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sábado, 18 de agosto de 2018

"Mórmons"...Só que não!

Líder da seita determina que eles não se chamarão mais de “mórmons”


Liderança dos mórmons
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é o nome oficial da seita iniciada em 1827 pelo pregador norte-americano Joseph Smith Jr. Após uma suposta aparição de um anjo chamado Morôni, ele teria recebido sobrenaturalmente um livro escrito em placas de ouro com caracteres até então desconhecidos.
Ele os traduziu para o inglês, dando origem ao Livro de Mórmon, que afirma ser “Outro Testamento de Jesus Cristo”. A tal revelação seria um complemento da Bíblia e traz ensinamentos conflituosos como o que sempre ensinaram as igrejas cristãs, negando, por exemplo, que Jesus seja Deus encarnado. Em 1838 ele abriu a primeira igreja mórmon do mundo.
    Conhecidos mundialmente como mórmons, por causa do livro que distribuem, seus seguidores estão sendo instruídos a não usar mais este “apelido”. Sediado em Utah, o movimento há séculos usa as abreviações SUD (Santos dos Últimos Dias). Nesta quinta-feira (16), o líder maior da igreja, o profeta Russell M. Nelson, anunciou que haverá uma mudança profunda. Os seguidores não devem mais usar “Mórmon” e “SUD”.
    “O Senhor mostrou-me a importância do nome que Ele revelou para Sua Igreja, nosso nome é a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”, disse Nelson em um comunicado. “Temos muito trabalho diante de nós para nos colocarmos em harmonia com a Sua vontade.”
    A ênfase passará a ser na relação com o nome de Jesus. Além da nomenclatura oficial, os únicos nomes aceitos a partir de agora serão “Igreja de Jesus Cristo” e “Igreja de Jesus Cristo restaurada”.
    “Nos próximos meses, os sites e todos os materiais produzidos pela Igreja serão atualizados para refletir essa direção do presidente Nelson”, disse o comunicado. O nome Mórmon não será abolido, pois foi revelado no Livro de Mórmon, porém o foco passará a ser uma tentativa de mostrar o grupo cismático como parte integrante do cristianismo mundial.
    Crescimento no Brasil
    Nos últimos anos, a liderança mundial da seita está apostando na diversidade em sua cúpula, formada por 12 “apóstolo modernos”. No início do ano, escolheram o primeiro apóstolo latino-americano e o primeiro de ascendência asiática para integrá-la. Assim, Ulisses Soares, brasileiro, e Gerrit W. Gong, um sino-americano, foram anunciados como integrantes do Quórum dos Doze Apóstolos, que fica abaixo do presidente da igreja, Russell M. Nelson, e seus dois conselheiros. Esse grupo ajuda a estabelecer as políticas da igreja e supervisiona os interesses comerciais da religião.
    Mais da metade dos 16 milhões de membros desse grupo religioso vivem fora dos Estados Unidos. Os mórmons estão próximos de ter pelo menos uma congregação em cada país do planeta. Frank Usarski, professor de ciência da religião da PUC-SP, explica que isso é resultado de “um esquema de missionários muito potente, em que a oferta define a demanda, e não o contrário”.
    No Brasil, estudos mostram que eles estão se popularizando. Por exemplo, há duas vezes mais mórmons missionários do que evangélicos com a mesma função. De acordo com dados do IBGE, a seita tinha cerca 200 000 adeptos em todo o país. Trata-se de quase o dobro de praticantes de candomblé e 3 vezes o número de judeus. Porém, dados da Igreja Mórmon no Brasil dão conta que o número já passa de 1.4 milhão e nos próximos anos deverá crescer, pois estão sendo feitos grandes investimentos para a construção de mais templos e centros missionários.
    O trabalho constante dos jovens com suas camisas brancas e plaquinhas de “elder” que andam pelas cidades faz com que sejamos o 3º país com maior número de fiéis da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em todo o mundo.
    Fonte: Gospel Prime

    terça-feira, 12 de abril de 2016

    Crescimento do número de ateus no Brasil preocupa Igreja Católica

    Crescimento de ateus no país estaria preocupando Igreja Católica
    Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o crescimento no número de ateus no Brasil preocupa a liderança da Igreja Católica. Dados de um levantamento, revelados durante a 54.ª Assembleia-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que está ocorrendo em Aparecida (SP), mostram que 8,9% da população se declararia ateísta.
    O último número oficial sobre os brasileiros que se afirmam ser “sem religião” é de 7,9%, do Censo de 2010. Segundo a CNBB, a proporção subiu para 8,9% em 2014.  Talvez por falta de informação (ou má fé), o Estado afirma que esses “sem religião” são ateus. Na verdade, segundo o IBGE, em 2010, os ateus e agnósticos somavam apenas 740.000 de uma população de 190 milhões de pessoas (0,39%).
    Uma vez que os dados da CNBB não estão disponíveis para o público, certamente o aumento foi no número dos “sem religião”, algo já previsto por estudiosos das religiões no país. Na verdade, seguiria uma tendência mundial. Isso não significa que a pessoa não creia em Deus, apenas não se identifica com nenhuma forma de religião organizada.
    Seja como for, o bispo de Santo André, dom Pedro Cipollini, da Comissão de Doutrina e Fé da CNBB, atribui essa situação como efeito de um pluralismo religioso cada vez maior. “Durante 400 anos, todo mundo no Brasil era obrigado a ser católico, como mostra a história. Hoje vivemos um regime democrático também na religião e é natural que, com mais opções, haja uma distribuição”, declarou.
    Segundo os bispos católicos, o ateísmo brasileiro não é agressivo ao ponto de fazer campanha contra quem acredita em Deus. Obviamente, ele desconhece o crescente número de campanhas nas redes sociais contra a religião, sobretudo contra os evangélicos.
    Dom Pedro Cipollini reconhece, contudo, que esse aumento pode ser um fruto direto da “ideologia marxista” que tomou conta da educação no Brasil nos últimos anos. Promovida pelo partido que ora ocupa o poder, não é permitido que se fale em Deus no processo educacional.
    “Vivemos num estado laicista, que é deletério, porque proíbe falar de Deus, que é elemento constitutivo da natureza humana”, critica. Ele conta que há casos emblemáticos, como uma creche que, por ter um quadro de Jesus, foi ameaçada de perder a subvenção da prefeitura.
    Para o líder católico, “Se não fizermos nada, vai ser proibido falar em religião e não se pode educar uma pessoa sem falar no aspecto religioso.”

    Questão filosófica

    Já dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre (RS), atribui a queda no número de católicos às mudanças no conceito de família e as sucessivas campanhas pelo respeito às diferenças. Essa é outra bandeira de viés marxista bastante forte nas campanhas oficiais do governo.
    A coordenadora do programa de pós-graduação em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Irene Dias de Oliveira, defende que o ateísmo contemporâneo “reflete mais que uma negação de Deus”. Trata-se de “uma insatisfação da pessoa pelo Deus que lhe foi pregado ou apresentado”.
    Conclui então que essa forma de ateísmo tenta justificar-se mais em problemas sociais, culturais e históricos do que em uma contestação consciente e profunda de Deus.
    “O ateísmo contemporâneo poderia sugerir também a insatisfação ou a impotência de algumas pessoas em não encontrar respostas ‘adequadas’ e cientificamente satisfatórias a uma pergunta sobre a existência de Deus, o mal e o sofrimento dos inocentes”, assevera a especialista. 

    Fonte: GP

    quarta-feira, 30 de março de 2016

    Papa e Franklin Graham discordam sobre quem é "filho de Deus". Mas, o que dizem as Escrituras?


    • A onde crescente de ataques terroristas islâmicos no mundo tem causado diferentes reações. Desde o surgimento de milícias cristãs, até campanhas de oração, os cristãos procuram se posicionar de várias formas.
    Quando foi divulgado que terroristas islâmicos fizeram um ataque suicida visando apenas os cristãos no Paquistão, o saldo foi 70 mortos e cerca de 350 feridos, a maioria mulheres e crianças.
    Imediatamente, o pastor Franklin Graham, líder a Associação Evangelística Billy Graham, usou seu perfil no Facebook para trazer uma mensagem de conforto:
    “Como cristãos, sabemos que quando a morte chega para alguém que confiou em Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador, somos conduzidos à presença de nosso Pai Celestial e viveremos eternamente em Sua presença. A sepultura não tem poder sobre o crente!”, escreveu.
    No mesmo texto, após dizer que soube da ameaça do grupo terrorista em fazer outros atentados em breve, lembrou: “Os muçulmanos querem a sharia… para que o mundo inteiro se curve ao Islã. Isso não vai acontecer. A Palavra de Deus nos diz que um dia ‘ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai’. (Filipenses 2: 10-11). Eu sirvo um Salvador ressuscitado!”.
    O papa Francisco também falou de modo genérico sobre o terrorismo em sua mensagem pascal no domingo.
    “Confiamos ao poder do Senhor ressuscitado as conversações em curso, de modo que, com a boa vontade e a cooperação de todos, seja possível colher os frutos da paz e dar início à construção de uma sociedade fraterna, que respeite a dignidade e os direitos de cada cidadão. A mensagem de vida proclamada pelo anjo junto da pedra rolada do sepulcro vença a dureza dos corações e promova um encontro fecundo entre povos e culturas”, diz o documento.
    Curiosamente, na quinta (24), o pontífice fez na cerimônia do lava-pés, um discursou enfatizando: “Todos nós, juntos: muçulmanos, hindus, católicos, coptas e evangélicos. Somos irmãos, filhos do mesmo Deus. Queremos viver em paz, integrados”, disse Francisco.
    NOTA: "Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos ´filhos de Deus´, a saber, aos que creem no seu nome", João 1:12.
    Fonte: GP

    segunda-feira, 28 de março de 2016

    Você viu? Sacerdotes judeus ensaiam como será culto no Terceiro Templo

    Sacerdotes judeus ensaiam como será culto no Terceiro TemploSacerdotes ensaiam como será culto no Terceiro Templo
    Uma cerimônia especial foi realizada em Jerusalém recentemente. Foi no início do mês bíblico de Adar (março). Nos dias em que o Templo funcionava em Jerusalém, esse período era especial. Para marcar a data, uma reconstituição do serviço do Templo, foi exibida publicamente pelo Instituto do Templo.
    No primeiro dia do novo mês, sacrifícios especiais eram trazidos para o Templo: dois bois, um carneiro, sete cordeiros, libações de vinho, farinha e óleo (segundo Números 28: 11-15). Trata-se do mesmo tipo de sacrifícios oferecidos na Páscoa e na Festa de Pentecostes [Shavuot]. Toques especiais de trombeta marcavam a celebração.
    Em pleno 2016, embora não haja um terceiro templo erguido ainda, os responsáveis pelo Instituto do Templo, em conjunto com o Sinédrio e outras organizações, realizaram uma reconstituição do culto. A cerimônia tinha como objetivo ser educacional para os espectadores e um “ensaio” para os sacerdotes que já estão treinados.
    Seu mestre é Nezer HaKodesh, que comanda a Academia de Cohanim. Todos usavam roupas feitasconforme as especificações bíblicas, e deram a bênção sacerdotal. Levitas tocavam instrumentos adequados para o serviço no templo e eram acompanhados por um coro.
    Levitas tocam trombetas
    Levitas tocam trombetas
    Embora nenhum animal tenha sido morto agora, foram exibidos os órgãos e as gorduras especiais aos presentes. Também ocorreu uma demonstração de como o sangue é aspergido sobre o altar. Uma oferta de mincha de sêmola foi queimada sobre um altar que reproduz perfeitamente o modelo de bíblico.
    Sacerdote oferece ofertas no altar.
    Sacerdote oferece ofertas no altar.
    Além da demonstração de como funcionam os sacrifícios, três membros do Sinédrio aceitaram o depoimento de duas testemunhas para cumprir-se o mandamento da Torá e declarar o início do novo mês.
    O rabino Yisrael Ariel, fundador e líder do Instituto do Templo, deu uma palestra sobre o Machatzit HaShekel (Êxodo 30: 11-16), mandamento bíblico segundo o qual os homens judeus precisam entregar meio siclo de prata cada um no Templo neste mês.
    Essa verdadeira aula de Antigo Testamento visa mais que lembrar um costume. Mostra o quanto ospreparativos para o novo Templo são reais. Ao exibir tudo em público, ele também ajuda a acostumar os moradores de Jerusalém com a ideia de uma nova classe sacerdotal.

    Fonte: GP

    terça-feira, 15 de março de 2016

    Assassinatos ligados ao satanismo aumentam assustadoramente no México

    • O crescimento da religião que cultua a Santa Muerte tem levado a um aumento significativo do número de assassinatos no México.
    Assassinatos ligados ao satanismo aumentam no México
    A caveira vestida como noiva é adorada por milhares de pessoas que são consideradas como satanistas pela igreja local.
    O padre José Antonio Fortea, principal exorcista do país, fez alertas sobre a quantidade de mortes por rituais satânicos e afirmou que o número de exorcismos tem crescido.
    Além da Santa Muerte, outros cultos são realizados onde os participantes precisam matar ou morrer. Recentemente um jovem de 24 anos foi morto ao tentar iniciar na seita satânica “Filhos do Bafomete 1”.
    Nessa iniciação ele foi agredido, asfixiado e depois degolado com uma garrafa. Segundo o jornal The Sun, que divulgou o crime, o jovem participaria de uma cerimônia que o transformaria em “um vampiro”.
    Dois homens e uma mulher foram presos e confessaram que fazem parte da seita. “O crime ocorreu durante a cerimônia de iniciação dirigida por uma seita satânica chamada Filhos do Bafomete 1, durante a qual a vítima devia transformar-se em vampiro”, disse o chefe da Polícia local Pablo Rocha.
    Esse crime só exemplifica a situação espiritual do México, país onde os cartéis de drogas cultuam a Santa Muerte e pedem proteção contra a polícia e contra a morte.
    Em contrapartida, muitos assassinatos são realizados a mando deste e de outros cultos satânicos que proliferam no país.
    “Quanto mais a sociedade abandona o caminho de Deus, mais são os casos de satanismo. Quanto mais cristã é uma nação, menores são os casos de culto do Diabo”, diz o padre Fortea.
    O padre tem sido requisitado com frequência para realizar sessões de exorcismo. Ele chega a comentar que a demanda por seus serviços é sem precedentes.
    Fonte: GP

    quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

    Movimento anti-Israel cresce entre igrejas evangélicas

    Movimento anti-Israel cresce entre igrejas evangélicas  Movimento anti-Israel cresce entre igrejas
    O movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) contra Israel é uma iniciativa em prol da Palestina, promovida por diferentes pessoas e instituições em várias partes do mundo. Ela visa pressionar o governo do Estado judeu pelo fim da alegada ocupação israelense dos territórios palestinos iniciada na Guerra dos Seis Dias (1967).
    Entre os defensores da BDS estão líderes religiosos, como o bispo anglicano Desmond Tutu, da África do Sul, que passou a advogar a causa em 2002. Mais recentemente, diversas denominações cristãs começaram a se envolver e anunciar publicamente que se opõem a Israel.
    Isso gerou um conflito com organizações cristãs pró-Israel. Segundo Max Samarov, da organização Stand With Us, o argumento básico do BDS é a “noção de que os israelenses são opressores poderosos que merecem ser pressionados. Já os palestinos são vítimas, cujos líderes defendem métodos de resistência desagradáveis”. Um equívoco que a mídia insiste em divulgar, ignorando a ideologia terrorista e antissemita que norteia as lideranças do Fatah e do Hamas, principais organizações políticas da Palestina.
    As denominações cristãs, especialmente as norte-americanas, têm se envolvido no embargo defendido o BDS. Um dos primeiros a aderir foi o Conselho Mundial de Igrejas, em 2010, que reúne dezenas de denominações liberais de todo o mundo. Em 2011, a Igreja Unida do Canadá decidiu pelo boicote.
    Em junho de 2014, a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA) aprovou uma resolução para boicotar empresas israelenses. Um ano depois, a Igreja Unida de Cristo (UCC) aprovou uma medida similar. Na mesma época, a Igreja Nacional da Finlândia, luterana, anuncia apoio ao boicote.
    No início de 2016, fundos de investimentos ligados à Igreja Metodista Unida dos EUA bloquearam cinco bancos israelenses de sua carteira de investimentos. O relatório divulgado pela denominação justifica sua decisão de eliminar “as empresas que lucram com o abuso dos direitos humanos”. A medida foi celebrada pelos palestinos, que consideram isso mais um passo para “o fim da opressão” de Israel.
    As medidas de BDS já causaram grande prejuízos. Uma pesquisa da Maan News Agency, revelou que 21% dos exportadores israelenses tiveram que baixar seus preços por causa do boicote, depois de perderem significativa fatia de mercado, sobretudo na Europa.
    Embora a União Europeia diga que se opõe a boicotes a Israel, estuda diretrizes para rotular produtos feitos nos assentamentos, o que muitos em Israel temem ser um precursor para uma proibição completa.
    Isso geraria um prejuízo bilionário em pouco tempo, ameaçando a estabilidade econômica do país.
    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, recentemente afirmou: “Estamos em meio a uma grande luta sendo travada contra o Estado de Israel, uma campanha internacional [BDS] para denegrir o seu nome. Isso não afeta apenas as nossas ações. Afetaria a nossa própria existência”.
    Declaradamente, o objetivo final do movimento BDS é afetar a economia de Israel, para assim pressionar o governo a mudar suas políticas em relação aos palestinos.
    Curiosamente, nenhuma dessas igrejas ou instituições defensoras do boicote exige qualquer tipo de contrapartida por parte da Autoridade Palestina, que não mantém uma gestão transparente e seguidamente lança mísseis e organiza ataques terroristas em Israel.
    Tampouco pede explicações para a falta de liberdade religiosa na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, onde a minoria cristã sofre constantemente por causa de sua fé.
    A pressão para que o assunto ganhe mais apoiadores é grande. A Igreja Episcopal analisou várias resoluções do BDS na sua Convenção Geral, mas não as aprovou. A liderança da Igreja Menonita adiou a consideração de medidas semelhantes para a Assembleia-geral do ano que vem.
    De outro lado, grupos cristãos pró-Israel têm demonstrado sua indignação que Igrejas cristãs se oponham abertamente contra Israel. Uma das mais incisivas é a Cristãos Unidos por Israel (CUFI). Seu presidente, o pastor John Hagee, afirmou: “Apoiar Israel não é uma questão política, é uma questão bíblica”.
    Diversos outros grupos evangélicos estão reforçando seu apoio a Israel. Em setembro de 2015, milhares de cristãos de mais de 80 países reuniram-se a Jerusalém para mostrar seu apoio ao Estado judeu.
    Os organizadores do evento anual, explicam que sua afinidade com Israel deriva das raízes judaicas do cristianismo e das promessas messiânicas que todas as nações da terra se reunirão em Jerusalém.
    De acordo com a Fundação Aliados de Israel, existem atualmente bancadas pró-Israel nos parlamentos de 32 países. Uma grande iniciativa pró-Israel ocorreu durante o encontro do Comitê pela Exatidão nos Relatos Sobre o Oriente Médio na América, dia 18 de janeiro. O tema da conferência foi “Os cristãos evangélicos, judeus e Israel: Ameaças a uma amizade histórica.”
    Foi levantada a questão do crescimento da campanha para dividir os evangélicos e ameaçar o Estado judeu. O argumento principal dos defensores de Israel é que existem diversas passagens bíblicas que falam sobre as consequências de se amaldiçoar Israel. 
    Fonte: Gospel Mais

    quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

    Alemanha ganhará primeiro "Templo da Religião Mundial" da História

    Alemanha vai ganhar o primeiro “templo da religião mundial”
    Com o afluxo de milhões de refugiados para a Europa nos últimos meses, a Alemanha está no centro do debate que tem dividido os europeus. Principal destino dos homens e mulheres que desejam recomeçar a vida longe da pobreza e da guerra, o discurso alemão tem sido o da tolerância, em especial por que a imensa maioria dos que chegam são muçulmanos.
    Agora, a iniciativa House of One (Casa de Um Só) comemora o primeiro milhão de euros doado para a construção do que é chamado de o primeiro “templo da religião mundial”. O edifício servirá como sinagoga, mesquita e igreja ao mesmo tempo.
    O local multirreligioso é a primeira inciativa do gênero no mundo. O início das obras está marcado para os primeiros meses de 2016. Ano passado, quando o projeto foi lançado, o rabino Tovia Ben Chorin estava ao lado do pastor luterano Gregor Hohberg e do imã Kadir Sanci. A foto oficial mostra cada um deles segurando um tijolo, símbolo de sua união para a edificação do futuro templo.
    Enquanto em vários países do mundo os muçulmanos matam e perseguem os membros de outras religiões, na Europa secularizada, seu discurso é de “paz e tolerância”.
    Com orçamento de 43 milhões de euros, o site da House of One, disponível em sete idiomas, explica que qualquer pessoa poderá contribuir, comprando um tijolo. Ele usa o mesmo raciocínio dos projetos de crowdfunding, cada um dá um pouco para que no final todos ganhem.
    Também explica que os seguidores de outras religiões serão convidados para os diferentes cultos na House of One. O foco principal do templo multirreligioso é atrair os jovens, que dificilmente são vistos nas igrejas. Os judeus em Berlin são uma comunidade pequena. Por outro lado, a presença de muçulmanos é crescente em toda a Europa.
    O espaço que concretiza o ecumenismo será usado pelos islâmicos na sexta, judeus no sábado e cristãos no domingo, respeitando o “dia sagrado” de cada grupo. Nos demais dias da semana, terá atividades diversificadas.
    O projeto arquitetônico foi escolhido em um concurso e recebeu total apoio da Comunidade Judaica de Berlim, do Seminário Abraham Geiger, do Fórum de Diálogo Intercultural Islâmico e da Congregação Luterana das Igrejas.
    O prédio ficará na Praça Petriplatz, no centro histórico da cidade. O terreno está vazio e funciona como estacionamento. Curiosamente, durante séculos naquele terreno cristãos celebraram seus cultos.
    Vários prédios diferentes abrigaram congregações de cristãos, até a última igreja ser parcialmente destruída na Segunda Guerra Mundial. Acabou sendo demolida em 1964, durante o regime comunista, pois fica numa região que pertencia à antiga Alemanha Oriental.
    Fonte: Gospel Prime

    quarta-feira, 9 de setembro de 2015

    Judeus voltam a Israel em número recorde

    Judeus voltam para Israel em número recorde em 2015Judeus voltam para Israel em número recorde
    Enquanto o mundo assiste ao drama dos milhões que tentam sair do Oriente Médio, na maior crise humanitária desde a Segunda Guerra Mundial, outro fluxo passa despercebido da mídia.
    A imigração judaica a partir da América Latina para Israel aumentou 7% em 2015 em relação ao ano passado, informou a Agência Judaica. Destaca-se o aumento no número de brasileiros. Os índices mostram que cresceu cerca de 50% o número de brasileiros nos últimos anos.
    Por exemplo, em 2012 191 brasileiros mudaram para Israel, no ano seguinte foram 205. Em 2014 chegou a 276.
    “Notamos um aumento da imigração latino-americana. De janeiro a julho deste ano chegaram 109 pessoas, 35 procedentes do Brasil, 29 da Argentina, 11 do Uruguai, nove do Peru, cinco do Chile e três da Colômbia”, disse Yigal Palmor, porta-voz da Agência Judaica.
    “Os brasileiros poderiam ir para muitos outros lugares, mas escolhem Israel porque existe um laço muito forte cultural e, em alguns casos, religioso que os une ao país”, afirma Palmor.
    A Agência Judaica acredita que a motivação é clara: “Escolher Israel como país em que quer desenvolver sua vida e dar oportunidades a seus filhos pode ser definida como uma (escolha) sionista porque expressa uma fé no futuro deste país e mostra o vínculo íntimo que existe entre o Estado e os judeus”, segundo informações da Revista Época.
    Mas não são apenas brasileiros que continuam aumentando os índices da aliyah, como é chamada a imigração de judeus para Israel. Em 2014, um total de 26.429 imigrantes judeus chegaram a Israel. Um grande salto comparado com os 19.012 do ano anterior.
    Nos primeiros 8 meses deste ano, 17.212 pessoas do mundo todo fizeram a aliyah para Israel. É um aumento de mais de 40% em comparação ao ano anterior.
    A origem dos olim, como são chamados os judeus que regressam a Israel, é:  Ucrânia (26%), França (25%), Rússia (21%) e Estados Unidos (9%). Alguns números chamam atenção:
    Mais de 200 judeus franceses vieram em um voo especial em julho, elevando o total para 5.100 este ano.
    De acordo com o Times of Israel, no primeiro semestre de 2015 vieram 3.756 judeus da Rússia e da vizinha Ucrânia quase 6 mil. Um aumento de 52% em comparação a 2014.
    Também aumentou o número de norte-americanos imigrando para Israel. Parece que ocorrerá uma reversão da tendência de declínio nos últimos anos. Somente no primeiro semestre foram 1.629. Embora em menor número, os judeus vindos do Reino Unido aumentaram em 43% em 2015, um total de 166 pessoas.
    Para os estudiosos de profecias, é significativo que esses números aumentem tanto num ano em que os rabinos vem falando repetidas vezes que a chegada do Messias se aproxima. O rabino Chaim Kanievsky, uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo, tem pedido que todos os judeus voltem para Israel o mais rapidamente possível. O entendimento é que essa é uma ação espiritual que marca a vinda do Messias judeu.
    Fonte: GP

    quinta-feira, 27 de agosto de 2015

    Rabino famoso em Israel diz ter recebido aviso de Deus: "A guerra é iminente"

    O rabino Amram Vaknin, 76 anos, é conhecido por ter previsto conflitos armados em Israel, como a Operação Pilar de Defesa (2012) e Operação Borda de Proteção (2014). Recentemente, em sua modesta casa na cidade portuária de Ashdod, ele disse que recebeu um novo alerta: “a guerra está chegando a Israel em breve”.  Embora controversas, as previsões místicas de Vaknin são bastante respeitadas por segmentos do judaísmo.
    Gil Nachman, um aluno do rabino Vaknin deu ao site Breaking News Israel os detalhes. Segundo ele, “Os muçulmanos vão contaminar a água e a comida. Eles vão danificar a eletricidade. Haverá pessoas morrendo nas ruas, milhares de pessoas em todo o Israel”. Ele inclusive aponta para Hanin Zoabi, deputado árabe membro do Knesset, como o líder dessa investida. Afirmou ainda que Zoabi é um espião a serviço do Estado Islâmico e do Hamas e estaria fornecendo aos grupos terroristas as informações que necessitam para planejar os ataques.
    Ressaltou ainda que Deus permitirá isso para que os líderes desta geração “se arrependam”. “Hashem (Deus) quer levá-los pelo caminho certo. Todos nós precisamos fazer a teshuva (ritual de arrependimento pelos pecados)”. Nachman lembrou que, no passado, líderes judeus como Moisés e Davi sabiam os decretos contra o povo judeu antes que eles acontecessem. Esses grandes líderes sempre demonstravam arrependimento, mas os líderes de hoje não agem assim.
    Ressaltou que Deus sempre dá avisos. “Cada terremoto, cada incidente terrorista, cada batalha, é um aviso para acordarmos”, asseverou. “A guerra está muito próxima. Não temos escolha. O teshuva do povo judeu irá determinar a vinda de rachamim (misericórdia divina). Mas a guerra está definitivamente chegando”, insistiu Nachman. Fez também um alerta: “Parem de pensar somente nas coisas materiais. Isso não vai lhes dar vida. Quando o Mashiach (Messias) vier, não trará bens materiais para ninguém… Estamos chegando perto do grande dia do Mashiach.  Temos de estar prontos e preparados”.
    Este é o segundo aviso sobre a chegada do Messias feito por um rabino influente este ano. Em julho, o rabino Chaim Kanievsky, uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo, também alertou sobre o fim dos tempos e apontou para o evento que marcará “o final do ano sabático”, em 29 de Elul no calendário judeu (12 de setembro de 2015).
    Fonte: MsM

    domingo, 2 de agosto de 2015

    Igreja Católica perde número recorde de fiéis na Alemanha

    Igreja católica sofre perda recorde de fiéis na AlemanhaIgreja católica sofre perda recorde de fiéis na Alemanha
    A Conferência Episcopal da Alemanha divulgou recentemente que só em 2014 a igreja católica perdeu mais de 280 mil fiéis. O número é um recorde bastante negativo para a igreja que tem perdido membros todos os anos.
    Ainda de acordo com a instituição, o número de 2014 tem 39 mil dissidentes a mais do que o ano de 2013 e o número é ainda maior se comprar à perda de 2010 quando escândalos de pedofilia afastaram 181.193 católicos das igrejas alemãs. Hoje o número de alemães que se declaram católicos é de 24 milhões, o que representa 29,5% da população do país. Os números fazem com que o cardeal Reinhard Marx, presidente da Conferência Episcopal Alemã, lamente profundamente pela diminuição de seguidores.
    A queda de fiéis é um fenômeno que as autoridades católicas não conseguem explicar, pois ao contrário do que aconteceu em 2010, o ano passado não apresentou nenhum fato marcante que pudesse afugentar os membros da Igreja Católica. Na Alemanha todos os contribuintes deve se declarar católicos, protestantes ou sem religião e por isso é possível acompanhar a quantidade de pessoas que deixam de se afirmar como católicos. 
    Fonte: Gospel Prime

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