidos no Canadá e no Reino Unido. As informações surrupiadas incluem desde detalhes de operações empresariais, como fusões e compras, até e-mails de altos diretivos.
“A natureza da espionagem da Unidade 61398 é segredo de Estado na China. Porém, acreditamos que está envolvida na rede de Operações de Redes Informáticas danosas”, afirma o documento.
Localização do centro de ataques cibernéticos chineses em Xangai
“Já é hora de admitir que a ameaça provém da China e queremos dar nossa contribuição armando e preparando profissionais de segurança para combatê-la efetivamente”.
O relatório focaliza particularmente o grupo que qualifica de APT1 –Advanced Persistent Threat (Ameaça Persistente Avançada) – que subtraiu enormes quantidades de informação de estruturas estratégicas, como da rede de energia elétrica dos EUA.
“Acreditamos que o APT1 seja capaz de levar adiante uma campanha de cyberespionagem tão longa e ampla essencialmente porque recebe apoio direto do governo”, diz Mandiant.
Nas últimas semanas, foram atribuídos a cyberterroristas chineses os ataques informáticos contra os jornais “The New York Times” e “Wall Street Journal”, bem como contra Twitter.
O New York Times afirma que hackers roubaram chaves e acessaram computadores pessoais de 53 empregados, após o jornal publicar um artigo sobre a fortuna do primeiro-ministro marxista Wen Jiabao.
Obviamente, a China tem que recusar as acusações, dizendo-se ela mesma vítima de piratas não identificados.
Hong Lei, porta-voz do ministério de Relações Exteriores, partiu para a desclassificação e o menosprezo da denúncia, sem fornecer dados que contribuíssem a esclarecer os fatos.
“A crítica arbitraria, baseada em dados rudimentares, é irresponsável, não é profissional e não ajuda a resolver o problema. (…) A China se opõe categoricamente à pirataria”, garantiu ele a jornalistas, que tiveram de conter o riso.
Acrescentou que o país socialista “é uma grande vítima dos cyberataques”, e que, “de todos os que sofrem a China, em primeiro lugar figuram os provenientes dos Estados Unidos”.
O Diário do Povo — órgão de propaganda do Partido Comunista Chinês — repetiu fielmente o script do governo, atacando os EUA por reavivarem “o medo da China” com o objetivo de “conter” a ascensão comunista.
Em resumo, a China continuará atacando o Ocidente. Fonte: O Pesadelo Chinês